Últimas 100 Atualizações do Website via Twitter:

Pesquise todo o conteúdo do website Horus Strategy abaixo:
Loading

quarta-feira, maio 31, 2006

Taxa Selic: corte não surpreende, mas decepciona setor produtivo

SÃO PAULO - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não surpreendeu os diversos setores da economia. Apesar de lamentarem o "conservadorismo", muitos já apostavam em um corte desta magnitude por parte da autoridade monetária.

Pela oitava reunião consecutiva, o Copom (Comitê de Política Monetária) voltou a reduzir a Selic. O corte foi de 0,50 ponto percentual, para 15,25% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado.

Comércio paulista
O presidente da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Abram Szajman, em nota oficial, considerou insuficiente a redução da taxa Selic. "Para o resultado positivo do PIB no primeiro trimestre se repetir no segundo e configurar uma tendência de crescimento superior aos 2,5% dos últimos anos, teria sido necessário um corte menos tímido", avaliou o empresário, dizendo-se decepcionado.

Já o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Guilherme Afif Domingos, afirmou que a decisão do Copom, embora cautelosa, foi correta, levando-se em conta as perturbações do cenário financeiro internacional. Afif disse esperar que o Banco Central permaneça na trajetória de redução das taxas de juros, mas que não perca novas oportunidades para cortes mais ousados, como ocorreu no passado, se as condições se apresentarem favoráveis.

Indústria
Já o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, destacou que as reduções "homeopáticas" dos juros estão minando a saúde e a resistência da economia brasileira.

O executivo salientou ainda não haver o que comemorar, como está preconizando o Governo, pela expansão de 3,4% da economia brasileira no primeiro trimestre de 2006, em relação a igual período de 2005. "Com a redução da Selic em apenas 0,5 ponto percentual anunciada nesta quarta-feira (31), o Copom reafirma sua disposição de evitar, a qualquer custo, o 'risco' do crescimento".

O Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) informou, também em comunicado à imprensa, que mais uma vez o conservadorismo do Copom predominou. "Na visão do Ciesp, havia espaço para a redução da Selic em, pelo menos, 0,75%, mas o que vimos foi uma atitude de exagerada cautela por parte do Comitê de Política Monetária", declarou em nota Antônio Correa de Lacerda, diretor do Departamento de Economia da entidade.

Para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), o BC foi influenciado pelas oscilações da economia mundial nos últimos dias e desconsiderou as condições favoráveis da economia brasileira, como a baixa inflação.

Segundo os economistas da CNI, a taxa de juro real no país, acima de 10%, ainda é muito preocupante e só seria justificável ficar neste patamar se o país vivesse sob ameaças à ordem econômica. Na avaliação da entidade, a decisão desta quarta-feira do Copom mostra que é imprescindível ao País substituir o gradualismo na condução da política monetária pela promoção de condições fiscais que dêem sustentabilidade ao processo permanente e definitivo de queda dos juros. "Entre elas, a redução dos gastos e da dívida pública e da carga tributária", diz nota técnica da entidade.

Trabalhadores
Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, "o País está cansado dessa política de queda de juros a conta-gotas". Na sua opinião, quedas bruscas da taxa Selic são fundamentais para voltar a geração de empregos.

Segundo o líder sindical, a taxa Selic de 15,25% ao ano mostra um recuo do Governo Federal na sua política de apressar a redução dos juros para proporcionar a reativação do crescimento econômico, gerar empregos e redistribuir riqueza e renda.

Na opinião do presidente da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) e do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Antonio Carlos dos Reis, Salim, juros altos e, por conseqüência, falta de investimentos, inibem o nível de atividade e eliminam postos de trabalho.

O líder sindicalista lembra ainda que, no Brasil, o crescimento da economia tem ficado aquém da média mundial, dos países emergentes e dos próprios vizinhos latino-americanos.

Bookmark and Share

Brasil deve dominar 50% do mercado de açúcar, diz organização

LONDRES (Reuters) - O Brasil deverá ampliar para 50% nos próximos anos seu domínio sobre o mercado internacional de açúcar com produtores e indústria elevando a produção em resposta à alta dos preços, afirmou a Organização Internacional do Açúcar (OIA).

"O Brasil, como maior produtor mundial de açúcar e álcool, está aproveitando a onda dos altos preços internacionais das duas commodities e estabeleceu um programa ambicioso de expansão de sua indústria", segundo estudo da OIA sobre o Brasil.

"As receitas totais de exportação de açúcar e etanol hoje estão rivalizando com as de soja, produto que tem a maior safra no Brasil", disse a OIA no estudo intitulado "Novos investimentos e capacidade de expansão no setor de açúcar e álcool do Brasil".

"A participação do Brasil no mercado de exportação de açúcar deve crescer para cerca de 50% em 2010/11, em comparação aos 40% atuais", prevê o estudo.

Fatores como produção em larga escala, custos baixos, pesquisas avançadas e grande disponibilidade de terras cultiváveis têm dado suporte para uma grande expansão no setor açucareiro.

De acordo com o estudo, o crescimento médio anual da produção de cana-de-açúcar no Brasil tem sido de mais de 5%, embora não tenha sido incomum, em alguns anos um avanço de 10%.

Através de um grande número de novos projetos de investimento, a produção de cana deve aumentar dos atuais 387 milhões de toneladas para 600 milhões de toneladas em 2010/11, segundo a OIA.

A estimativa oficial para a nova safra de cana do Brasil, no entanto, divulgada nesta quarta-feira, já indica produção de 423,4 milhões de toneladas.

(Por David Brough)

Bookmark and Share

Ibovespa: 36 mil pontos são críticos e fim das incertezas deve determinar tendência

Por: Camila Schoti
31/05/06 - 18h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A volatilidade continua nos mercados de capitais mundiais e no mercado acionário doméstico a tendência não é diferente. Depois de uma forte correção do Ibovespa de 17% em apenas nove dias de pregão, a maior desde que a tendência de alta começou em outubro de 2002, o índice parece ter atingido um patamar de suporte acima dos 36 mil pontos.

Há um consenso entre os analistas técnicos consultados pela InfoMoney de que, se perder esse importante suporte, o índice poderá iniciar nova seqüência de quedas, podendo chegar próximo dos 33 mil pontos. Porém, se o processo de recuperação iniciado a partir do suporte continuar, o índice pode buscar os 39.400, de acordo com o analista Leandro Ruschel.

Apesar dos gráficos indicarem os possíveis rumos do índice, os analistas Alex Rocha e Gustavo Lobo lembram que o comportamento e volatilidade do índice também dependem muito das sinalizações da ata do Federal Open Market Committee e da decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) acerca da taxa Selic.

Por fim, Ruschel acredita que o comportamento do mercado a partir da forte queda citada anteriormente é muito importante, já que uma recuperação rápida do índice de volta aos 42.000 pontos pode sinalizar a retomada da tendência de alta ou, de uma perspectiva mais negativa, uma demora na recuperação pode levar ao início de um ciclo de correção ainda mais longo. Ruschel lembra que há três anos o mercado está em tendência de alta e que, em algum momento, este movimento sofrerá uma correção.

Vale e Petro dependem de continuidade da recuperação
Já as perspectivas para as principais bluechips, Vale do Rio Doce e Petrobras, são muito parecidas. Os papéis apresentaram alguma recuperação depois de atingirem seus suportes mais fortes, por volta de R$ 40,00 para a Vale e R$ 41,00 para a Petrobras, mas dependem ainda da continuidade desse movimento, para além dos R$ 45,00 para definirem de fato uma tendência de alta, percepção esta que é compartilhada pelos analistas Ruschel e Alex Rocha.

As ações preferenciais da Telemar, por sua vez, vêm apresentando forte tendência de baixa e, de acordo com Gustavo Lobo, apresenta suporte significativo em torno dos R$ 30,00. Segundo o analista, que não recomenda posição comprada no papel, se perder este patamar, a ação deve buscar os R$ 27,00. Já Ruschel acredita que a perda deste suporte poderia levar os preços a R$ 23,00.

Oportunidades de curto prazo
Não obstante a forte volatilidade dos mercados e a constante recomendação de cautela na hora de comprar ações, os analistas sugerem alguns papéis que podem representar boas chances de ganhos no curto prazo. Neste sentido, Alex afirma que os papéis ordinários da Souza Cruz então em um bom momento e se romperem os R$ 33,00 devem buscar os R$ 35,90.

Os papéis preferenciais da Klabin são citados por Lobo, já que estão com forte suporte no patamar dos R$ 4,85 e, numa tendência de alta do Ibovespa, devem ser alavancados. Por sua vez, os papéis ordinários da TOTVS estão em situação semelhante, com o suporte em R$ 35, segundo o analista.

Por fim, o analista Ruschel sugere que "o ideal é reduzir o tamanho das operações, aguardando uma definição do mercado e a diminuição da volatilidade. Outra possibilidade é o aproveitamento das fortes movimentações para operações mais curtas, do tipo day-trade", lembrando que este tipo de estratégia é recomendada para investidores com mais experiência e disponibilidade de tempo para acompanhar o mercado minuto a minuto.

Bookmark and Share

Incertezas sobre juros nos EUA permanecem, mas Bolsa tem leve alta

DENYSE GODOY
da Folha Online

O mercado financeiro esperava que a ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), divulgada nesta tarde, dissipasse um pouco das incertezas a respeito do rumo da taxa de juros dos Estados Unidos.

Mas não foi o que aconteceu. Os investidores continuaram perdidos em meio aos dizeres da autoridade monetária de que a economia do país está crescendo de forma robusta, mas ainda não foram sentidos os efeitos das últimas elevações de juros, por isso não se sabe se mais aumentos serão necessários nem o tamanho deles.

Logo depois que saiu o documento, a Bovespa, que tinha engrenado uma consistente alta desde a abertura, recuou, mas depois se recuperou e acabou fechando com tímida elevação de 0,32%, aos 36.530 pontos, e volume financeiro de R$ 3,230 bilhões. No mês, a Bolsa acumula 9,5% de perdas.

O dólar comercial manteve a tendência de alta que apresentava antes e terminou o dia com valorização de 0,6%, vendido a R$ 2,324. O risco Brasil tinha queda de 3,24%, a 268 pontos.

"Nem o Fed, nem nós, nem ninguém sabe para onde ir", comenta Jason Vieira, economista da consultoria GRC Visão. Na sua opinião, o humor do mercado a partir de agora vai ser ditado pelos indicadores de inflação que saírem --o seu comportamento determinará novas elevações ou uma pausa no ciclo de aumentos --o último, de 0,25 ponto percentual, para 5% ao ano, foi o 16º consecutivo.

Quando os juros norte-americanos sobem, provocam uma fuga de capitais de mercados emergentes, como o brasileiro, para ativos mais seguros, por exemplo os treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Esse movimento foi nítido nos últimos dias, causando forte nervosismo.

"Ainda há potencial para volatilidade, mas é preciso ressaltar que o recente mau humor foi exagerado" diz Vieira. "Uma correção de preços era natural depois que, no início de maio, a Bovespa se aproximou dos 42 mil pontos e o dólar caiu para o nível de R$ 2,05, porém houve um excesso." Segundo ele, o mercado local continuará acompanhando o que acontece em Wall Street.

Pela manhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro aumentou 1,4% no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2005. A taxa, levemente abaixo das expectativas dos economistas, significa um crescimento anualizado de 5,7%, e foi bem recebida pelo mercado.

As atenções agora estão voltadas para a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) a respeito da Selic, que sai à noite --a expectativa dos analistas é de mais um corte de 0,5 ponto percentual da taxa.

Bookmark and Share

Membros do Fomc mostram incerteza quanto a futuros ajustes na Fed Funds Rate

Por: Rodolfo Amstalden
31/05/06 - 15h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Os membros do Federal Open Market Committee mostram-se quase tão incertos quanto o próprio mercado em relação à necessidade de mais uma elevação na taxa básica de juro norte-americana.

Na minuta referente à sua última reunião, divulgada na tarde desta quarta-feira (31), o Fomc afirmou que as expectativas inflacionárias estão se enfraquecendo, mas ainda não permitem uma apuração definitiva sobre o fim do aperto monetário nos EUA.

Até quando?
"Nossa intenção é alcançar, mediante a elevação de 25 pontos-base, um crescimento moderado da atividade econômica, a contenção da alta nos preços de matérias-primas e o controle dos núcleos de inflação", descreve a minuta. Ela não descreve, entretanto, o momento do alcance.

Buscando exatidão
O comitê de política monetária dos Estados Unidos votou de forma unânime pela Fed Funds Rate em 5% ao ano na última reunião. Porém, conforme relata a minuta publicada nesta sessão, as hipóteses de manutenção da taxa em 4,75% ou aumento para 5,25% também foram discutidas.

Economistas alertavam que, conforme a taxa básica de juro norte-americana se aproximasse de seu "nível ótimo" - casando controle inflacionário e crescimento estável -, a exigência de ajustes finos encheria o mercado de incertezas.

Bookmark and Share

Indicador de atividade industrial de Chicago subiu, surpreendendo o mercado

Por: Cintia Lucas
31/05/06 - 11h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Foi divulgado, nesta quarta-feira nos EUA, o Chicago PMI (Purchasing Managers Index) referente ao mês de maio de 2006.

Nesse período, o indicador, que mede o nível de atividade industrial na região de Chicago, atingiu 61,5 pontos, ficando acima das projeções do mercado, de 56 pontos. No mês anterior, o índice havia registrado 57,2 pontos.

Desta maneira, o índice aponta para uma atividade econômica mais aquecida do que o esperado na principal economia do mundo.

Entenda o índice
O índice PMI, Purchasing Managers Index se refere a uma pesquisa que mede o nível de atividade industrial na região de Chicago, nos EUA.

Um índice igual a cinqüenta indica que a atividade industrial está estabilizada, enquanto um índice maior que cinqüenta significa que ela está em expansão. O índice é divulgado no último dia do mês corrente.

Bookmark and Share

Período de reservas das ações da Brasil & Movimento termina nesta quarta-feira

Por: Fernanda Senra
31/05/06 - 09h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Motivada pelas incertezas e instabilidade no mercado de ações, a Brasil & Movimento alterou o cronograma de sua oferta pública primária e secundária de ações ordinárias.

Retomando a operação, a versão do prospecto preliminar com as novas datas foi divulgada no dia 24 de maio e o período de reserva foi estendido até esta quarta-feira (31).

Novas datas
O código de negociação para as ações, que farão parte do Novo Mercado da Bovespa, será SUND3 e o preço das ações deverá ser definido já no dia 01 de junho, com o fim do procedimento de bookbuilding.

O novo cronograma também prevê que a liquidação financeira deverá ocorrer no dia 07 de junho, e o início de negociação das ações da oferta na Bovespa está previsto para o dia 05 de junho.

Além disso, o início do prazo de exercício da opção do lote suplementar ocorre no dia 02 de junho e o encerramento se dará no dia 03 de julho, data que também é limite para a publicação do anúncio de encerramento.

Oferta primária e secundária
Sob a coordenação do BB Investimentos e da Planner Corretora, serão distribuídas 8.744.000 ações ordinárias, sendo que 1.800.000 de ações serão vendidas em oferta primária e 6.944.000 das ações ordinárias restantes em oferta secundária.

Além disso, os acionistas vendedores, responsáveis pela oferta secundária de ações, poderão ampliar a quantidade inicialmente ofertada em até 15%, ou 1.311.600 ações ordinárias.

Oferta de no mínimo R$ 153 milhões
A fixação do preço inicial das ações será feita após a efetivação dos pedidos de reserva e da conclusão do procedimento de bookbuilding, mas a estimativa inicial dos coordenadores é que o preço das ações ordinárias fique entre R$ 17,50 e R$ 22,50, perfazendo o montante mínimo projetado de R$ 153,02 milhões.

Caso a opção de lote suplementar dos acionistas vendedores seja exercida, considerando a margem superior do intervalo estimativo de preços o valor total da oferta poderá superar os R$ 226,2 milhões.

O público alvo da oferta são as pessoas físicas ou jurídicas, tanto no exterior como no Brasil, inclusive clubes de investimento registrados na Bovespa, com o valor de reserva podendo ficar entre R$ 1 mil e R$ 300 mil.

Bookmark and Share

Oferta pública de BDRs da GP Investments superou R$ 644 milhões

Por: Fernanda Senra
31/05/06 - 10h13
InfoMoney

SÃO PAULO - Assim como a Brasil & Movimento, a GP Investments também realizou alterações no cronograma de sua oferta primária de BDRs e, nesta quarta-feira, juntamente com as novas datas revelou o preço fixado por BDR .

Fixado pelo mecanismo de bookbuilding, o preço de cada BDR, que representa uma ação classe A de emissão da companhia, ficou em R$ 34,27.

Preço acima do intervalo
O preço das BDRs (Certificados de Depósitos de Ações) foi fixado na última terça-feira e ficou acima do limite superior da estimativa inicial dos coordenadores, que esperavam que o preço dos papéis ficasse entre R$ 26,76 e R$ 33,97. Vale destacar que estas estimativas tinham como base a taxa de câmbio de R$ 2,0587.

Os papéis, que serão registrados para negociação na Bovespa sob o código GPIV11 serão da espécie patrocinado nível III, não podendo ser negociados fora do ambiente da Bovespa. As BDRs da GP, que tem sede em Bermuda, serão registradas para negociação no segmento EuroMTF da bolsa de valores de Luxemburgo.

Captação atingiu R$ 644,6 milhões
Considerando os 18.810.287 BDRs ofertados pela companhia em distribuição primária, a operação corresponde a um montante total de R$ 644,628 milhões. Além disso, a quantidade de papéis inicialmente ofertada poderá ser acrescida de até 15%, na forma de lote suplementar, para atender um eventual excesso de demanda.

Agenda da oferta
O prazo de exercício da opção de ações suplementares teve início na última terça-feira (30) e se estende até o dia 30 de junho. As ações devem começar a ser negociadas no dia 01 de junho e a liquidação financeira será no dia 05 de junho.

Em função das alterações no cronograma, os investidores não-institucionais podem desistir dos pedidos de reserva até o dia 02 de junho. A data limite de publicação do anúncio de ficou para o dia 30 de novembro.

Bookmark and Share

Dólar cai e Bovespa sobe mais de 2% enquanto mercado aguarda ata do Fed

DENYSE GODOY
da Folha Online

O dia começou com otimismo no mercado financeiro. Às 10h52, o dólar comercial recuava 0,38%, vendido a R$ 2,301, acompanhando o risco Brasil, que tinha queda de 2,52%, aos 270 pontos. A Bovespa avançava 2,11%, para 37.183 pontos, e a Bolsa de Nova York também abriu em alta.

Todas as atenções estão voltadas para a divulgação, à tarde, da ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), na qual os juros dos Estados Unidos foram elevados em 0,25 ponto percentual, para 5% ao ano. Espera-se encontrar no documento sinais claros sobre o rumo da taxa, cujo mais recente aumento foi o 16º consecutivo. Assim, diminuiria a forte volatilidade observada nos últimos dias.

As incertezas quanto à continuidade do ciclo de altas é que têm provocado nervosismo entre os investidores. Quando os juros norte-americanos sobem, provocam uma fuga de capitais de mercados emergentes, como o brasileiro, para ativos mais seguros, por exemplo os treasuries (títulos do Tesouro dos EUA).

À noite, sai também a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) a respeito da Selic --a expectativa dos analistas é de mais um corte de 0,5 ponto percentual.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) já informou que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro aumentou 1,4% no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2005. A taxa, levemente abaixo das expectativas dos economistas, significa um crescimento anualizado de 5,7%, e foi bem recebida pelo mercado.

Na Bovespa, os investidores aproveitam para comprar papéis que estão com preços atraentes depois da desvalorização de ontem. Mas se a recuperação vai ser firme depende do que o Fed disser.

Para tentar conter o avanço do dólar, que neste mês já subiu 10,63%, o BC realiza das 12h às 13h mais uma venda de contratos de swap cambial para instituições financeiras credenciadas. Pela operação, o BC dá a variação da taxa de câmbio no período e recebe juros, o que na prática equivale a uma venda de dólares pelo BC no mercado futuro. Dessa forma, quem tem medo de que as cotações subam muito fica protegido.

Na terça-feira, o BC vendeu 8 mil contratos, com volume financeiro de US$ 399 milhões.

O dólar paralelo ficava estável a R$ 2,45 e o turismo tinha baixa de 2,04%, a R$ 2,39.

Bookmark and Share

terça-feira, maio 30, 2006

Mercados latino-americanos lideram terça-feira de pessimismo generalizado

Por: Rodolfo Amstalden
30/05/06 - 17h53
InfoMoney

SÃO PAULO - Os mercados acionários da América Latina lideraram as perdas em uma terça-feira ruim para a renda variável internacional. Investidores optaram pela cautela na véspera da divulgação da minuta do Fomc (Federal Open Market Committee), sobretudo frente aos emergentes.

Os comentários do comitê de política monetária dos EUA na quarta-feira (31) podem sugerir um prolongamento do ciclo de aperto monetário no país. Com isso, a tendência seria de um movimento generalizado de elevações em taxas de juro e conseqüente queda na liquidez que vem alimentando ativos de "alto risco, alto retorno".

Em complemento, a idéia de que a redução do crescimento global derivada de um aumento no nível dos juros afetaria consideravelmente a demanda por matérias-primas, base das economias latino-americanas.

Desempenho da América Latina
Veja o desempenho dos principais índices latino-americanos nesta terça-feira:

País Índice Variação
Argentina Merval -3,53%
Brasil Ibovespa -4,54%
Chile IPSA -1,58%
Colômbia IGBC -4,97%
México Bolsa -3,38%
Peru IGBVL -1,96%

No Brasil, pré-Copom também influencia
Além do padrão comum aos mercados da América Latina, no Brasil contou também o clima de expectativas em relação ao término da reunião do Copom, na quarta-feira.

A mediana das projeções descritas no relatório Focus do Banco Central aponta para uma queda de 0,50 ponto percentual da taxa Selic, menor do que o 0,75 ponto percentual de reuniões anteriores.

No entanto, alguns analistas alertam que a forte volatilidade do mercado internacional observada nas últimas semanas pode levar a uma política monetária mais cautelosa.

Bookmark and Share

Chineses rejeitam reajuste de 19% dos preços do minério de ferro

Por: Cauê Todeschini de Assunção
30/05/06 - 17h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Após rumores terem indicado que as siderúrgicas chinesas teriam aceitado o reajuste de 19% nos preços do minério de ferro para 2006, um oficial da CISA (Associação Chinesa de Ferro e Aço) afirmou que as negociações ainda não terminaram.

"Não aceitamos o reajuste de preços", afirmou nesta terça-feira um oficial da CISA não identificado pela Xinhua News, que é a principal agência governamental do país. "Continuaremos as negociações em junho", completou.

O site da CISA ainda trouxe nesta terça-feira uma nota dizendo que as siderúrgicas locais lutam uma batalha solitária contra o aumento, em alusão à aceitação do reajuste pelas maiores empresas do mundo.

Empresas se reúnem
Dezesseis siderúrgicas chinesas reuniram-se nesta terça-feira para discutir os impactos de uma elevação dos preços do minério de ferro sobre as empresas.

A percepção das empresas é que os preços do aço na China são muito baixos para suportar um aumento significativo dos preços da matéria-prima.

Negociações devem continuar
Com o não-fechamento do acordo, as negociações entre as grandes mineradoras e a Baosteel, que lidera as empresas chinesas, devem continuar.

Bookmark and Share

Dólar comercial fecha em forte alta, sendo cotado acima dos R$ 2,30

Por: Equipe InfoMoney
30/05/06 - 16h35
InfoMoney

SÃO PAULO - Na véspera de acontecimentos importantes para a economia brasileira, o dólar comercial fechou em alta de mais de 1,5%, apesar da atuação do Banco Central nesta terça-feira.

Pela primeira vez desde 2004, o BC realizou um leilão de swap cambial tradicional, no qual oferece a variação da taxa de câmbio e recebe juros, mas a operação não foi o suficiente para conter a valorização da moeda.

Agenda cheia na quarta-feira
Na próxima quarta-feira, sai a ata da última reunião do Fomc, comitê de política monetária dos EUA. O documento deve trazer pistas sobre o rumo do juro no país e é bastante aguardado.

E no início da noite, o Copom (Comitê de Política Monetária) decide a nova taxa básica de juros da economia brasileira e deve centrar as atenções do mercado durante as negociações da próxima quarta-feira.

Dólar fecha em forte alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,3090 na compra e R$ 2,3100 na venda, forte alta de 1,54% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 2,3750, representando um ágio de 2,86% em relação ao dólar comercial.

Com esta alta, o dólar acumula valorização de 10,63% em maio, frente à baixa de 1,65% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 0,56%.

Dólar futuro na BM&F também fechou em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho encerrou o dia cotado a R$ 2.310, forte alta de 1,49% em relação ao fechamento de R$ 2.276 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, fechou em forte alta de 1,65%, atingindo R$ 2.335 frente à R$ 2.297 do fechamento de ontem.

Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,3220

Bookmark and Share

Volatilidade afeta mercado, porém novas empresas planejam entrar na Bovespa

Por: Camila Schoti
30/05/06 - 12h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Até o mês de maio deste ano, o número de ofertas públicas de ações registradas na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) já superou todo o ano de 2005. Enquanto no ano passado 28 ofertas primárias e secundárias foram registradas, com volume total de R$ 11 bilhões, apenas nos primeiros cinco meses deste ano o número de registros já soma 30 e o volume R$ 10,5 bilhões.

O bom momento dos mercados de capitais no início do ano foi um dos fatores fundamentais para esta corrida rumo à bolsa por parte das empresas. E não só as empresas buscaram o mercado, mas também investidores, já que alguns papéis, como os da Company e da Equatorial Energia, que subiram, respectivamente, quase 20% e 17% em seu pregão de estréia.

Volatilidade atrapalha ofertas
Contudo, o "bom momento" do mercado parece ter dado uma pausa nas últimas semanas e a volatilidade verificada, em função de temores envolvendo juros maiores que os previstos nos Estados Unidos, pode atrapalhar o cronograma de ofertas já em andamento, como foi o caso da Brasil & Movimento. Outro caso em que o processo foi alterado é o da GP Investments

A turbulência nos mercados acionários do mundo todo e a maior aversão ao risco podem prejudicar os processos de distribuição de ações. Isso porque a maioria dos papéis são precificados de acordo com o procedimento de bookbuilding, que é determinado pela demanda pelos papéis que, por sua vez, tem sido menor que no início do ano, em função da volatilidade dos mercados.

Muitas empresas com ofertas planejadas
Contudo, a despeito da situação atual, diversas empresas seguem com pedidos de registro de oferta pública na CVM e têm suas ofertas em análise pela autarquia. São ao menos 12 as empresas que aguardam a decisão da CVM para ingressar na Bovespa ou para aumentar a quantidade de ações disponíveis no mercado.

O setor de maior destaque é o imobiliário. Depois de Rossi Residencial, Gafisa, Cyrela Realty e Company ofertarem ações no mercado, a Multiplan Empreendimentos Imobiliários, a Abyara Planejamento Imobiliário, a Klabin Segall, a Brascan Residential Properties e a Cyrela, novamente, também pretendem realizar oferta de ações na Bovespa.

Outro setor que vem entrando com mais intensidade no mercado de ações é o de tecnologia e telecom. Depois da TOTVS e da Datasul, cujas ações ainda não estrearam na Bolsa, a CPM e a GVT Holdings também aguardam a autorização da CVM para integrar o segmento de tecnologia na Bolsa.

Vale lembrar que a própria Bovespa também está estudando abrir seu capital e oferecer ações ao mercado

Bookmark and Share

Emergentes: fundos de ações têm a maior retirada semanal em dois anos

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
30/05/06 - 11h17
InfoMoney

SÃO PAULO - Os fundos de ações dos mercados emergentes registraram sua maior perda líquida de recursos em dois anos na semana terminada no dia 24 de maio, diante dos temores de que a trajetória da inflação nos EUA conduzirá a novos ajustes para cima na Fed Funds Rate.

A saída líquida acumulada no período foi de cerca de US$ 5 bilhões, a maior retirada desde maio de 2004, informou na última segunda-feira o Emerging Portfolio Fund Research.

Considerando os fundos de investimento dos BRICs (Brasil, Russia, Índia e China), houve uma saída líquida de US$ 370 milhões, o primeiro resultado semanal negativo desde outubro do ano passado.

Emergentes em momento ruim
Depois de atingir seu recorde histórico de pontuação no último dia 8 de maio, o índice Morgan Stanley Capital International Emerging Markets acumula queda de 12%, evidenciando o momento desfavorável para os ativos de mercados emergentes.

Contudo, vale observar que a percepção predominante entre os analistas de mercado é de que o ajuste observado ao longo das últimas semanas é apenas uma correção, ainda não concluída, mas que deve se estabilizar nos próximos dias ou semanas, dado que os fundamentos das economias emergentes não apresentaram mudança.

Bookmark and Share

Ibovespa inicia o dia no vermelho e encosta nos 37.500 pontos

Por: Equipe InfoMoney
30/05/06 - 10h32
InfoMoney

SÃO PAULO - Acompanhando o fraco desempenho registrado pelas principais bolsas internacionais e futuros dos Estados Unidos, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu esta terça-feira em baixa de 1,64%, com o Ibovespa registrando 37.520 pontos.

"Os mercados devem continuar nervosos na volta do feriado do Memorial Day nos EUA e no Reino Unido, uma vez que os investidores externos continuam preocupados com o processo inflacionário e principalmente com a perspectiva de ampliação da taxa de juros num plano mais global", acredita o analista Álvaro Bandeira, da Ágora Senior.

Neste contexto, ressalta-se que os próximos dias serão bastante instáveis para as negociações na Bovespa, uma vez que uma série de importantes indicadores econômicos será divulgada tanto no Brasil como nos Estados Unidos. A volatilidade tende a seguir elevada, assim como a correlação com os mercados externos.

Nesta sessão, o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da Fundação Getúlio Vargas mostrou significativa aceleração dos preços em maio e, com perspectivas negativas, é esperado o anúncio do Consumer Confidence nos EUA. A expectativa do mercado é de que o índice tenha caído de 109,6 pontos em abril para 100 pontos em maio.

Carregada agenda econômica de quarta-feira
Apesar da importância destes indicadores, é a carregada agenda econômica de quarta-feira que deve pautar e possivelmente elevar a cautela dos investidores nesta sessão.

Além do anúncio da nova taxa básica de juro do país e dos dados sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre, será publicada a ata da última reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve, documento de suma importância para a formação das expectativas em relação aos Fed Funds Rate.

Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para TIM Participações ON (TCSL3, R$ 7,65, -4,96%), Eletropaulo PN (ELPL4, R$ 93,00, -4,22%), Telemar ON (TNLP3, R$ 67,51, -3,96%), Vivo Participações PN (VIVO4, R$ 6,30, -3,81%) e Cemig ON (CMIG3, R$ 77,52, -3,47%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de segunda-feira em baixa de 1,25%, atingindo 38.145 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 14,02%. O volume financeiro foi de R$ 946,65 milhões.

Bookmark and Share

Comentário da Semana: após forte queda, mercado se recupera

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 17h32
InfoMoney

SÃO PAULO - A quarta semana de maio foi marcada por forte volatilidade, alternando entre quedas exageradas e euforia, em uma magnitude que não era registrada há alguns anos. O balanço final variou entre os diversos segmentos do mercado, mas boa parte encerrou o período em patamares não muito distantes do encerramento da semana anterior.

No período, o Ibovespa registrou alta de 2,38%, bem como o dólar comercial, que avançou 1,45%. Os juros futuros e o risco-país também fecharam a semana em alta.

Juro nos EUA ainda preocupa
No cenário externo, a volatilidade marcou o período. Preocupações acerca da trajetória do juro básico norte-americano prejudicaram os mercados emergentes no início da semana, que sofreram com a significativa saída de recursos externos.

Além disso, declarações do diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Rodrigo Rato, de que o Fomc deverá promover novos ajustes para cima na Fed Funds Rate, intensificaram ainda mais os temores de uma re-alocação global de portifólios.

No decorrer da semana, no entanto, indicadores como o PIB norte-americano, que veio abaixo do esperado, e o PCE, que mede os gastos pessoais dos consumidores nos EUA e não surpreendeu, tranqüilizaram os investidores, que vêem com mais dificuldade a ampliação do aperto monetário nos EUA.

Vindo da Ásia, porém, outro fato negativo abalou o mercado. A Organização Mundial de Saúde alertou sobre a suspeita da transmissão entre seres humanos do vírus H5N1 - responsável pela gripe aviária - na Indonésia. O temor é de que, caso o vírus ganhe a habilidade de se espalhar através do contato humano, uma epidemia da doença prejudique o consumo e, por conseqüência, o crescimento global.

Austeridade mantida
No cenário interno, o destaque da semana foi a divulgação do superávit primário do setor público em abril, que somou R$ 19,426 bilhões, o maior saldo de toda a série histórica, iniciada em 1991. O indicador, embora inflado por itens extraordinários, tranqüilizou parte do mercado, que teme o afrouxamento da política fiscal em função do calendário eleitoral.

No que diz respeito à evolução dos preços, poucas novidades. O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15) e a prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) indicaram leve aceleração dos preços, mas não surpreenderam o mercado, que ainda acredita que os preços estão sob controle.

E o quadro eleitoral começa a tomar forma, com as pesquisas de maio marcando o início da corrida pela presidência. CNT/Sensus e Datafolha mostraram a tendência de crescimento da candidatura do presidente Lula, que ganharia no primeiro turno em todos os quadros. Analistas comentam que a posição de Lula é mais confortável do que a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1998.

Dólar e bolsa sobem
O dólar comercial encerrou a semana em alta de 1,45%, sendo cotado a R$ 2,2410 no fechamento de sexta-feira, quando acabou encerrando em desvalorização de 2,27%. Durante a semana, a moeda norte-americana chegou a ser cotada acima dos R$ 2,40, em sua maior cotação desde agosto do ano passado.

No mercado de juros futuros, o contrato com vencimento em janeiro de 2007 projetou taxa de 15,12% na sexta-feira, frente à taxa de 14,88% do encerramento da semana anterior. Já a taxa anual do CDB pré-fixado de 30 dias fechou a 15,29%, pouco abaixo da taxa de 15,43% registrada no encerramento da semana passada.

Finalmente, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, encerrou a semana em alta de 2,38%, sendo cotado a 38.630 pontos. Apesar da forte volatilidade, a semana terminou positiva para o mercado de ações brasileiro, refletindo a recuperação dos emergentes.

Próxima semana: Fomc e Copom
Na última semana de maio, o destaque no cenário interno fica com a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que na quarta-feira decide a nova taxa básica de juro da economia brasileira. A expectativa é de que o comitê reduza a Selic em 50 pontos base, para 15,25% ao ano.

Nos Estados Unidos, a minuta do Fomc, o comitê de política monetária local, sai na quarta-feira e deve ser bastante acompanhada pelos analistas. O relatório do emprego sai na sexta-feira.

Bookmark and Share

segunda-feira, maio 29, 2006

Com fraco volume financeiro, Ibovespa fecha segunda-feira em queda

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 18h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de mostrar certa instabilidade ao longo do pregão, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 1,25% nesta segunda-feira (29), cotado a 38.145 pontos. O volume financeiro foi de R$ 946,65 milhões, bastante reduzido em função do feriado de Memorial Day nos EUA.

Sem o norte de Wall Street e diante das incertezas que ainda rondam os mercados emergentes, investidores optaram por uma postura mais cautelosa, levando o indice paulista ao vermelho.

Semana recheada de indicadores
De fato, o posicionamento mais conservador parece se justificar à medida que se considera a importância dos indicadores econômicos a serem divulgados ao longo da semana. Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária) anuncia a nova taxa Selic, para a qual estima-se um corte de 0,50 ponto percentual - segundo a mediana das projeções do relatório Focus.

No mesmo dia, será publicada a ata da última reunião do Fomc, com prováveis indicações acerca da política monetária futura nos EUA, talvez a fonte de maior preocupação atualmente.

Voltando à esfera interna, segundo dados divulgados pela manhã, a balança comercial brasileira referente à quarta semana de maio registrou um superávit de US$ 392 milhões, recuando mais uma vez na passagem semanal, já que, na terceira semana de maio, o saldo havia sido de US$ 433 milhões.

Em um pregão bastante negativo para os papéis de empresas ligadas ao segmento de telefonia celular, as ações preferenciais da Vivo Participações recuaram 6,29%, para R$ 6,55, depois de terem encerrado em alta de mais de 9% na última sessão.

Na contramão do Ibovespa, os papéis ordinárias da Perdigão fecharam em alta de 6,03%, a R$ 21,60, ainda sob a influência positiva da aquisição da Batávia, anunciada na sexta-feira.

Dólar subiu mais de 1%
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2750, o que representa uma alta de 1,52% frente ao fechamento anterior. A sessão foi marcada pela liquidez reduzida e o baixo volume de negócios, com investidores preferindo permanecer alheios às transações, em função do feriado no mercado norte-americano.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, não houve negociação em virtude do feriado nos EUA.

IGP-M sai na terça-feira
Na terça-feira, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), refletindo os preços no País em maio. É também o dia em que começa a Reunião do Copom.

Nos Estados Unidos, será anunciado o Consumer Confidence, que avalia a confiança dos consumidores em maio.

Bookmark and Share

Com fraco volume financeiro, Ibovespa fecha segunda-feira em queda

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 18h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de mostrar certa instabilidade ao longo do pregão, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 1,25% nesta segunda-feira (29), cotado a 38.145 pontos. O volume financeiro foi de R$ 946,65 milhões, bastante reduzido em função do feriado de Memorial Day nos EUA.

Sem o norte de Wall Street e diante das incertezas que ainda rondam os mercados emergentes, investidores optaram por uma postura mais cautelosa, levando o indice paulista ao vermelho.

Semana recheada de indicadores
De fato, o posicionamento mais conservador parece se justificar à medida que se considera a importância dos indicadores econômicos a serem divulgados ao longo da semana. Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária) anuncia a nova taxa Selic, para a qual estima-se um corte de 0,50 ponto percentual - segundo a mediana das projeções do relatório Focus.

No mesmo dia, será publicada a ata da última reunião do Fomc, com prováveis indicações acerca da política monetária futura nos EUA, talvez a fonte de maior preocupação atualmente.

Voltando à esfera interna, segundo dados divulgados pela manhã, a balança comercial brasileira referente à quarta semana de maio registrou um superávit de US$ 392 milhões, recuando mais uma vez na passagem semanal, já que, na terceira semana de maio, o saldo havia sido de US$ 433 milhões.

Em um pregão bastante negativo para os papéis de empresas ligadas ao segmento de telefonia celular, as ações preferenciais da Vivo Participações recuaram 6,29%, para R$ 6,55, depois de terem encerrado em alta de mais de 9% na última sessão.

Na contramão do Ibovespa, os papéis ordinárias da Perdigão fecharam em alta de 6,03%, a R$ 21,60, ainda sob a influência positiva da aquisição da Batávia, anunciada na sexta-feira.

Dólar subiu mais de 1%
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2750, o que representa uma alta de 1,52% frente ao fechamento anterior. A sessão foi marcada pela liquidez reduzida e o baixo volume de negócios, com investidores preferindo permanecer alheios às transações, em função do feriado no mercado norte-americano.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, não houve negociação em virtude do feriado nos EUA.

IGP-M sai na terça-feira
Na terça-feira, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), refletindo os preços no País em maio. É também o dia em que começa a Reunião do Copom.

Nos Estados Unidos, será anunciado o Consumer Confidence, que avalia a confiança dos consumidores em maio.

Bookmark and Share

Ações da Varig quase dobram de valor, movidas por leilão de venda antecipado

Por: Rodolfo Amstalden
29/05/06 - 18h19
InfoMoney

SÃO PAULO - A 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro determinou que o leilão de venda da Varig seja antecipado para 5 de junho. Segundo o juiz Luiz Roberto Ayoub, a antiga data (9 de julho) perdeu o sentido porque se baseava em três pedidos de empréstimo visando capitalizar a companhia aérea, que foram reprovados pelo BNDES.

Investidores parecem ter avaliado com otimismo a decisão judicial. Os papéis preferenciais da Varig fecharam esta segunda-feira cotados a R$ 5,20, alta de quase 100%.

Mais sobre o leilão
As operações da Varig poderão ser vendidas de forma integral ou considerando apenas o mercado doméstico. No primeiro caso, o preço mínimo é de US$ 860 milhões; no segundo, de US$ 700 milhões. Ambas as alternativas excluem a dívida da empresa, avaliada em R$ 8 bilhões.

Só participarão das negociações empresas nacionais, que poderão contar com mais informações mediante solicitação formal a partir da próxima quarta-feira (31). Outros detalhes sairão no edital a ser publicado na terça-feira no Diário Oficial.

José Dirceu envolvido?
A revista Veja publicou no final de semana uma notícia afirmando que o ex-ministro José Dirceu seria intermediário da venda da companhia aérea para o magnata russo Boris Berezovski. Dirceu estaria negociando com o governo para que R$ 100 milhões fossem injetados no negócio através do BNDES.

Bookmark and Share

Ações da Varig quase dobram de valor, movidas por leilão de venda antecipado

Por: Rodolfo Amstalden
29/05/06 - 18h19
InfoMoney

SÃO PAULO - A 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro determinou que o leilão de venda da Varig seja antecipado para 5 de junho. Segundo o juiz Luiz Roberto Ayoub, a antiga data (9 de julho) perdeu o sentido porque se baseava em três pedidos de empréstimo visando capitalizar a companhia aérea, que foram reprovados pelo BNDES.

Investidores parecem ter avaliado com otimismo a decisão judicial. Os papéis preferenciais da Varig fecharam esta segunda-feira cotados a R$ 5,20, alta de quase 100%.

Mais sobre o leilão
As operações da Varig poderão ser vendidas de forma integral ou considerando apenas o mercado doméstico. No primeiro caso, o preço mínimo é de US$ 860 milhões; no segundo, de US$ 700 milhões. Ambas as alternativas excluem a dívida da empresa, avaliada em R$ 8 bilhões.

Só participarão das negociações empresas nacionais, que poderão contar com mais informações mediante solicitação formal a partir da próxima quarta-feira (31). Outros detalhes sairão no edital a ser publicado na terça-feira no Diário Oficial.

José Dirceu envolvido?
A revista Veja publicou no final de semana uma notícia afirmando que o ex-ministro José Dirceu seria intermediário da venda da companhia aérea para o magnata russo Boris Berezovski. Dirceu estaria negociando com o governo para que R$ 100 milhões fossem injetados no negócio através do BNDES.

Bookmark and Share

Ações da Bolsa: Bovespa forma grupo de estudos para abertura de capital

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 18h07
InfoMoney

SÃO PAULO - A Bovespa afirmou, nesta segunda-feira (29), que montou um grupo de trabalho para estudar a abertura de capital da Bolsa, em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).

A decisão, que já foi aprovada pelos Conselhos de Administração das duas entidades, foi anunciada às sociedades corretoras e acionistas da CBLC.

Atendendo requisitos
Por meio de um comunicado à imprensa, a Bovespa informa que o objetivo do estudo é atender aos novos desafios do mercado de capitais brasileiro e ao aumento da competição internacional, além de buscar a valorização dos investimentos realizados.

Segundo a Bovespa, cerca de 70% das principais bolsas do mundo já adotou a idéia de aprimoramento do modelo de abertura de capital.

Bookmark and Share

Ações da Bolsa: Bovespa forma grupo de estudos para abertura de capital

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 18h07
InfoMoney

SÃO PAULO - A Bovespa afirmou, nesta segunda-feira (29), que montou um grupo de trabalho para estudar a abertura de capital da Bolsa, em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).

A decisão, que já foi aprovada pelos Conselhos de Administração das duas entidades, foi anunciada às sociedades corretoras e acionistas da CBLC.

Atendendo requisitos
Por meio de um comunicado à imprensa, a Bovespa informa que o objetivo do estudo é atender aos novos desafios do mercado de capitais brasileiro e ao aumento da competição internacional, além de buscar a valorização dos investimentos realizados.

Segundo a Bovespa, cerca de 70% das principais bolsas do mundo já adotou a idéia de aprimoramento do modelo de abertura de capital.

Bookmark and Share

Mercado mostra cautela e dólar comercial opera em leve alta

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 15h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Em uma sessão de fraco volume financeiro, em função do feriado de Memorial Day nos EUA, o dólar comercial opera em leve alta, ilustrando a cautela dos investidores na tarde desta segunda-feira.

Sem o norte dos mercados dos EUA e em um momento de extrema volatilidade, em virtude das incertezas que rondam os mercado de países emergentes, investidores optam por uma postura mais conservadora, levando o dólar à valorização na sessão.

A semana promete ser de grande instabilidade. Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária) anuncia a nova taxa Selic, para a qual estima-se um corte de 0,50 ponto percentual - segundo a mediana das projeções do relatório Focus -, e no mesmo dia sai a ata da última reunião do Fomc, com comentários a respeito da política monetária futura nos EUA.

Dólar em alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,2460 na compra e R$ 2,2490 na venda, alta de 0,36% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,3780, representando um ágio de 5,88% em relação ao dólar comercial.

Com esta alta, o dólar acumula valorização de 7,71% em maio, frente à baixa de 1,65% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 3,19%.

Dólar futuro na BM&F também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho opera cotado a R$ 2.252, alta de 0,31% em relação ao fechamento de R$ 2.245 da última sexta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera em alta de 0,39%, atingindo R$ 2.275 frente à R$ 2.266 do fechamento de sexta-feira.

Bookmark and Share

Mercado mostra cautela e dólar comercial opera em leve alta

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 15h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Em uma sessão de fraco volume financeiro, em função do feriado de Memorial Day nos EUA, o dólar comercial opera em leve alta, ilustrando a cautela dos investidores na tarde desta segunda-feira.

Sem o norte dos mercados dos EUA e em um momento de extrema volatilidade, em virtude das incertezas que rondam os mercado de países emergentes, investidores optam por uma postura mais conservadora, levando o dólar à valorização na sessão.

A semana promete ser de grande instabilidade. Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária) anuncia a nova taxa Selic, para a qual estima-se um corte de 0,50 ponto percentual - segundo a mediana das projeções do relatório Focus -, e no mesmo dia sai a ata da última reunião do Fomc, com comentários a respeito da política monetária futura nos EUA.

Dólar em alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,2460 na compra e R$ 2,2490 na venda, alta de 0,36% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,3780, representando um ágio de 5,88% em relação ao dólar comercial.

Com esta alta, o dólar acumula valorização de 7,71% em maio, frente à baixa de 1,65% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 3,19%.

Dólar futuro na BM&F também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho opera cotado a R$ 2.252, alta de 0,31% em relação ao fechamento de R$ 2.245 da última sexta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera em alta de 0,39%, atingindo R$ 2.275 frente à R$ 2.266 do fechamento de sexta-feira.

Bookmark and Share

Ebtida das maiores empresas brasileiras cresceu mais que o esperado no 1º trimestre

Por: Marcello de Almeida
29/05/06 - 13h42
InfoMoney

SÃO PAULO - Apesar das dificuldades enfrentadas no primeiro trimestre de 2006, como um real bastante apreciado e um elevado patamar do juro básico brasileiro, a maioria das empresas não-financeiras com ações listadas na Bovespa apresentou crescimento da sua geração operacional de caixa no período, resultado que, em linhas gerais, superou as expectativas dos analistas.

De um universo de 62 companhias, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 33 empresas, ou cerca de 53% do total, superou as projeções dos analistas, enquanto outras 8 apresentaram desempenho em linha com o esperado e 21 surpreenderam de forma negativa.

Na somatória total, tendo como base a amostra em questão, o Ebitda registrado no ano passado foi de R$ 38,194 bilhões, resultado 2,5% superior aos R$ 37,275 bilhões da média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney.

Destaques positivos e negativos
Entre os destaques positivos, ênfase para os números de Coelce e Copesul, cujos Ebitdas atingiram, respectivamente, patamares 45,8% e 43,1% acima do esperado pelos analistas. Unipar, Acesita e UOL também merecem atenção, uma vez que suas gerações operacionais de caixa superaram em, respectivamente, 34,5%, 26,6% e 24,4% as projeções.

No outro extremo, aparecem Sadia e Perdigão, cujos Ebitdas frustraram em 53,1% e 33,2% os analistas. Já a geração operacional de caixa de Net, VCP, Aracruz, Telesp Fixa, CCR Rodovias, Grendene, Brasil Telecom Participações e Copel foi prevista com bastante precisão, tendo destoado da média das estimativas em menos de 1,5%.

Maiores empresas
Entre as maiores empresas brasileiras, a Petrobras apresentou um Ebitda 12,5% acima das projeções. Já geração operacional de caixa da Vale do Rio Doce surpreendeu negativamente, ao ficar 5,8% abaixo do esperado.

O Ebitda da AmBev superou as estimativas em 3,3%, enquanto os da Gerdau e da Usiminas ficaram, respectivamente, 5,4% e 7,9% aquém do prognóstico. A geração operacional de caixa da CSN ficou 9,8% abaixo das projeções.

Metodologia
Considerou-se acima do esperado o Ebitda que ficou, pelo menos, 2% acima da média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney. De forma análoga, números que ficaram mais de 2% aquém das estimativas foram classificados como abaixo do esperado.

Bookmark and Share

Ebtida das maiores empresas brasileiras cresceu mais que o esperado no 1º trimestre

Por: Marcello de Almeida
29/05/06 - 13h42
InfoMoney

SÃO PAULO - Apesar das dificuldades enfrentadas no primeiro trimestre de 2006, como um real bastante apreciado e um elevado patamar do juro básico brasileiro, a maioria das empresas não-financeiras com ações listadas na Bovespa apresentou crescimento da sua geração operacional de caixa no período, resultado que, em linhas gerais, superou as expectativas dos analistas.

De um universo de 62 companhias, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 33 empresas, ou cerca de 53% do total, superou as projeções dos analistas, enquanto outras 8 apresentaram desempenho em linha com o esperado e 21 surpreenderam de forma negativa.

Na somatória total, tendo como base a amostra em questão, o Ebitda registrado no ano passado foi de R$ 38,194 bilhões, resultado 2,5% superior aos R$ 37,275 bilhões da média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney.

Destaques positivos e negativos
Entre os destaques positivos, ênfase para os números de Coelce e Copesul, cujos Ebitdas atingiram, respectivamente, patamares 45,8% e 43,1% acima do esperado pelos analistas. Unipar, Acesita e UOL também merecem atenção, uma vez que suas gerações operacionais de caixa superaram em, respectivamente, 34,5%, 26,6% e 24,4% as projeções.

No outro extremo, aparecem Sadia e Perdigão, cujos Ebitdas frustraram em 53,1% e 33,2% os analistas. Já a geração operacional de caixa de Net, VCP, Aracruz, Telesp Fixa, CCR Rodovias, Grendene, Brasil Telecom Participações e Copel foi prevista com bastante precisão, tendo destoado da média das estimativas em menos de 1,5%.

Maiores empresas
Entre as maiores empresas brasileiras, a Petrobras apresentou um Ebitda 12,5% acima das projeções. Já geração operacional de caixa da Vale do Rio Doce surpreendeu negativamente, ao ficar 5,8% abaixo do esperado.

O Ebitda da AmBev superou as estimativas em 3,3%, enquanto os da Gerdau e da Usiminas ficaram, respectivamente, 5,4% e 7,9% aquém do prognóstico. A geração operacional de caixa da CSN ficou 9,8% abaixo das projeções.

Metodologia
Considerou-se acima do esperado o Ebitda que ficou, pelo menos, 2% acima da média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney. De forma análoga, números que ficaram mais de 2% aquém das estimativas foram classificados como abaixo do esperado.

Bookmark and Share

Planner faz um balanço de Net e Vivax e sugere manutenção dos papéis

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
29/05/06 - 09h42
InfoMoney

SÃO PAULO - A Planner publicou relatório na noite da última sexta-feira fazendo um paralelo entre as ações de Net e Vivax. Segundo a corretora, ambas as companhias de TV a cabo apresentam bom desempenho operacional, com administração satisfatória de seus negócios.

Contudo, para os papéis das duas empresas foi estabelecida a recomendação de apenas "manter", dada a expectativa da Planner de fechamento de capital da Net, decorrente da possível reestruturação na companhia, e a falta de amadurecimento da Vivax.

Net é líder, Vivax ganha espaço
Obviamente, lembra a corretora, a Net ocupa uma posição mais privilegiada, pois detém uma forte base de clientes e uma estrutura operacional mais atuante.

Em contrapartida, os analistas identificam na Vivax uma boa concorrente, que vem conquistando participação de mercado relevante.

Diferenças operacionais
Em termos operacionais, a Planner ressalta ser a principal diferença entre as duas o fato de a Vivax apresentar uma rede bidirecional mais completa, com uma nova estrutura de cabeamento e uma freqüência de dados com maior capacidade para o fluxo de informações.

Já a Net opera com uma rede de menor freqüência e uma base maior de assinantes, lembra a corretora.

Bookmark and Share

Planner faz um balanço de Net e Vivax e sugere manutenção dos papéis

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
29/05/06 - 09h42
InfoMoney

SÃO PAULO - A Planner publicou relatório na noite da última sexta-feira fazendo um paralelo entre as ações de Net e Vivax. Segundo a corretora, ambas as companhias de TV a cabo apresentam bom desempenho operacional, com administração satisfatória de seus negócios.

Contudo, para os papéis das duas empresas foi estabelecida a recomendação de apenas "manter", dada a expectativa da Planner de fechamento de capital da Net, decorrente da possível reestruturação na companhia, e a falta de amadurecimento da Vivax.

Net é líder, Vivax ganha espaço
Obviamente, lembra a corretora, a Net ocupa uma posição mais privilegiada, pois detém uma forte base de clientes e uma estrutura operacional mais atuante.

Em contrapartida, os analistas identificam na Vivax uma boa concorrente, que vem conquistando participação de mercado relevante.

Diferenças operacionais
Em termos operacionais, a Planner ressalta ser a principal diferença entre as duas o fato de a Vivax apresentar uma rede bidirecional mais completa, com uma nova estrutura de cabeamento e uma freqüência de dados com maior capacidade para o fluxo de informações.

Já a Net opera com uma rede de menor freqüência e uma base maior de assinantes, lembra a corretora.

Bookmark and Share

Focus: mercado projeta corte de 50 pontos base na Selic e eleva projeção para o PIB

Por: Camila Schoti
29/05/06 - 09h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Cumprindo sua agenda semanal, o Banco Central divulgou nesta segunda-feira, dia 29 de maio, o relatório Focus, informe que relata as projeções do mercado com base em consulta a aproximadamente cem instituições financeiras durante a semana anterior.

As projeções referem-se às principais variáveis macroeconômicas brasileiras esperadas para o mês de maio e junho, além dos dados projetados para os períodos de 2006 e 2007.

Semana de reunião do Copom
Apesar do cenário adverso verificado nas últimas semanas, o mercado continua apostando numa redução de 50 pontos base na Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) que ocorrerá nesta semana. Se implementado, o corte levará a taxa básica de juro à 15,25% ao ano.

Adicionalmente, houve um novo aumento na projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que passou para 3,59% neste ano.

Bookmark and Share

Focus: mercado projeta corte de 50 pontos base na Selic e eleva projeção para o PIB

Por: Camila Schoti
29/05/06 - 09h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Cumprindo sua agenda semanal, o Banco Central divulgou nesta segunda-feira, dia 29 de maio, o relatório Focus, informe que relata as projeções do mercado com base em consulta a aproximadamente cem instituições financeiras durante a semana anterior.

As projeções referem-se às principais variáveis macroeconômicas brasileiras esperadas para o mês de maio e junho, além dos dados projetados para os períodos de 2006 e 2007.

Semana de reunião do Copom
Apesar do cenário adverso verificado nas últimas semanas, o mercado continua apostando numa redução de 50 pontos base na Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) que ocorrerá nesta semana. Se implementado, o corte levará a taxa básica de juro à 15,25% ao ano.

Adicionalmente, houve um novo aumento na projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que passou para 3,59% neste ano.

Bookmark and Share

Para Fator, aquisição do controle da Batávia é positiva para a Perdigão

Por: Rodolfo Amstalden
29/05/06 - 09h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Na última sexta-feira, a Perdigão anunciou a aquisição do controle da Batávia, segmento de laticínios da Parmalat no Brasil. Foram gastos R$ 101 milhões com a operação, valor a ser debitado do caixa formado no primeiro trimestre do ano.

Na opinião da Fator Corretora, a notícia é positiva. Destaque para a diversificação do portifólio de vendas, que resulta em menor exposição para o segmento de carnes, que não está vivendo um bom 2006.

Os analistas ressaltam ainda a possibilidade de sinergias, e prevêem que a margem Ebitda (geração operacional de caixa / receita líquida) da Batávia cresça de 6% para 16% até 2007, superando a própria Perdigão.

Recomendação
A Fator avalia que as ações da Perdigão devem subir no curto prazo por conta da notícia. De fato, na sexta-feira elas fecharam com forte valorização de 5,00%.

Mesmo assim, a corretora recomenda "manutenção" para os papéis, que têm preço-alvo traçado em R$ 27,67 visando dezembro de 2006.

Mais sobre a Batávia
A Batávia possui participação de 13% no mercado de laticínios brasileiros, ficando na terceira posição do segmento. Seus principais produtos são leites, iogurtes e bebidas à base de soja, comercializados sob a marca Batavo.

Bookmark and Share

Para Fator, aquisição do controle da Batávia é positiva para a Perdigão

Por: Rodolfo Amstalden
29/05/06 - 09h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Na última sexta-feira, a Perdigão anunciou a aquisição do controle da Batávia, segmento de laticínios da Parmalat no Brasil. Foram gastos R$ 101 milhões com a operação, valor a ser debitado do caixa formado no primeiro trimestre do ano.

Na opinião da Fator Corretora, a notícia é positiva. Destaque para a diversificação do portifólio de vendas, que resulta em menor exposição para o segmento de carnes, que não está vivendo um bom 2006.

Os analistas ressaltam ainda a possibilidade de sinergias, e prevêem que a margem Ebitda (geração operacional de caixa / receita líquida) da Batávia cresça de 6% para 16% até 2007, superando a própria Perdigão.

Recomendação
A Fator avalia que as ações da Perdigão devem subir no curto prazo por conta da notícia. De fato, na sexta-feira elas fecharam com forte valorização de 5,00%.

Mesmo assim, a corretora recomenda "manutenção" para os papéis, que têm preço-alvo traçado em R$ 27,67 visando dezembro de 2006.

Mais sobre a Batávia
A Batávia possui participação de 13% no mercado de laticínios brasileiros, ficando na terceira posição do segmento. Seus principais produtos são leites, iogurtes e bebidas à base de soja, comercializados sob a marca Batavo.

Bookmark and Share

Bolsa: analistas continuam otimistas, mas recomendam cautela aos investidores

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Tendo em vista a carregada agenda de indicadores econômicos desta semana, analistas recomendam cautela aos investidores.

Apesar de ressaltarem que os fundamentos da economia doméstica seguem equilibrados e que o recente histórico de desvalorização pode ter criado boas oportunidades de investimento na Bovespa, acredita-se que a volatilidade tende a seguir elevada, assim como a correlação com os mercados externos.

Nesta segunda-feira não haverá a influência das bolsas norte-americanas, que não vão funcionar por conta do feriado em comemoração ao Memorial Day. Já na Europa, as bolsas operam em queda. Na Ásia, o mercado fechou o dia sem tendência definida. O petróleo iniciou suas negociações em leve alta em Londres.

A agenda econômica desta sessão não é muito expressiva. Porém, traz informações relevantes sobre a economia brasileira. O Banco Central divulga o relatório Focus, e sairão também os dados da balança comercial brasileira, denotando exportações e importações na semana anterior.

Mercado de câmbio
No mercado de câmbio, assim como na Bovespa, o volume de negociações tende a ser reduzido, uma vez que a participação dos investidores norte-americanos será menor. As incertezas em relação ao futuro dos Fed Funds continuam elevadas, o que pode pressionar a cotação do Real.

No entanto, analistas ressaltam que o país continua registrando um bom desempenho comercial e ainda se apresenta como uma interessante opção de investimentos para os investidores estrangeiros.

Bookmark and Share

Bolsa: analistas continuam otimistas, mas recomendam cautela aos investidores

Por: Equipe InfoMoney
29/05/06 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Tendo em vista a carregada agenda de indicadores econômicos desta semana, analistas recomendam cautela aos investidores.

Apesar de ressaltarem que os fundamentos da economia doméstica seguem equilibrados e que o recente histórico de desvalorização pode ter criado boas oportunidades de investimento na Bovespa, acredita-se que a volatilidade tende a seguir elevada, assim como a correlação com os mercados externos.

Nesta segunda-feira não haverá a influência das bolsas norte-americanas, que não vão funcionar por conta do feriado em comemoração ao Memorial Day. Já na Europa, as bolsas operam em queda. Na Ásia, o mercado fechou o dia sem tendência definida. O petróleo iniciou suas negociações em leve alta em Londres.

A agenda econômica desta sessão não é muito expressiva. Porém, traz informações relevantes sobre a economia brasileira. O Banco Central divulga o relatório Focus, e sairão também os dados da balança comercial brasileira, denotando exportações e importações na semana anterior.

Mercado de câmbio
No mercado de câmbio, assim como na Bovespa, o volume de negociações tende a ser reduzido, uma vez que a participação dos investidores norte-americanos será menor. As incertezas em relação ao futuro dos Fed Funds continuam elevadas, o que pode pressionar a cotação do Real.

No entanto, analistas ressaltam que o país continua registrando um bom desempenho comercial e ainda se apresenta como uma interessante opção de investimentos para os investidores estrangeiros.

Bookmark and Share

domingo, maio 28, 2006

Cosan to Sell U.S Shares to Finance Expansion, CFO Diniz Says

May 17 (Bloomberg) -- Cosan SA Industria e Comercio, the world's biggest sugarcane processor, plans to sell American depositary receipts to finance acquisitions and expansions, as demand for sugar-based ethanol fuel soars.

Cosan is seeking to double its size in six years and raise its market share to 20 percent, Chief Financial Officer Paulo Diniz said. The sale of ADRs on the New York Stock Exchange is likely to come in the next 18-to-24 months, Diniz, 48, said in an interview in the Piracicaba, Brazil-based company's Sao Paulo offices.

Cosan sales have risen as sugar prices more than doubled in the past 12 months, the second-best performance of world commodities, driven by demand for ethanol fuel and the sugarcane used to make it. Developed countries including the U.S. are requiring refiners to boost ethanol use as they phase out more- polluting additives such as MTBE, or methyl tertiary butyl ether. U.S. law requires refiners to increase ethanol consumption by 11 percent a year through 2012.

"High oil prices have made ethanol fuel very competitive" Diniz said. "If protectionist tariffs were eliminated by the U.S., the sugar industry could grow significantly."

The U.S. has had a 54 cent a gallon tariff on ethanol imports from countries outside the Caribbean and Central America since 1980.

Cosan's sugar and ethanol production capacity has increased by 20 percent to 25 percent in the past few years, Diniz said.

Ethanol's is contributing more of the company's revenue, he said. In the first nine months of the fiscal year ended in March, the fuel accounted for 35 percent of Cosan's sales, up from 27 percent a year earlier, Diniz said.

Initial Offering

Cosan raised 770 million reais ($356 million) in an initial public offering in November. The company sold $450 million of perpetual bonds, which don't have a set maturity, in January to help fund buyouts and expansion of plants. Credit Suisse Group and Morgan Stanley managed the bond sale.

Cosan's doubling in size "will be done by raising money in a series of transactions that include selling debt and capital" Diniz said. "Selling ADRs on the NYSE is a very attractive part of this strategy."

Tapping international markets, including the sale of depositary receipts, will depend on the pace of the company's acquisitions, Diniz said. The company plans to spend $400 million on acquisitions in coming years to boost production.

"If rising sugar and ethanol prices drive up the cost of acquisitions, then we would hold off plans to raise money'' he said.

Cosan projects that sugar will trade at between 15 cents a pound and 18 cents a pound and the Brazilian real will trade at 2.10 per dollar to 2.20 per dollar by yearend, he said.

Sugar Price

Raw sugar for May delivery fell 0.03 cents, or 0.2 percent, to 17.00 cents a pound at the New York Board of Trade 11:35 a.m. New York time.

The Brazilian currency has gained 14 percent in the past year, the second best performance among 62 currencies tracked by Bloomberg.

The strengthening of the real will crimp export revenue in the fiscal year that ended in March, Diniz said. He expects exports of sugar and ethanol to account for 55 percent of Cosan's revenue, down from 60 percent in the year earlier.

Cosan gets fewer reais for its exports because of the appreciation of the Brazilian currency against the dollar, Diniz said. Cosan is scheduled to report its fiscal year results to the securities regulator next month.

Bookmark and Share

Cosan to Sell U.S Shares to Finance Expansion, CFO Diniz Says

May 17 (Bloomberg) -- Cosan SA Industria e Comercio, the world's biggest sugarcane processor, plans to sell American depositary receipts to finance acquisitions and expansions, as demand for sugar-based ethanol fuel soars.

Cosan is seeking to double its size in six years and raise its market share to 20 percent, Chief Financial Officer Paulo Diniz said. The sale of ADRs on the New York Stock Exchange is likely to come in the next 18-to-24 months, Diniz, 48, said in an interview in the Piracicaba, Brazil-based company's Sao Paulo offices.

Cosan sales have risen as sugar prices more than doubled in the past 12 months, the second-best performance of world commodities, driven by demand for ethanol fuel and the sugarcane used to make it. Developed countries including the U.S. are requiring refiners to boost ethanol use as they phase out more- polluting additives such as MTBE, or methyl tertiary butyl ether. U.S. law requires refiners to increase ethanol consumption by 11 percent a year through 2012.

"High oil prices have made ethanol fuel very competitive" Diniz said. "If protectionist tariffs were eliminated by the U.S., the sugar industry could grow significantly."

The U.S. has had a 54 cent a gallon tariff on ethanol imports from countries outside the Caribbean and Central America since 1980.

Cosan's sugar and ethanol production capacity has increased by 20 percent to 25 percent in the past few years, Diniz said.

Ethanol's is contributing more of the company's revenue, he said. In the first nine months of the fiscal year ended in March, the fuel accounted for 35 percent of Cosan's sales, up from 27 percent a year earlier, Diniz said.

Initial Offering

Cosan raised 770 million reais ($356 million) in an initial public offering in November. The company sold $450 million of perpetual bonds, which don't have a set maturity, in January to help fund buyouts and expansion of plants. Credit Suisse Group and Morgan Stanley managed the bond sale.

Cosan's doubling in size "will be done by raising money in a series of transactions that include selling debt and capital" Diniz said. "Selling ADRs on the NYSE is a very attractive part of this strategy."

Tapping international markets, including the sale of depositary receipts, will depend on the pace of the company's acquisitions, Diniz said. The company plans to spend $400 million on acquisitions in coming years to boost production.

"If rising sugar and ethanol prices drive up the cost of acquisitions, then we would hold off plans to raise money'' he said.

Cosan projects that sugar will trade at between 15 cents a pound and 18 cents a pound and the Brazilian real will trade at 2.10 per dollar to 2.20 per dollar by yearend, he said.

Sugar Price

Raw sugar for May delivery fell 0.03 cents, or 0.2 percent, to 17.00 cents a pound at the New York Board of Trade 11:35 a.m. New York time.

The Brazilian currency has gained 14 percent in the past year, the second best performance among 62 currencies tracked by Bloomberg.

The strengthening of the real will crimp export revenue in the fiscal year that ended in March, Diniz said. He expects exports of sugar and ethanol to account for 55 percent of Cosan's revenue, down from 60 percent in the year earlier.

Cosan gets fewer reais for its exports because of the appreciation of the Brazilian currency against the dollar, Diniz said. Cosan is scheduled to report its fiscal year results to the securities regulator next month.

Bookmark and Share

sexta-feira, maio 26, 2006

Sustentado por controle inflacionário, Ibovespa segue se recuperando

Por: Equipe InfoMoney
26/05/06 - 15h18
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao movimento de recuperação, o Ibovespa apresenta alta de 1,71% nesta tarde, ao patamar de 38.210 pontos. O índice com 56 das ações mais negociadas da Bolsa de Valores de São Paulo tem volume financeiro de R$ 1,7 bilhão até o momento.

A valorização nesta sexta-feira é beneficiada pelo controle da inflação brasileira - denotado no IPCA-15 e na terceira prévia do IPC-Fipe - e norte-americana - o PCE (Personal Consumption Expenditures) veio em linha com as expectativas.

Ações do BB disparam mais uma vez
O destaque positivo da sessão fica com as ações ordinárias do Banco do Brasil, que registram valorização de 8,77% e são cotadas a R$ 62,00. Com essa variação, a alta acumulada desde o início do ano chega a 52,36%.

Depois da baixa em seis pregões seguidos - desvalorização acumulada de mais de 20% - o mercado segue corrigindo a cotação dos papéis do banco com base em bons fundamentos.

Quanto ao pior desempenho, é representado pelos papéis ordinários da Arcelor Brasil, que são cotados a R$ 33,85 e apresentam forte baixa de 3,83%. A percepção de fracasso da fusão global entre a Arcelor e a Mittal Steel afeta o desempenho das ações.

Bookmark and Share

Sustentado por controle inflacionário, Ibovespa segue se recuperando

Por: Equipe InfoMoney
26/05/06 - 15h18
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao movimento de recuperação, o Ibovespa apresenta alta de 1,71% nesta tarde, ao patamar de 38.210 pontos. O índice com 56 das ações mais negociadas da Bolsa de Valores de São Paulo tem volume financeiro de R$ 1,7 bilhão até o momento.

A valorização nesta sexta-feira é beneficiada pelo controle da inflação brasileira - denotado no IPCA-15 e na terceira prévia do IPC-Fipe - e norte-americana - o PCE (Personal Consumption Expenditures) veio em linha com as expectativas.

Ações do BB disparam mais uma vez
O destaque positivo da sessão fica com as ações ordinárias do Banco do Brasil, que registram valorização de 8,77% e são cotadas a R$ 62,00. Com essa variação, a alta acumulada desde o início do ano chega a 52,36%.

Depois da baixa em seis pregões seguidos - desvalorização acumulada de mais de 20% - o mercado segue corrigindo a cotação dos papéis do banco com base em bons fundamentos.

Quanto ao pior desempenho, é representado pelos papéis ordinários da Arcelor Brasil, que são cotados a R$ 33,85 e apresentam forte baixa de 3,83%. A percepção de fracasso da fusão global entre a Arcelor e a Mittal Steel afeta o desempenho das ações.

Bookmark and Share

Cronograma da oferta pública de BDRs da GP Investiments sofrerá alterações

Por: Fernanda Senra
26/05/06 - 14h01
InfoMoney

SÃO PAULO - Nesta sexta-feira, a GP Investiments divulgou aviso ao mercado comunicando que o cronograma originalmente previsto para a oferta pública primária de BDRs sofrerá alterações em função da não implementação da condição suspensiva, descrita no prospecto preliminar.

A companhia e o coordenador líder também informaram que assim que a referida condição suspensiva for implementada, o novo cronograma da oferta pública brasileira será republicado e, exceto por esta alteração no cronograma, todas as demais condições da operação ficam mantidas.

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ainda não possui informações a respeito dos motivos que levaram a companhia a suspender a oferta, mas, segundo analistas, existe a possibilidade de a empresa ter optado pela suspensão em função das atuais condições de mercado.

Investidores não-institucionais poderão desistir
Diante disto, os investidores não-institucionais que tenham realizado seus pedidos de reserva até a data de publicação do aviso poderão desistir do pedido, desde que informem sua decisão à instituição participante da oferta que o tenha recebido até as 11h30 do último dia útil anterior à data de liquidação que vier a ser fixada no novo cronograma.

Caso o investidor não-institucional não informe sua decisão de desistir do pedido de reserva dentro do prazo estipulado, o pedido de reserva será considerado válido e o investidor deverá efetuar o pagamento do valor do investimento na data de liquidação da oferta brasileira.

Bookmark and Share

Cronograma da oferta pública de BDRs da GP Investiments sofrerá alterações

Por: Fernanda Senra
26/05/06 - 14h01
InfoMoney

SÃO PAULO - Nesta sexta-feira, a GP Investiments divulgou aviso ao mercado comunicando que o cronograma originalmente previsto para a oferta pública primária de BDRs sofrerá alterações em função da não implementação da condição suspensiva, descrita no prospecto preliminar.

A companhia e o coordenador líder também informaram que assim que a referida condição suspensiva for implementada, o novo cronograma da oferta pública brasileira será republicado e, exceto por esta alteração no cronograma, todas as demais condições da operação ficam mantidas.

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ainda não possui informações a respeito dos motivos que levaram a companhia a suspender a oferta, mas, segundo analistas, existe a possibilidade de a empresa ter optado pela suspensão em função das atuais condições de mercado.

Investidores não-institucionais poderão desistir
Diante disto, os investidores não-institucionais que tenham realizado seus pedidos de reserva até a data de publicação do aviso poderão desistir do pedido, desde que informem sua decisão à instituição participante da oferta que o tenha recebido até as 11h30 do último dia útil anterior à data de liquidação que vier a ser fixada no novo cronograma.

Caso o investidor não-institucional não informe sua decisão de desistir do pedido de reserva dentro do prazo estipulado, o pedido de reserva será considerado válido e o investidor deverá efetuar o pagamento do valor do investimento na data de liquidação da oferta brasileira.

Bookmark and Share

Gerdau anuncia programa de recompra de ações nesta sexta-feira

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 11h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A Gerdau anunciou há pouco os detalhes de um programa de recompra de ações, deliberado pelo Conselho de Administração da empresa nesta sexta-feira.

Segundo comunicado divulgado pela siderúrgica gaúcha, as aquisições, que compreenderão ações tanto da Metalúrgica Gerdau quanto da Gerdau S.A., serão realizadas utilizando-se de disponibilidades suportadas por reservas de lucros existentes.

Limites do programa
Serão adquiridas até 1,5 milhão de ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau, representando aproximadamente 1,25% das ações preferenciais em circulação para permanência em tesouraria e posterior cancelamento.

Da Gerdau S.A., as compras podem ir até 3 milhões de ações preferenciais, representando aproximadamente 1,02% das ações preferenciais em circulação. Os papéis permanecerão em tesouraria para atender ao Programa de Incentivo de Longo Prazo da Companhia ou posterior cancelamento.

A autorização do Conselho vigorará por um prazo máximo de 60 dias, ou seja, até o próximo dia 24 de julho de 2006, cabendo às Diretorias fixar as quantidades de ações e a oportunidade de cada operação.

Papéis operam em alta
Após o anúncio da operação, as ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau operam em alta de 3,11%, seguidas de perto pelas ações preferenciais da Gerdau S.A., em alta de 2,91%.

Bookmark and Share

Gerdau anuncia programa de recompra de ações nesta sexta-feira

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 11h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A Gerdau anunciou há pouco os detalhes de um programa de recompra de ações, deliberado pelo Conselho de Administração da empresa nesta sexta-feira.

Segundo comunicado divulgado pela siderúrgica gaúcha, as aquisições, que compreenderão ações tanto da Metalúrgica Gerdau quanto da Gerdau S.A., serão realizadas utilizando-se de disponibilidades suportadas por reservas de lucros existentes.

Limites do programa
Serão adquiridas até 1,5 milhão de ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau, representando aproximadamente 1,25% das ações preferenciais em circulação para permanência em tesouraria e posterior cancelamento.

Da Gerdau S.A., as compras podem ir até 3 milhões de ações preferenciais, representando aproximadamente 1,02% das ações preferenciais em circulação. Os papéis permanecerão em tesouraria para atender ao Programa de Incentivo de Longo Prazo da Companhia ou posterior cancelamento.

A autorização do Conselho vigorará por um prazo máximo de 60 dias, ou seja, até o próximo dia 24 de julho de 2006, cabendo às Diretorias fixar as quantidades de ações e a oportunidade de cada operação.

Papéis operam em alta
Após o anúncio da operação, as ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau operam em alta de 3,11%, seguidas de perto pelas ações preferenciais da Gerdau S.A., em alta de 2,91%.

Bookmark and Share

Google responde à Microsoft e fecha acordo de softwares com a Dell

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 10h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Google e Dell anunciaram nesta sexta-feira (26) um acordo que prevê a instalação de softwares do Google na configuração de fábrica dos PCs montados pela Dell, que é a maior fabricante de computadores pessoais do mundo.

Os softwares instalados incluiriam uma ferramenta para buscas tanto na internet quanto no desktop, além de uma barra de ferramentas com a marca Google.

Analistas comentam que o acordo é uma resposta do Google ao desenvolvimento de uma ferramenta de busca pela Microsoft.

Há mais por vir
O CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou nesta sexta-feira que este é apenas "o primeiro de muitos" acordos entre as empresas e que "provavelmente há mais coisas por vir".

Schmidt também deixou claro que as receitas obtidas pelas empresas serão divididas entre as partes, mas se recusou a entrar nos detalhes do acordo.

Inicialmente, a operação prevê a instalação do pacote Google em 100 milhões de máquinas Dell.

Bookmark and Share

Google responde à Microsoft e fecha acordo de softwares com a Dell

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 10h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Google e Dell anunciaram nesta sexta-feira (26) um acordo que prevê a instalação de softwares do Google na configuração de fábrica dos PCs montados pela Dell, que é a maior fabricante de computadores pessoais do mundo.

Os softwares instalados incluiriam uma ferramenta para buscas tanto na internet quanto no desktop, além de uma barra de ferramentas com a marca Google.

Analistas comentam que o acordo é uma resposta do Google ao desenvolvimento de uma ferramenta de busca pela Microsoft.

Há mais por vir
O CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou nesta sexta-feira que este é apenas "o primeiro de muitos" acordos entre as empresas e que "provavelmente há mais coisas por vir".

Schmidt também deixou claro que as receitas obtidas pelas empresas serão divididas entre as partes, mas se recusou a entrar nos detalhes do acordo.

Inicialmente, a operação prevê a instalação do pacote Google em 100 milhões de máquinas Dell.

Bookmark and Share

Arcelor anuncia aquisição de siderúrgica russa e bloqueia negócio com a Mittal

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 09h02
InfoMoney

SÃO PAULO - A Arcelor anunciou nesta sexta-feira que chegou a um acordo para a aquisição da Severstal, maior fabricante de aços da Rússia, em um negócio que criará a maior e mais rentável siderúrgica do mundo.

Avaliado em € 13 bilhões, o negócio deve bloquear a aquisição da Arcelor pela Mittal, que vem se arrastando desde o início do ano.

Mittal Steel critica compra da siderúrgica russa
O porta-voz da Mittal afirmou que a aquisição da Severstal prejudica os acionistas da Arcelor e que a diretoria da empresa estaria manipulando os acionistas para seus próprios fins.

O CEO da Arcelor, Guy Dollè, no entanto, defendeu-se da acusação e disse que a aquisição da Severstal já vinha sendo estudada há três anos e que a proposta da Mittal apenas acelerou o processo.

Vale lembrar que na sexta-feira da semana passada, a Mittal havia elevado a proposta de aquisição da siderúrgica européia em mais de 30%, para € 23 bilhões.

Aquisição bloquearia fusão entre Arcelor e Mittal
Analistas acreditam que com a confirmação da aquisição da Severstal, o negócio entre Arcelor e Mittal deve fracassar, uma vez que o valor de mercado da Arcelor cresceria excessivamente.

Para a conclusão deste, porém, a proposta de aquisição deve ainda ser aprovada pela maioria dos acionistas da Arcelor. Guy Dollè, no entanto, acredita que essa maioria será obtida sem problemas.

40% do Ebitda no Brasil e na Rússia
A nova empresa, criada a partir da união entre Arcelor e Severstal, teria cerca de 40% de seu Ebitda (geração operacional de caixa) gerado no Brasil e na Rússia, regiões com elevado grau de eficiência na produção de aço.

A empresa seria líder de mercado na Europa, na Rússia e na América do Sul, além de ocupar posição de destaque na América do Norte.

Bookmark and Share

Arcelor anuncia aquisição de siderúrgica russa e bloqueia negócio com a Mittal

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/05/06 - 09h02
InfoMoney

SÃO PAULO - A Arcelor anunciou nesta sexta-feira que chegou a um acordo para a aquisição da Severstal, maior fabricante de aços da Rússia, em um negócio que criará a maior e mais rentável siderúrgica do mundo.

Avaliado em € 13 bilhões, o negócio deve bloquear a aquisição da Arcelor pela Mittal, que vem se arrastando desde o início do ano.

Mittal Steel critica compra da siderúrgica russa
O porta-voz da Mittal afirmou que a aquisição da Severstal prejudica os acionistas da Arcelor e que a diretoria da empresa estaria manipulando os acionistas para seus próprios fins.

O CEO da Arcelor, Guy Dollè, no entanto, defendeu-se da acusação e disse que a aquisição da Severstal já vinha sendo estudada há três anos e que a proposta da Mittal apenas acelerou o processo.

Vale lembrar que na sexta-feira da semana passada, a Mittal havia elevado a proposta de aquisição da siderúrgica européia em mais de 30%, para € 23 bilhões.

Aquisição bloquearia fusão entre Arcelor e Mittal
Analistas acreditam que com a confirmação da aquisição da Severstal, o negócio entre Arcelor e Mittal deve fracassar, uma vez que o valor de mercado da Arcelor cresceria excessivamente.

Para a conclusão deste, porém, a proposta de aquisição deve ainda ser aprovada pela maioria dos acionistas da Arcelor. Guy Dollè, no entanto, acredita que essa maioria será obtida sem problemas.

40% do Ebitda no Brasil e na Rússia
A nova empresa, criada a partir da união entre Arcelor e Severstal, teria cerca de 40% de seu Ebitda (geração operacional de caixa) gerado no Brasil e na Rússia, regiões com elevado grau de eficiência na produção de aço.

A empresa seria líder de mercado na Europa, na Rússia e na América do Sul, além de ocupar posição de destaque na América do Norte.

Bookmark and Share

Mercados futuros indicam abertura em alta das bolsas norte-americanas

Por: Equipe InfoMoney
26/05/06 - 09h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta sexta-feira, os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange (CME), como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA. Contudo, os índices apresentam expressiva volatilidade nesta manhã.

Futuros de S&P 500 e Nasdaq 100 operam em alta
O contrato futuro do S&P500 opera a 1.281 pontos, alta de 6,25 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 1.279,13 pontos, alta de 0,49% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.606,24 pontos, alta de 0,41% frente ao fechamento de quinta-feira. O contrato futuro negociava há instantes a 1.610,5 pontos, 6,56 pontos acima do valor justo.

Contratos futuros indicam sentimento do mercado
Os contratos futuros de índices negociados na CME são importantes indicadores usados para determinar a tendência de abertura das bolsas norte-americanas.

Por negociarem quase 24 horas por dia, estes contratos são geralmente os primeiros a absorverem o impacto de eventos divulgados fora do horário normal de funcionamento da bolsa que afetam o mercado, como divulgação de resultados corporativos, fatos políticos, etc.

Os contratos de índice são negociados no pregão da CME durante o funcionamento das bolsas e também no sistema eletrônico Globex entre 16h45 e 09h15, horário de Nova York.

Bookmark and Share

Mercados futuros indicam abertura em alta das bolsas norte-americanas

Por: Equipe InfoMoney
26/05/06 - 09h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta sexta-feira, os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange (CME), como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA. Contudo, os índices apresentam expressiva volatilidade nesta manhã.

Futuros de S&P 500 e Nasdaq 100 operam em alta
O contrato futuro do S&P500 opera a 1.281 pontos, alta de 6,25 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 1.279,13 pontos, alta de 0,49% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.606,24 pontos, alta de 0,41% frente ao fechamento de quinta-feira. O contrato futuro negociava há instantes a 1.610,5 pontos, 6,56 pontos acima do valor justo.

Contratos futuros indicam sentimento do mercado
Os contratos futuros de índices negociados na CME são importantes indicadores usados para determinar a tendência de abertura das bolsas norte-americanas.

Por negociarem quase 24 horas por dia, estes contratos são geralmente os primeiros a absorverem o impacto de eventos divulgados fora do horário normal de funcionamento da bolsa que afetam o mercado, como divulgação de resultados corporativos, fatos políticos, etc.

Os contratos de índice são negociados no pregão da CME durante o funcionamento das bolsas e também no sistema eletrônico Globex entre 16h45 e 09h15, horário de Nova York.

Bookmark and Share

Turbulência nos mercados emergentes é apenas uma correção, diz Citigroup

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
26/05/06 - 09h54
InfoMoney

SÃO PAULO - A turbulência recente nos mercados emergentes é uma correção significativa, mas não chega a ser um esfacelamento das condições outrora favoráveis para essas economias. A interpretação é do Citigroup, evidenciada em relatório publicado na última quarta-feira.

Mais ainda, os analistas do banco acreditam que a correção em pauta criará oportunidades de entrada mais interessantes nos mercados de títulos da dívida de tais países e câmbio, à medida que a volatilidade corrente se estabilize.

Uma correção significativa, mas nada mais
Justificando sua perspectiva de que a turbulência atual é apenas uma correção (significativa, é verdade), o Citi lembra que os indicadores de crédito das economias emergentes se mantêm sólidos e o ritmo de crescimento mundial deve permanecer robusto.

Ademais, o banco ressalta que não considera a inflação norte-americana o risco central para os mercados, além de acreditar que o temor de descontrole no nível geral de preços deve arrefecer.

Embora faça tais considerações, o Citigroup pondera que a correção ainda não chegou a seu final e novos ajustes estão por vir.

Bookmark and Share

Turbulência nos mercados emergentes é apenas uma correção, diz Citigroup

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
26/05/06 - 09h54
InfoMoney

SÃO PAULO - A turbulência recente nos mercados emergentes é uma correção significativa, mas não chega a ser um esfacelamento das condições outrora favoráveis para essas economias. A interpretação é do Citigroup, evidenciada em relatório publicado na última quarta-feira.

Mais ainda, os analistas do banco acreditam que a correção em pauta criará oportunidades de entrada mais interessantes nos mercados de títulos da dívida de tais países e câmbio, à medida que a volatilidade corrente se estabilize.

Uma correção significativa, mas nada mais
Justificando sua perspectiva de que a turbulência atual é apenas uma correção (significativa, é verdade), o Citi lembra que os indicadores de crédito das economias emergentes se mantêm sólidos e o ritmo de crescimento mundial deve permanecer robusto.

Ademais, o banco ressalta que não considera a inflação norte-americana o risco central para os mercados, além de acreditar que o temor de descontrole no nível geral de preços deve arrefecer.

Embora faça tais considerações, o Citigroup pondera que a correção ainda não chegou a seu final e novos ajustes estão por vir.

Bookmark and Share

Renda do trabalhador norte-americano subiu menos do que o esperado por analistas

Por: Cintia Lucas
26/05/06 - 09h43
InfoMoney

SÃO PAULO - O Departamento do Comércio dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira, o resultado das pesquisas sobre a renda e gasto dos cidadãos norte-americanos referente ao mês de abril.

No período analisado o Personal Income, que se refere à renda dos norte-americanos, reportou uma elevação de 0,5%, ficando abaixo das expectativas de 0,7% e em linha com o índice revisado do mês anterior, que também havia sido de 0,5%.

Já o Personal Spending, referente aos gastos dos habitantes dos Estados Unidos, registrou alta de 0,6%, resultado em linha com as expectativas e acima do índice revisado do mês anterior, que foi de 0,5%.

Conheça o indicador
O Bureau of Economic Analysis do Departamento do Comércio dos EUA divulga mensalmente pesquisa sobre a renda individual dos cidadãos norte-americanos, e leva em consideração os salários, rendas de aluguel, auxílio-governamental e renda financeira.

Vale ressaltar que o valor do nível de renda pode ser utilizado como termômetro do poder de compra dos consumidores, e conseqüentemente, da situação da atividade econômica local.

Bookmark and Share

Renda do trabalhador norte-americano subiu menos do que o esperado por analistas

Por: Cintia Lucas
26/05/06 - 09h43
InfoMoney

SÃO PAULO - O Departamento do Comércio dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira, o resultado das pesquisas sobre a renda e gasto dos cidadãos norte-americanos referente ao mês de abril.

No período analisado o Personal Income, que se refere à renda dos norte-americanos, reportou uma elevação de 0,5%, ficando abaixo das expectativas de 0,7% e em linha com o índice revisado do mês anterior, que também havia sido de 0,5%.

Já o Personal Spending, referente aos gastos dos habitantes dos Estados Unidos, registrou alta de 0,6%, resultado em linha com as expectativas e acima do índice revisado do mês anterior, que foi de 0,5%.

Conheça o indicador
O Bureau of Economic Analysis do Departamento do Comércio dos EUA divulga mensalmente pesquisa sobre a renda individual dos cidadãos norte-americanos, e leva em consideração os salários, rendas de aluguel, auxílio-governamental e renda financeira.

Vale ressaltar que o valor do nível de renda pode ser utilizado como termômetro do poder de compra dos consumidores, e conseqüentemente, da situação da atividade econômica local.

Bookmark and Share

Ibovespa: forte recuperação desta quinta-feira reflete o cenário externo

Por: Cauê Todeschini de Assunção
25/05/06 - 18h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Após seis sessões consecutivas de queda e perdas acumuladas de mais de 9%, o Ibovespa recuperou-se nesta quinta-feira (25), com um avanço de quase de 5%, a sua maior alta desde maio de 2004.

Aliás, a volatilidade do índice desde o início do movimento de correção do mercado, no último dia 10, tem sido impressionante. Foram 12 sessões e em 5 delas o Ibovespa oscilou pelo menos 2%. Dessas cinco, em uma a variação ficou na casa dos 3% e em outra dos 4%.

Mercados emergentes registraram altas
O movimento de ajuste do mercado brasileiro nesta quinta-feira teve muito a ver com o cenário externo, onde as bolsas de outros países emergentes, como Rússia (+4,13%), México (+3,19%) e Turquia (+1,74%) também registraram fortes altas.

Os investidores acreditam que, com o avanço menor do que o esperado do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos, no primeiro trimestre, o Fed seja compelido a interromper o ciclo de alta do juro básico no país.

Cabe lembrar que os temores relativos aos rumos da política monetária norte-americana são um dos principais fatores que motivam a correção nos mercados emergentes.

Commodities também se recuperaram
Outra notícia positiva para os mercados emergentes foi a retomada da valorização das cotações das commodities nesta quinta-feira.

O índice Reuters/Jefferies, que inclui as principais commodities negociadas no mercado internacional, avançou 3,84%. O petróleo, por sua vez, subiu cerca de 2%, permanecendo acima dos US$ 70 tanto em Londres quanto em Nova York.

Os produtos foram pressionados em sessões anteriores, reagindo às especulações de que a trajetória ascendente das taxas de juros nas economias centrais pudesse arrefecer o crescimento global.

Bookmark and Share

Ibovespa: forte recuperação desta quinta-feira reflete o cenário externo

Por: Cauê Todeschini de Assunção
25/05/06 - 18h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Após seis sessões consecutivas de queda e perdas acumuladas de mais de 9%, o Ibovespa recuperou-se nesta quinta-feira (25), com um avanço de quase de 5%, a sua maior alta desde maio de 2004.

Aliás, a volatilidade do índice desde o início do movimento de correção do mercado, no último dia 10, tem sido impressionante. Foram 12 sessões e em 5 delas o Ibovespa oscilou pelo menos 2%. Dessas cinco, em uma a variação ficou na casa dos 3% e em outra dos 4%.

Mercados emergentes registraram altas
O movimento de ajuste do mercado brasileiro nesta quinta-feira teve muito a ver com o cenário externo, onde as bolsas de outros países emergentes, como Rússia (+4,13%), México (+3,19%) e Turquia (+1,74%) também registraram fortes altas.

Os investidores acreditam que, com o avanço menor do que o esperado do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos, no primeiro trimestre, o Fed seja compelido a interromper o ciclo de alta do juro básico no país.

Cabe lembrar que os temores relativos aos rumos da política monetária norte-americana são um dos principais fatores que motivam a correção nos mercados emergentes.

Commodities também se recuperaram
Outra notícia positiva para os mercados emergentes foi a retomada da valorização das cotações das commodities nesta quinta-feira.

O índice Reuters/Jefferies, que inclui as principais commodities negociadas no mercado internacional, avançou 3,84%. O petróleo, por sua vez, subiu cerca de 2%, permanecendo acima dos US$ 70 tanto em Londres quanto em Nova York.

Os produtos foram pressionados em sessões anteriores, reagindo às especulações de que a trajetória ascendente das taxas de juros nas economias centrais pudesse arrefecer o crescimento global.

Bookmark and Share
Copyright © 2002 / 2014 HorusStrategy.com.br. Horus Strategy é marca registrada. Todos os direitos reservados.