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sexta-feira, abril 28, 2006

Dólar permanece abaixo de R$ 2,10 e Bovespa se recupera

DENYSE GODOY
da Folha Online

O dólar comercial segue negociado abaixo dos R$ 2,10 nesta tarde. Às 13h45, a moeda norte-americana acompanhava o risco-país, que caía 1,35%, para 218 pontos, e tinha baixa de 0,61%, a R$ 2,092 --menor valor desde março de 2001. A Bovespa também recuperava parte das perdas de ontem, subindo 1,08% no mesmo horário, aos 40.184 pontos, com giro de R$ 1,079 bilhão.

No mercado de câmbio, a sinalização de Ben Bernanke, presidente do Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), de que a entidade pode fazer uma pausa na elevação da taxa básica de juros dos EUA, feita ontem, continua provocando a queda das cotações.

A desvalorização de ontem e hoje aumenta a expectativa de que o Banco Central intensifique sua atuação no câmbio, realizando, além dos leilões de compra à vista, ofertas de contratos de swap cambial reverso, operação que equivale à compra de moeda no mercado futuro.

Segundo analistas de mercado, o fluxo de entrada de recursos no país continua elevado, por isso o dólar deve conseguir se manter abaixo dos R$ 2,10.

Na Bovespa, os investidores aproveitam para comprar ações que estão com preços atraentes depois da queda de ontem. A Bolsa brasileira opera descolada da de Nova York, que cai abatida por um alerta da Microsoft de que seus ganhos nos próximos meses devem ficar aquém das expectativas.

Hoje saiu nos EUA a informação de que o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 4,8% no primeiro trimestre do ano --a maior taxa para esse período em dois anos e meio, mas levemente abaixo do que o mercado esperava.

O dólar paralelo aponta estabilidade, a R$ 2,33, e o turismo tem baixa de 0,45%, a R$ 2,19.

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Dólar permanece abaixo de R$ 2,10 e Bovespa se recupera

DENYSE GODOY
da Folha Online

O dólar comercial segue negociado abaixo dos R$ 2,10 nesta tarde. Às 13h45, a moeda norte-americana acompanhava o risco-país, que caía 1,35%, para 218 pontos, e tinha baixa de 0,61%, a R$ 2,092 --menor valor desde março de 2001. A Bovespa também recuperava parte das perdas de ontem, subindo 1,08% no mesmo horário, aos 40.184 pontos, com giro de R$ 1,079 bilhão.

No mercado de câmbio, a sinalização de Ben Bernanke, presidente do Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), de que a entidade pode fazer uma pausa na elevação da taxa básica de juros dos EUA, feita ontem, continua provocando a queda das cotações.

A desvalorização de ontem e hoje aumenta a expectativa de que o Banco Central intensifique sua atuação no câmbio, realizando, além dos leilões de compra à vista, ofertas de contratos de swap cambial reverso, operação que equivale à compra de moeda no mercado futuro.

Segundo analistas de mercado, o fluxo de entrada de recursos no país continua elevado, por isso o dólar deve conseguir se manter abaixo dos R$ 2,10.

Na Bovespa, os investidores aproveitam para comprar ações que estão com preços atraentes depois da queda de ontem. A Bolsa brasileira opera descolada da de Nova York, que cai abatida por um alerta da Microsoft de que seus ganhos nos próximos meses devem ficar aquém das expectativas.

Hoje saiu nos EUA a informação de que o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 4,8% no primeiro trimestre do ano --a maior taxa para esse período em dois anos e meio, mas levemente abaixo do que o mercado esperava.

O dólar paralelo aponta estabilidade, a R$ 2,33, e o turismo tem baixa de 0,45%, a R$ 2,19.

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Brasil fica em 3° lugar na rota de investidores, diz estudo

Da FolhaNews

28/04/2006
08h18-China, Índia e Brasil são, nessa ordem, prioridade para investimentos de 2006 a 2008 na análise de 1.410 presidentes de grandes empresas de 45 países, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira. A maior disposição em gastar dinheiro aqui não tem relação, porém, com aumento da concorrência local. Apenas 13% dos empresários estrangeiros crêem que companhias brasileiras de peso devam despontar nos próximos três anos e incomodar o mercado, forçando maiores investimentos, conclui o relatório da consultoria PricewaterhouseCoopers.

Baixo crescimento econômico, instabilidades na política cambial, legislação tributária asfixiante e excesso de regulamentação dos mercados trava o desenvolvimento das empresas brasileiras e as torna menos competitivas.

Portanto, uma possível ampliação nos investimentos locais, como destaca a pesquisa, não tem relação com o aumento da concorrência na região. O principal atrativo ainda é a oportunidade de acesso a novos clientes. Ou seja, ao mercado consumidor. Para 76% deles, esse ponto é decisivo no momento da definição do país como destino de recursos.

Esperava-se uma resposta diferente. O próprio relatório informa que acreditava na escolha do Brasil como fruto do processo de corte nos custos globais das companhias. Mercados emergentes podem ser mais "econômicos".

Pelo relatório, o país é a terceira opção de investimentos na análise dos 1.410 empresários, com 33% das intenções, perdendo para China (55%) e Índia (36%), informa a segunda edição da pesquisa. Na primeira edição, a questão não foi tratada. "Concorremos diretamente com chineses e indianos e, nesse cenário, é preciso ficar claro que aquilo que tínhamos no passado, como vantagens competitivas, não podem ser mais classificadas dessa forma. Recursos naturais ou mão-de-obra barata deixaram de ser diferenciais, e não estamos conseguindo desenvolver novos atrativos", diz Fernando Alves, presidente da Price.

Para 68% dos entrevistados, os investimentos no Brasil devem aumentar em 2006. Outros 23% acreditam que ficam estáveis e para 8% irão cair, 1% não opinou.

Quanto ao ingresso de investimento estrangeiro direto no país em 2006, a estimativa está em US$ 18 bilhões, diz o Banco Central - foram US$ 16 bilhões em 2005. Logo, é preciso que o país receba, em média, US$ 1,5 bilhão ao mês.

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Brasil fica em 3° lugar na rota de investidores, diz estudo

Da FolhaNews

28/04/2006
08h18-China, Índia e Brasil são, nessa ordem, prioridade para investimentos de 2006 a 2008 na análise de 1.410 presidentes de grandes empresas de 45 países, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira. A maior disposição em gastar dinheiro aqui não tem relação, porém, com aumento da concorrência local. Apenas 13% dos empresários estrangeiros crêem que companhias brasileiras de peso devam despontar nos próximos três anos e incomodar o mercado, forçando maiores investimentos, conclui o relatório da consultoria PricewaterhouseCoopers.

Baixo crescimento econômico, instabilidades na política cambial, legislação tributária asfixiante e excesso de regulamentação dos mercados trava o desenvolvimento das empresas brasileiras e as torna menos competitivas.

Portanto, uma possível ampliação nos investimentos locais, como destaca a pesquisa, não tem relação com o aumento da concorrência na região. O principal atrativo ainda é a oportunidade de acesso a novos clientes. Ou seja, ao mercado consumidor. Para 76% deles, esse ponto é decisivo no momento da definição do país como destino de recursos.

Esperava-se uma resposta diferente. O próprio relatório informa que acreditava na escolha do Brasil como fruto do processo de corte nos custos globais das companhias. Mercados emergentes podem ser mais "econômicos".

Pelo relatório, o país é a terceira opção de investimentos na análise dos 1.410 empresários, com 33% das intenções, perdendo para China (55%) e Índia (36%), informa a segunda edição da pesquisa. Na primeira edição, a questão não foi tratada. "Concorremos diretamente com chineses e indianos e, nesse cenário, é preciso ficar claro que aquilo que tínhamos no passado, como vantagens competitivas, não podem ser mais classificadas dessa forma. Recursos naturais ou mão-de-obra barata deixaram de ser diferenciais, e não estamos conseguindo desenvolver novos atrativos", diz Fernando Alves, presidente da Price.

Para 68% dos entrevistados, os investimentos no Brasil devem aumentar em 2006. Outros 23% acreditam que ficam estáveis e para 8% irão cair, 1% não opinou.

Quanto ao ingresso de investimento estrangeiro direto no país em 2006, a estimativa está em US$ 18 bilhões, diz o Banco Central - foram US$ 16 bilhões em 2005. Logo, é preciso que o país receba, em média, US$ 1,5 bilhão ao mês.

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Lula sinaliza ajuda à Varig e ações disparam

SÃO PAULO - As ações da Varig disparam na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois das declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por volta das 11h30, as ações preferenciais (PN, sem direito a voto da companhia) atingiram a máxima de R$ 1,80, depois de terem encerrado a quinta-feira em R$ 1,16. Às 13h, o papel é cotado a R$ 1,52, em alta de 31,03% em relação ao fechamento de ontem.

Lula, que participou hoje do lançamento do Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal, em São Paulo, disse que o governo não vai colocar dinheiro público na empresa. Contudo, elogiou a proposta apresentada ontem pelo juiz da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, que conduz na Justiça o processo de recuperação da companhia. E disse ainda: "podemos financiar a salvação, desde que a Varig cumpra seu papel".

Ontem, Ayoub afirmou que o desenho de uma proposta de salvamento da Varig pode ser fechada até a próxima terça-feira. Uma das idéias em discussão, e que permitiria a participação do BNDES, é a divisão da Varig em duas empresas: uma que operaria as rotas domésticas e outra controlando as linhas aéreas internacionais.

A nacional, saneada das dívidas, seria leiloada a investidores privados. Já a outra, além das rotas internacionais, arcaria com as dívidas, mas também ficaria com os créditos de cerca de R$ 4,5 bilhões que a Varig cobra na justiça da União por causa de prejuízos sofridos com planos econômicos do passado, além de créditos de ICMS, estimados em R$ 1,2 bilhão, de 15 Estados - créditos que também são frutos de ações judiciais.

Há detalhes desse modelo ainda sem explicação e a idéia não é exatamente nova. Quando o ministro da Defesa ainda era José Viegas, em 2004, integrantes do governo federal chegaram a vazar uma minuta de medida provisória que previa intervenção federal na Varig e sua cisão em duas companhias. À época, no entanto, a intenção era entregar a empresa saneada às concorrentes Gol e TAM, mantendo a outra gerida pelo governo.

Interesses do governo
A movimentação da alta cúpula do governo em relação à situação da Varig ficou mais intensa nos últimos dias. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, depois de passar semanas negando a possibilidade de um empréstimo do BNDES para salvar a Varig, admitiu na quarta-feira que a instituição poderá financiar a operação, desde que um novo investidor dê garantias.

O ministro Waldir Pires voltou a afirmar hoje que a falência da Varig não interessa a ninguém, mas também evitou entrar nos detalhes da discussão. "Estamos construindo uma solução, e esperamos que, com certa rapidez, seja possível tranqüilizar a sociedade brasileira", disse o ministro. "O que desejamos é que o Brasil continue tendo uma bandeira voando pelos céus do mundo e servindo a população internamente", declarou Pires.

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Lula sinaliza ajuda à Varig e ações disparam

SÃO PAULO - As ações da Varig disparam na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois das declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por volta das 11h30, as ações preferenciais (PN, sem direito a voto da companhia) atingiram a máxima de R$ 1,80, depois de terem encerrado a quinta-feira em R$ 1,16. Às 13h, o papel é cotado a R$ 1,52, em alta de 31,03% em relação ao fechamento de ontem.

Lula, que participou hoje do lançamento do Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal, em São Paulo, disse que o governo não vai colocar dinheiro público na empresa. Contudo, elogiou a proposta apresentada ontem pelo juiz da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Ayoub, que conduz na Justiça o processo de recuperação da companhia. E disse ainda: "podemos financiar a salvação, desde que a Varig cumpra seu papel".

Ontem, Ayoub afirmou que o desenho de uma proposta de salvamento da Varig pode ser fechada até a próxima terça-feira. Uma das idéias em discussão, e que permitiria a participação do BNDES, é a divisão da Varig em duas empresas: uma que operaria as rotas domésticas e outra controlando as linhas aéreas internacionais.

A nacional, saneada das dívidas, seria leiloada a investidores privados. Já a outra, além das rotas internacionais, arcaria com as dívidas, mas também ficaria com os créditos de cerca de R$ 4,5 bilhões que a Varig cobra na justiça da União por causa de prejuízos sofridos com planos econômicos do passado, além de créditos de ICMS, estimados em R$ 1,2 bilhão, de 15 Estados - créditos que também são frutos de ações judiciais.

Há detalhes desse modelo ainda sem explicação e a idéia não é exatamente nova. Quando o ministro da Defesa ainda era José Viegas, em 2004, integrantes do governo federal chegaram a vazar uma minuta de medida provisória que previa intervenção federal na Varig e sua cisão em duas companhias. À época, no entanto, a intenção era entregar a empresa saneada às concorrentes Gol e TAM, mantendo a outra gerida pelo governo.

Interesses do governo
A movimentação da alta cúpula do governo em relação à situação da Varig ficou mais intensa nos últimos dias. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, depois de passar semanas negando a possibilidade de um empréstimo do BNDES para salvar a Varig, admitiu na quarta-feira que a instituição poderá financiar a operação, desde que um novo investidor dê garantias.

O ministro Waldir Pires voltou a afirmar hoje que a falência da Varig não interessa a ninguém, mas também evitou entrar nos detalhes da discussão. "Estamos construindo uma solução, e esperamos que, com certa rapidez, seja possível tranqüilizar a sociedade brasileira", disse o ministro. "O que desejamos é que o Brasil continue tendo uma bandeira voando pelos céus do mundo e servindo a população internamente", declarou Pires.

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Indiciamento não significa culpa de Palocci, diz Lula

"Acho que o indiciamento é o começo de um processo e o fato de alguém ser indiciado não comprova que a pessoa seja culpada e nem inocente".
Jander Ramon

SÃO PAULO - O indiciamento do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci pela polícia de Ribeirão Preto pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro não significa que ele possa ser considerado culpado e nem inocente. A ressalva foi feita hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Acho que o indiciamento é o começo de um processo e o fato de alguém ser indiciado não comprova que a pessoa seja culpada e nem inocente. Prova que a pessoa tem agora de resolver seus problemas com o Poder Judiciário", declarou o presidente da República, após visita ao "2º Feirão Caixa da Casa Própria", no Expo Center Norte, em São Paulo.

Segundo Lula, a tramitação dos processos respondidos por Palocci é "normal", dentro de um ambiente democrático. "O Ministério Público e a Polícia Federal, denunciam e você, então, vai se defender no Poder Judiciário", explicou.

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Indiciamento não significa culpa de Palocci, diz Lula

"Acho que o indiciamento é o começo de um processo e o fato de alguém ser indiciado não comprova que a pessoa seja culpada e nem inocente".
Jander Ramon

SÃO PAULO - O indiciamento do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci pela polícia de Ribeirão Preto pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro não significa que ele possa ser considerado culpado e nem inocente. A ressalva foi feita hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Acho que o indiciamento é o começo de um processo e o fato de alguém ser indiciado não comprova que a pessoa seja culpada e nem inocente. Prova que a pessoa tem agora de resolver seus problemas com o Poder Judiciário", declarou o presidente da República, após visita ao "2º Feirão Caixa da Casa Própria", no Expo Center Norte, em São Paulo.

Segundo Lula, a tramitação dos processos respondidos por Palocci é "normal", dentro de um ambiente democrático. "O Ministério Público e a Polícia Federal, denunciam e você, então, vai se defender no Poder Judiciário", explicou.

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Mantega sinaliza para nova queda dos juros

28 de abril de 2006
Marli Moreira/Repórter da Agência Brasil

São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez ontem, ao sair da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), uma previsão otimista do desempenho da economia brasileira ao longo do ano.

Mantega acenou com a continuidade da política de queda na taxa básica de juros, a Selic, e observou que também estão caindo os índices de correção para concessão de crédito voltado para investimentos na produção. "Isso vai impulsionar um crescimento maior da economia", afirmou.

Sobre a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje, o ministro disse que é sempre natural "a posição de cautela", sugerida para os períodos posteriores. O que importa, segundo ele, é perceber que há indicadores no mercado apontando para a manutenção da política de redução gradual da taxa de juros como inflação em baixa e estabilidade nos preços administrados pelo governo.

"Tenho certeza de que vai continuar havendo redução da taxa de juros e aumento do crédito no país". O nível não é possível fixar e a queda da inflação foi determinante para a recuperação do mercado interno", justificou. Para o ministro, as atenções agora deverão estar voltadas para o índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que deverá alcançar algo entre 4% e 4,5%.

Mantega evitou analisar críticas de analistas do mercado segundo as quais a política monetária ainda se mostra conservadora. "Cada analista tem liberdade para fazer sua interpretação, mas os dados concretos apontam para uma inflação sob controle". Com a taxa controlada, completou o ministro, "há condições para que a política monetária continue a ser flexibilizada".

Ele sinalizou ainda a intenção do governo de reduzir a carga tributária e atribuiu o peso das contribuições à herança deixada pelo governo anterior. "Ao longo dos últimos 10 anos, foram aumentados os tributos no país, e eu falei aqui aos empresários que nós chegamos ao topo da montanha da carga fiscal e queremos descer essa montanha aliviando a carga tributária". De acordo com os cálculos apresentados por Mantega, de 2003 até o final de 2006, o governo deve deixar de arrecadar R$ 19 bilhões.

O ministro destacou ainda o esforço que tem sido feito para enxugar a máquina administrativa do governo na busca do crescimento econômico. "A economia tem que ir bem, mas o crescimento não é um fim em si, e sim um meio para melhorar o padrão de vida da população brasileira", advertiu.

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Mantega sinaliza para nova queda dos juros

28 de abril de 2006
Marli Moreira/Repórter da Agência Brasil

São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez ontem, ao sair da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), uma previsão otimista do desempenho da economia brasileira ao longo do ano.

Mantega acenou com a continuidade da política de queda na taxa básica de juros, a Selic, e observou que também estão caindo os índices de correção para concessão de crédito voltado para investimentos na produção. "Isso vai impulsionar um crescimento maior da economia", afirmou.

Sobre a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje, o ministro disse que é sempre natural "a posição de cautela", sugerida para os períodos posteriores. O que importa, segundo ele, é perceber que há indicadores no mercado apontando para a manutenção da política de redução gradual da taxa de juros como inflação em baixa e estabilidade nos preços administrados pelo governo.

"Tenho certeza de que vai continuar havendo redução da taxa de juros e aumento do crédito no país". O nível não é possível fixar e a queda da inflação foi determinante para a recuperação do mercado interno", justificou. Para o ministro, as atenções agora deverão estar voltadas para o índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que deverá alcançar algo entre 4% e 4,5%.

Mantega evitou analisar críticas de analistas do mercado segundo as quais a política monetária ainda se mostra conservadora. "Cada analista tem liberdade para fazer sua interpretação, mas os dados concretos apontam para uma inflação sob controle". Com a taxa controlada, completou o ministro, "há condições para que a política monetária continue a ser flexibilizada".

Ele sinalizou ainda a intenção do governo de reduzir a carga tributária e atribuiu o peso das contribuições à herança deixada pelo governo anterior. "Ao longo dos últimos 10 anos, foram aumentados os tributos no país, e eu falei aqui aos empresários que nós chegamos ao topo da montanha da carga fiscal e queremos descer essa montanha aliviando a carga tributária". De acordo com os cálculos apresentados por Mantega, de 2003 até o final de 2006, o governo deve deixar de arrecadar R$ 19 bilhões.

O ministro destacou ainda o esforço que tem sido feito para enxugar a máquina administrativa do governo na busca do crescimento econômico. "A economia tem que ir bem, mas o crescimento não é um fim em si, e sim um meio para melhorar o padrão de vida da população brasileira", advertiu.

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Itaú fecha a compra do BankBoston e empata com o Bradesco

Por Cristiane Correa e Cláudio Gradilone
EXAME

O banco Itaú concretizou a aquisição de todas as operações do Bank of America no Brasil, com opções para assumir os negócios do banco no Chile e no Uruguai. Isso significa que o banco das famílias Setubal e Villella vai absorver os 300 000 clientes individuais e corporativos, as 66 agências e os 22 bilhões de reais em ativos do BankBoston, controlado pelo Bank of America.

De acordo com os números oficiais do Banco Central, a soma de Itaú e Bankboston deverá fazer o banco brasileiro igualar-se em ativos ao arqui-rival Bradesco. De acordo com critérios aceitos pelos analistas de mercado, que consideram não apenas os ativos bancários mas também as reservas técnicas de seguros, previdência e capitalização, o Bradesco ainda manterá uma folgada margem de mais de 20 bilhões de reais sobre o Itaú. O banco das famílias Setubal e Villella vai superar o bancão de Osasco em áreas como administração de fundos. Itaú & BankBoston vão tornar-se o maior gestor privado de fundos do Brasil, perdendo apenas para o Banco do Brasil.

Itaú e BankBoston não comentam o assunto. De acordo com fontes próximas à transação, o valor da compra deverá ser pouco menos de 3 bilhões de dólares, e o pagamento será feito integralmente em ações preferenciais do Itaú. Com a transação, o Bank of America terá cerca de 7% do capital do Itaú e direito a indicar um membro do Conselho de Administração do Banco.

Merrill Lynch e Credit Suisse assessoraram o Itaú na compra . Nos últimos dias da negociação, outros bancos tentaram participar do negócio. Segundo executivos próximos à negociação, o Bradesco teria buscado a assessoria do Goldman Sachs para tentar forçar um leilão.

O Itaú deverá aproveitar os bons relacionamentos do BankBoston com empresas de grande porte e com pessoas físicas de alta renda, segmentos em que o banco brasileiro é menos dominante que seus concorrentes.

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Itaú fecha a compra do BankBoston e empata com o Bradesco

Por Cristiane Correa e Cláudio Gradilone
EXAME

O banco Itaú concretizou a aquisição de todas as operações do Bank of America no Brasil, com opções para assumir os negócios do banco no Chile e no Uruguai. Isso significa que o banco das famílias Setubal e Villella vai absorver os 300 000 clientes individuais e corporativos, as 66 agências e os 22 bilhões de reais em ativos do BankBoston, controlado pelo Bank of America.

De acordo com os números oficiais do Banco Central, a soma de Itaú e Bankboston deverá fazer o banco brasileiro igualar-se em ativos ao arqui-rival Bradesco. De acordo com critérios aceitos pelos analistas de mercado, que consideram não apenas os ativos bancários mas também as reservas técnicas de seguros, previdência e capitalização, o Bradesco ainda manterá uma folgada margem de mais de 20 bilhões de reais sobre o Itaú. O banco das famílias Setubal e Villella vai superar o bancão de Osasco em áreas como administração de fundos. Itaú & BankBoston vão tornar-se o maior gestor privado de fundos do Brasil, perdendo apenas para o Banco do Brasil.

Itaú e BankBoston não comentam o assunto. De acordo com fontes próximas à transação, o valor da compra deverá ser pouco menos de 3 bilhões de dólares, e o pagamento será feito integralmente em ações preferenciais do Itaú. Com a transação, o Bank of America terá cerca de 7% do capital do Itaú e direito a indicar um membro do Conselho de Administração do Banco.

Merrill Lynch e Credit Suisse assessoraram o Itaú na compra . Nos últimos dias da negociação, outros bancos tentaram participar do negócio. Segundo executivos próximos à negociação, o Bradesco teria buscado a assessoria do Goldman Sachs para tentar forçar um leilão.

O Itaú deverá aproveitar os bons relacionamentos do BankBoston com empresas de grande porte e com pessoas físicas de alta renda, segmentos em que o banco brasileiro é menos dominante que seus concorrentes.

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A governança não tem preço

Por Adriana Cotias
28/04/2006

O investidor ainda resiste a dar o devido prêmio para as ações de empresas que adotam as melhores práticas de governança e respeito ao direito dos minoritários no Brasil. Apesar de o Índice de Governança Corporativa (IGC) acumular valorização superior à do Ibovespa - em boa parte devido à forte presença dos bancos, que subiram bastante nos últimos anos -, estudo da Merrill Lynch mostra que o múltiplo conhecido como Preço/Lucro (P/L) - a relação entre a cotação e o lucro por ação e que dá uma idéia do prazo de retorno de um investimento - do IGC e do Ibovespa está muito próximo. Para 2007, estão projetados em 8 e 7,5 anos, respectivamente.

Segundo Pedro Martins, estrategista para América Latina da corretora americana, isso quer dizer que as ações listadas no IGC apresentam forte crescimento de resultados e que tal desempenho vem sendo acompanhado de perto pela valorização dos papéis.

Desde que foi criado, em setembro de 2001, o IGC acumula ganhos superiores a 370%, ante 215% do Ibovespa. Em 12 meses, a alta chega a 75%, em comparação aos 60% da principal referência do mercado acionário brasileiro. Apesar disso, o P/L, uma das métricas de avaliação de retorno mais usadas, mantém-se intacto.

"Maior 'free float' (capital em circulação no mercado), oferecer 'tag along' (o prêmio de controle) aos preferencialistas ou só ter ações ordinárias deveriam justificar a existência de prêmios", diz Martins. "Vivenciamos eventos corporativos que lembram o investidor da importância de pagar por governança", acrescenta, referindo-se à fusão da AmBev com a belga Interbrew e, mais recentemente, à reestruturação da Telemar.

Considerando-se que há nas empresas comprometidas com regras de governança ganhos ainda não reconhecidos, Martins sugere duas estratégias. A primeira consiste em combinar posições "long/short" (compradas e vendidas, apostando na alta e na baixa, respectivamente). A arbitragem se dá com a compra de uma cesta de papéis do IGC, mas que estão fora do Ibovespa, e ao mesmo tempo vender ações que estão no Ibovespa e não no IGC.

Na composição do portfólio entrariam, por exemplo, Bradesco ON, Cosan ON, Tractebel ON, TAM PN e Gol PN. Na posição inversa (vendida), estariam grifes como Petrobras PN e ON, Usiminas PNA e CSN ON.

Mas se no conjunto de ações do IGC ainda não é visível a valorização da governança pura, não é de hoje que o mercado começa a separar o joio do trigo. Levantamento feito com cerca de 200 empresas de capital aberto entre 1994 e 2004 pelo Instituto Coppead, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostra que a cada avanço nesse quesito, as ações apresentaram uma valorização média de 16,5% na bolsa.

É por isso que o professor André Carvalhal, um dos pesquisadores do Coppead, não vê mais espaço para ofertas públicas que não mirem o Novo Mercado ou, pelo menos, os níveis 1 e 2 de governança da Bovespa. "É um caminho sem volta", diz. Do volume de mais de R$ 10,5 bilhões em operações neste ano, quase 60% foram exclusivamente de ações ON. "Se a maioria das empresas estreantes na bolsa não aderisse a segmentos diferenciados, elas não teriam obtido prêmios tão altos nos lançamentos."

A Totvs, por exemplo, tinha um P/L estimado em mais de 130 anos na ocasião da oferta, em março e levantou R$ 460 milhões. No fim do ano passado, a Cosan captou mais de R$ 880 milhões e o valor por ação saiu a R$ 48, acima do intervalo sugerido pelos coordenadores. Para Carvalhal, com o passar do tempo, tais prêmios tendem a nivelar por cima as ações que integram o IGC, fazendo com que o P/L reflita o ingresso das estreantes.

No caso de empresas que não conferem o prêmio de controle aos preferencialistas, o "tag along", o ágio entre ON e PN já é bem perceptível. Principalmente naquelas que podem ser alvo de fusões e aquisições. Pensando nisso, Martins, da Merrill Lynch, fez uma lista com 13 ações ON que negociam mais de R$ 500 mil por dia: Unibanco, Telemar, Telemig Celular, Brasil Telecom, Contax, Telesp Celular, Usiminas, Vale do Rio Doce, Tele Celular Sul, Petrobras, AES Tietê, Cesp e Telesp. Para ele, privilegiar a compra de ações ON num cenário de farta liquidez é uma boa estratégia de proteção.

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A governança não tem preço

Por Adriana Cotias
28/04/2006

O investidor ainda resiste a dar o devido prêmio para as ações de empresas que adotam as melhores práticas de governança e respeito ao direito dos minoritários no Brasil. Apesar de o Índice de Governança Corporativa (IGC) acumular valorização superior à do Ibovespa - em boa parte devido à forte presença dos bancos, que subiram bastante nos últimos anos -, estudo da Merrill Lynch mostra que o múltiplo conhecido como Preço/Lucro (P/L) - a relação entre a cotação e o lucro por ação e que dá uma idéia do prazo de retorno de um investimento - do IGC e do Ibovespa está muito próximo. Para 2007, estão projetados em 8 e 7,5 anos, respectivamente.

Segundo Pedro Martins, estrategista para América Latina da corretora americana, isso quer dizer que as ações listadas no IGC apresentam forte crescimento de resultados e que tal desempenho vem sendo acompanhado de perto pela valorização dos papéis.

Desde que foi criado, em setembro de 2001, o IGC acumula ganhos superiores a 370%, ante 215% do Ibovespa. Em 12 meses, a alta chega a 75%, em comparação aos 60% da principal referência do mercado acionário brasileiro. Apesar disso, o P/L, uma das métricas de avaliação de retorno mais usadas, mantém-se intacto.

"Maior 'free float' (capital em circulação no mercado), oferecer 'tag along' (o prêmio de controle) aos preferencialistas ou só ter ações ordinárias deveriam justificar a existência de prêmios", diz Martins. "Vivenciamos eventos corporativos que lembram o investidor da importância de pagar por governança", acrescenta, referindo-se à fusão da AmBev com a belga Interbrew e, mais recentemente, à reestruturação da Telemar.

Considerando-se que há nas empresas comprometidas com regras de governança ganhos ainda não reconhecidos, Martins sugere duas estratégias. A primeira consiste em combinar posições "long/short" (compradas e vendidas, apostando na alta e na baixa, respectivamente). A arbitragem se dá com a compra de uma cesta de papéis do IGC, mas que estão fora do Ibovespa, e ao mesmo tempo vender ações que estão no Ibovespa e não no IGC.

Na composição do portfólio entrariam, por exemplo, Bradesco ON, Cosan ON, Tractebel ON, TAM PN e Gol PN. Na posição inversa (vendida), estariam grifes como Petrobras PN e ON, Usiminas PNA e CSN ON.

Mas se no conjunto de ações do IGC ainda não é visível a valorização da governança pura, não é de hoje que o mercado começa a separar o joio do trigo. Levantamento feito com cerca de 200 empresas de capital aberto entre 1994 e 2004 pelo Instituto Coppead, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostra que a cada avanço nesse quesito, as ações apresentaram uma valorização média de 16,5% na bolsa.

É por isso que o professor André Carvalhal, um dos pesquisadores do Coppead, não vê mais espaço para ofertas públicas que não mirem o Novo Mercado ou, pelo menos, os níveis 1 e 2 de governança da Bovespa. "É um caminho sem volta", diz. Do volume de mais de R$ 10,5 bilhões em operações neste ano, quase 60% foram exclusivamente de ações ON. "Se a maioria das empresas estreantes na bolsa não aderisse a segmentos diferenciados, elas não teriam obtido prêmios tão altos nos lançamentos."

A Totvs, por exemplo, tinha um P/L estimado em mais de 130 anos na ocasião da oferta, em março e levantou R$ 460 milhões. No fim do ano passado, a Cosan captou mais de R$ 880 milhões e o valor por ação saiu a R$ 48, acima do intervalo sugerido pelos coordenadores. Para Carvalhal, com o passar do tempo, tais prêmios tendem a nivelar por cima as ações que integram o IGC, fazendo com que o P/L reflita o ingresso das estreantes.

No caso de empresas que não conferem o prêmio de controle aos preferencialistas, o "tag along", o ágio entre ON e PN já é bem perceptível. Principalmente naquelas que podem ser alvo de fusões e aquisições. Pensando nisso, Martins, da Merrill Lynch, fez uma lista com 13 ações ON que negociam mais de R$ 500 mil por dia: Unibanco, Telemar, Telemig Celular, Brasil Telecom, Contax, Telesp Celular, Usiminas, Vale do Rio Doce, Tele Celular Sul, Petrobras, AES Tietê, Cesp e Telesp. Para ele, privilegiar a compra de ações ON num cenário de farta liquidez é uma boa estratégia de proteção.

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BC sinaliza corte menor dos juros

Alex Ribeiro
28/04/2006

A ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada ontem, reforça a mensagem de que os próximos cortes nos juros básicos da economia, hoje em 15,75% ao ano, poderão ser menores do que o 0,75 ponto decidido nos três últimos encontros da instituição. A frase da ata que sinaliza provável desaceleração no corte de juros diz que a preservação das conquistas obtidas no combate à inflação "poderá demandar que a flexibilização adicional da política monetária seja conduzida com maior parcimônia".

"O BC abre a possibilidade de cortar os juros em um ritmo mais lento, mas isso não quer dizer que vá interromper o desafrouxamento da política monetária", avalia o economista-sênior do West LB, Adauto Lima. "A economia continua a reunir condições favoráveis para cortar juros."

Até agora, a projeção mediana do mercado era que, na próxima reunião do Copom, marcada para 30 e 31 de maio, os juros caíssem 0,75 ponto, segundo pesquisa semanal do BC sobre as expectativas de mercado. Com a ata, o mercado passa também a trabalhar com corte de 0,5 ponto, mas sem descartar queda de 0,75 ponto, dependendo da evolução dos indicadores econômicos.

Questionado sobre se a ata não sugeriria que daqui para frente o ritmo do corte de juros será desacelerado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que essa é apenas uma das interpretações possíveis sobre o texto. "Os textos nunca são assim tão explícitos. E é claro que sempre há uma posição de cautela, vamos examinar o cenário, a evolução das coisas. Mas, pelo resultado que estamos vendo, pela meta sendo alcançada, pela redução nos preços o atacado, podemos ter certeza de que vai continuar havendo redução da taxa de juros no país e aumento no crédito", afirmou Mantega após encontro com industriais paulistas.

A sinalização do BC não foi exatamente surpresa, já que em comunicado divulgado logo após sua última reunião, na semana passada, o Copom avisou sua intenção de "acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até a sua próxima reunião para, então, definir os próximos passos em sua estratégia de política monetária". Na ata, o BC descreve um cenário bastante benigno para o cumprimento das metas de inflação, mas ressalta que poderá se fazer necessário maior gradualismo na queda dos juros, devido às incertezas sobre como os cortes recentes na taxa básica - que já somam 4 pontos desde setembro - irão afetar atividade e inflação. O documento expressa dois tipos de preocupação. Primeiro, os cortes de juros ainda não tiveram seus reflexos plenos na atividade e, por conseqüência, na inflação. Segundo: a economia registrou recentemente uma retomada de seu crescimento, cujos efeitos ainda não chegaram à inflação.

O estímulo monetário costuma levar de três a seis meses para ter seus efeitos na atividade econômica. E os efeitos da expansão da economia levam mais três meses para chegar à inflação. Assim, o processo todo pode levar até nove meses. O BC alerta na ata que a postura cautelosa "se torna ainda mais relevante quando se leva em conta que as próximas decisões de política monetária terão impactos progressivamente mais concentrados em 2007".

A ata faz referência à expansão da atividade provocada pela política fiscal. "Ao longo dos próximos meses, a expansão do nível de emprego e da renda e o crescimento do crédito continuarão impulsionando a atividade econômica", afirma o documento. "Como mencionado nas notas da reunião de março do Copom, a esses fatores devem ser acrescidos os efeitos da expansão das transferências em função do novo valor do salário mínimo e dos impulsos fiscais ocorridos no último trimestre do ano passado e esperados para o primeiro semestre deste ano."

Entre os analistas, o trecho despertou leituras diferentes. O economista-chefe da Concórdia Corretora, Elson Teles, lembra que, a rigor, o Copom não traz mensagem nova sobre o assunto, já que um trecho idêntico havia sido inserido na ata do mês passado. Já a economista-chefe do BES Investimento, Sandra Utsumi, realça o fato de, em março, o Copom ter inserido a observação no capítulo que descreve a evolução recente da economia, enquanto agora o trecho saiu no capítulo que faz a avaliação prospectiva das tendências de inflação. De qualquer forma, o BC continua a trabalhar no seu cenário básico com a hipótese de cumprimento da meta de superávit primário de 4,25% em 2006 e 2007, que qualifica como "superávits primários adequados".

O cenário inflacionário descrito pelo BC é bastante otimista. "De forma geral, delinea-se para 2006 um cenário mais benigno para a inflação do que o verificado no ano anterior", afirma a ata. "A despeito das perspectivas favoráveis para o crescimento da demanda agregada, não se antecipam descompassos relevantes no que se refere à evolução da oferta agregada." Entre os riscos, porém, ganhou importância a evolução dos preços de "commodities" e de petróleo. Embora a hipótese básica do BC seja que os combustíveis não tenham reajustes neste ano, a ata diz que "é forçoso, porém, reconhecer que desde a última reunião do Copom o cenário central de trabalho tornou-se progressivamente menos plausível e que, portanto, riscos poderiam se materializar em uma elevação nos preços domésticos da gasolina, determinada pela evolução dos preços internacionais do petróleo".

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BC sinaliza corte menor dos juros

Alex Ribeiro
28/04/2006

A ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada ontem, reforça a mensagem de que os próximos cortes nos juros básicos da economia, hoje em 15,75% ao ano, poderão ser menores do que o 0,75 ponto decidido nos três últimos encontros da instituição. A frase da ata que sinaliza provável desaceleração no corte de juros diz que a preservação das conquistas obtidas no combate à inflação "poderá demandar que a flexibilização adicional da política monetária seja conduzida com maior parcimônia".

"O BC abre a possibilidade de cortar os juros em um ritmo mais lento, mas isso não quer dizer que vá interromper o desafrouxamento da política monetária", avalia o economista-sênior do West LB, Adauto Lima. "A economia continua a reunir condições favoráveis para cortar juros."

Até agora, a projeção mediana do mercado era que, na próxima reunião do Copom, marcada para 30 e 31 de maio, os juros caíssem 0,75 ponto, segundo pesquisa semanal do BC sobre as expectativas de mercado. Com a ata, o mercado passa também a trabalhar com corte de 0,5 ponto, mas sem descartar queda de 0,75 ponto, dependendo da evolução dos indicadores econômicos.

Questionado sobre se a ata não sugeriria que daqui para frente o ritmo do corte de juros será desacelerado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que essa é apenas uma das interpretações possíveis sobre o texto. "Os textos nunca são assim tão explícitos. E é claro que sempre há uma posição de cautela, vamos examinar o cenário, a evolução das coisas. Mas, pelo resultado que estamos vendo, pela meta sendo alcançada, pela redução nos preços o atacado, podemos ter certeza de que vai continuar havendo redução da taxa de juros no país e aumento no crédito", afirmou Mantega após encontro com industriais paulistas.

A sinalização do BC não foi exatamente surpresa, já que em comunicado divulgado logo após sua última reunião, na semana passada, o Copom avisou sua intenção de "acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até a sua próxima reunião para, então, definir os próximos passos em sua estratégia de política monetária". Na ata, o BC descreve um cenário bastante benigno para o cumprimento das metas de inflação, mas ressalta que poderá se fazer necessário maior gradualismo na queda dos juros, devido às incertezas sobre como os cortes recentes na taxa básica - que já somam 4 pontos desde setembro - irão afetar atividade e inflação. O documento expressa dois tipos de preocupação. Primeiro, os cortes de juros ainda não tiveram seus reflexos plenos na atividade e, por conseqüência, na inflação. Segundo: a economia registrou recentemente uma retomada de seu crescimento, cujos efeitos ainda não chegaram à inflação.

O estímulo monetário costuma levar de três a seis meses para ter seus efeitos na atividade econômica. E os efeitos da expansão da economia levam mais três meses para chegar à inflação. Assim, o processo todo pode levar até nove meses. O BC alerta na ata que a postura cautelosa "se torna ainda mais relevante quando se leva em conta que as próximas decisões de política monetária terão impactos progressivamente mais concentrados em 2007".

A ata faz referência à expansão da atividade provocada pela política fiscal. "Ao longo dos próximos meses, a expansão do nível de emprego e da renda e o crescimento do crédito continuarão impulsionando a atividade econômica", afirma o documento. "Como mencionado nas notas da reunião de março do Copom, a esses fatores devem ser acrescidos os efeitos da expansão das transferências em função do novo valor do salário mínimo e dos impulsos fiscais ocorridos no último trimestre do ano passado e esperados para o primeiro semestre deste ano."

Entre os analistas, o trecho despertou leituras diferentes. O economista-chefe da Concórdia Corretora, Elson Teles, lembra que, a rigor, o Copom não traz mensagem nova sobre o assunto, já que um trecho idêntico havia sido inserido na ata do mês passado. Já a economista-chefe do BES Investimento, Sandra Utsumi, realça o fato de, em março, o Copom ter inserido a observação no capítulo que descreve a evolução recente da economia, enquanto agora o trecho saiu no capítulo que faz a avaliação prospectiva das tendências de inflação. De qualquer forma, o BC continua a trabalhar no seu cenário básico com a hipótese de cumprimento da meta de superávit primário de 4,25% em 2006 e 2007, que qualifica como "superávits primários adequados".

O cenário inflacionário descrito pelo BC é bastante otimista. "De forma geral, delinea-se para 2006 um cenário mais benigno para a inflação do que o verificado no ano anterior", afirma a ata. "A despeito das perspectivas favoráveis para o crescimento da demanda agregada, não se antecipam descompassos relevantes no que se refere à evolução da oferta agregada." Entre os riscos, porém, ganhou importância a evolução dos preços de "commodities" e de petróleo. Embora a hipótese básica do BC seja que os combustíveis não tenham reajustes neste ano, a ata diz que "é forçoso, porém, reconhecer que desde a última reunião do Copom o cenário central de trabalho tornou-se progressivamente menos plausível e que, portanto, riscos poderiam se materializar em uma elevação nos preços domésticos da gasolina, determinada pela evolução dos preços internacionais do petróleo".

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Submarino: ações da oferta ficaram, basicamente, com fundos e estrangeiros

Por: Camila Schoti
28/04/06 - 11h06
InfoMoney

SÃO PAULO - Em oferta pública que permitiu a captação de R$ 929 milhões de reais ao Submarino e excluiu a participação de investidores de varejo, estrangeiros levaram mais do que o dobro das ações adquiridas por instituições brasileiras.

Do montante distribuído no âmbito da oferta global, o maior interesse pelos papéis foi decorrente de investidores institucionais estrangeiros, já que 68% dos papéis referem-se à oferta no exterior e os 32% restantes à oferta brasileira.

Oferta se resumiu a fundos e estrangeiros
As ações do Submarino foram adquiridas basicamente por investidores estrangeiros qualificados e clubes de investimentos, já que o número total de participantes da oferta brasileira atingiu apenas 140. Sendo assim, os fundos de investimentos ficaram com 28,30% das ações distribuídas no Brasil e os estrangeiros com 65,54%.

A participação somada dos clubes de investimentos, demais instituições financeiras, entidades de previdência privada, companhias seguradoras e demais pessoas jurídicas ficou em apenas 3,15%.

A oferta inicial, prevista em 15,1 milhões de ações, foi elevada com o exercício da opção para a distribuição do lote suplementar para atender ao excesso de demanda verificado tanto na oferta brasileira quanto na oferta internacional. O lote suplementar foi de 2,2 milhões de ações.

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Submarino: ações da oferta ficaram, basicamente, com fundos e estrangeiros

Por: Camila Schoti
28/04/06 - 11h06
InfoMoney

SÃO PAULO - Em oferta pública que permitiu a captação de R$ 929 milhões de reais ao Submarino e excluiu a participação de investidores de varejo, estrangeiros levaram mais do que o dobro das ações adquiridas por instituições brasileiras.

Do montante distribuído no âmbito da oferta global, o maior interesse pelos papéis foi decorrente de investidores institucionais estrangeiros, já que 68% dos papéis referem-se à oferta no exterior e os 32% restantes à oferta brasileira.

Oferta se resumiu a fundos e estrangeiros
As ações do Submarino foram adquiridas basicamente por investidores estrangeiros qualificados e clubes de investimentos, já que o número total de participantes da oferta brasileira atingiu apenas 140. Sendo assim, os fundos de investimentos ficaram com 28,30% das ações distribuídas no Brasil e os estrangeiros com 65,54%.

A participação somada dos clubes de investimentos, demais instituições financeiras, entidades de previdência privada, companhias seguradoras e demais pessoas jurídicas ficou em apenas 3,15%.

A oferta inicial, prevista em 15,1 milhões de ações, foi elevada com o exercício da opção para a distribuição do lote suplementar para atender ao excesso de demanda verificado tanto na oferta brasileira quanto na oferta internacional. O lote suplementar foi de 2,2 milhões de ações.

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Siderurgia: importações crescentes não afetam preços na América do Norte

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/04/06 - 10h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Os altos volumes de importação não parecem estar afetando a trajetória de preços de produtos siderúrgicos na América do Norte, revelou a consultoria britânica MEPS, especializada no setor, em relatório divulgado na última quinta-feira (27).

Segundo os analistas, o diferencial de preços entre a região e as outras principais consumidoras dos produtos é o maior responsável pelo crescimento recente das importações.

Nos dois primeiros meses deste ano, as importações norte-americanas atingiram 6,3 milhões de toneladas, cerca de 18% acima dos dois meses anteriores e 26% superior ao mesmo período do ano passado.

Produtores se queixam
Tendo em vista o crescimento recente das importações, as empresas da região vêm reclamando ao governo de "condições desiguais" no comércio internacional dos produtos nos últimos meses.

Para os analistas da MEPS, no entanto, a recente diminuição do spread entre os preços deve cuidar de barrar o crescimento das importações na região nos próximos meses.

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Siderurgia: importações crescentes não afetam preços na América do Norte

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/04/06 - 10h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Os altos volumes de importação não parecem estar afetando a trajetória de preços de produtos siderúrgicos na América do Norte, revelou a consultoria britânica MEPS, especializada no setor, em relatório divulgado na última quinta-feira (27).

Segundo os analistas, o diferencial de preços entre a região e as outras principais consumidoras dos produtos é o maior responsável pelo crescimento recente das importações.

Nos dois primeiros meses deste ano, as importações norte-americanas atingiram 6,3 milhões de toneladas, cerca de 18% acima dos dois meses anteriores e 26% superior ao mesmo período do ano passado.

Produtores se queixam
Tendo em vista o crescimento recente das importações, as empresas da região vêm reclamando ao governo de "condições desiguais" no comércio internacional dos produtos nos últimos meses.

Para os analistas da MEPS, no entanto, a recente diminuição do spread entre os preços deve cuidar de barrar o crescimento das importações na região nos próximos meses.

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CSU CardSystem captou R$ 340,9 milhões em oferta pública de ações

Por: Camila Schoti
28/04/06 - 09h27
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública primária e secundária de ações ordinárias da CSU CardSystem (CARD3), foi revelado nesta sexta-feira (28) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 18,00.

Esse valor ficou próximo do limite superior da estimativa inicial dos coordenadores, que esperavam que o preço das ações ordinárias ficasse entre R$ 14,00 e R$ 20,00. O montante mínimo da captação, projetado com base nas estimativas, era de R$ 265 milhões.

Captação atingiu R$ 340,97 milhões
Sob a coordenação do Credit Suisse e do banco de investimentos Pactual, foram distribuídas 18.942.921 ações ordinárias, sendo 5.571.597 ações emitidas pela companhia e 13.731.324 ações de titularidade do acionista vendedor, que permitiram a captação de R$ 340,972 milhões.

Além disso, a quantidade total de ações da oferta global poderá ser acrescida em até 15%, equivalente a 2.841.438 ações, na forma de lote suplementar. Por fim, sem prejuízo do exercício da opção do lote suplementar, ficará a critério da companhia e do acionista vendedor o acréscimo de um lote adicional correspondente a 20% da oferta inicial.

Rateio
Com a forte demanda pelos papéis da companhia, os investidores que reservaram ações sofreram rateio, de forma que os pedidos só foram atendidos integralmente até o limite de R$ 2.232,00, equivalente a 124 ações.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.232,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente foi alocado em R$ 2.232,00.

Agenda da oferta
O prazo de exercício da opção de ações suplementares tem início nesta sexta-feira e se estende até o dia 29 de maio. As ações começam a ser negociadas a partir do dia 2 de maio e a liquidação financeira será no dia 4 de maio.

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CSU CardSystem captou R$ 340,9 milhões em oferta pública de ações

Por: Camila Schoti
28/04/06 - 09h27
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública primária e secundária de ações ordinárias da CSU CardSystem (CARD3), foi revelado nesta sexta-feira (28) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 18,00.

Esse valor ficou próximo do limite superior da estimativa inicial dos coordenadores, que esperavam que o preço das ações ordinárias ficasse entre R$ 14,00 e R$ 20,00. O montante mínimo da captação, projetado com base nas estimativas, era de R$ 265 milhões.

Captação atingiu R$ 340,97 milhões
Sob a coordenação do Credit Suisse e do banco de investimentos Pactual, foram distribuídas 18.942.921 ações ordinárias, sendo 5.571.597 ações emitidas pela companhia e 13.731.324 ações de titularidade do acionista vendedor, que permitiram a captação de R$ 340,972 milhões.

Além disso, a quantidade total de ações da oferta global poderá ser acrescida em até 15%, equivalente a 2.841.438 ações, na forma de lote suplementar. Por fim, sem prejuízo do exercício da opção do lote suplementar, ficará a critério da companhia e do acionista vendedor o acréscimo de um lote adicional correspondente a 20% da oferta inicial.

Rateio
Com a forte demanda pelos papéis da companhia, os investidores que reservaram ações sofreram rateio, de forma que os pedidos só foram atendidos integralmente até o limite de R$ 2.232,00, equivalente a 124 ações.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.232,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente foi alocado em R$ 2.232,00.

Agenda da oferta
O prazo de exercício da opção de ações suplementares tem início nesta sexta-feira e se estende até o dia 29 de maio. As ações começam a ser negociadas a partir do dia 2 de maio e a liquidação financeira será no dia 4 de maio.

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Resultado da Gerdau deve ser destaque do primeiro trimestre, aposta Pactual

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/04/06 - 10h45
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas do Banco Pactual acreditam que os resultados da Gerdau devem ser o principal destaque do setor siderúrgico no primeiro trimestre, dadas as melhores condições para o segmento de aços longos.

A expectativa do banco é de que os números da empresa reflitam a recuperação da demanda no setor de construção civil e o aumento dos embarques em suas unidades norte-americanas. Sua recomendação outperform para os papéis foi mantida.

Arcelor Brasil com segundo melhor desempenho
Com o segundo melhor desempenho nos três primeiros meses de 2006, deve aparecer a Arcelor Brasil, na opinião do Pactual. Segundo os analistas do banco, a empresa elevou seu market share no trimestre, em detrimento de CSN e Usiminas.

Apesar disso, a recomendação do Pactual para os papéis da Arcelor Brasil é neutral.

Sem muito destaque, CSN e Usiminas devem apresentar fracos resultados, com um crescimento dos volumes abaixo da média do mercado. As recomendações para as ações são neutral e outperform respectivamente.

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Resultado da Gerdau deve ser destaque do primeiro trimestre, aposta Pactual

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/04/06 - 10h45
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas do Banco Pactual acreditam que os resultados da Gerdau devem ser o principal destaque do setor siderúrgico no primeiro trimestre, dadas as melhores condições para o segmento de aços longos.

A expectativa do banco é de que os números da empresa reflitam a recuperação da demanda no setor de construção civil e o aumento dos embarques em suas unidades norte-americanas. Sua recomendação outperform para os papéis foi mantida.

Arcelor Brasil com segundo melhor desempenho
Com o segundo melhor desempenho nos três primeiros meses de 2006, deve aparecer a Arcelor Brasil, na opinião do Pactual. Segundo os analistas do banco, a empresa elevou seu market share no trimestre, em detrimento de CSN e Usiminas.

Apesar disso, a recomendação do Pactual para os papéis da Arcelor Brasil é neutral.

Sem muito destaque, CSN e Usiminas devem apresentar fracos resultados, com um crescimento dos volumes abaixo da média do mercado. As recomendações para as ações são neutral e outperform respectivamente.

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Definido o preço da oferta de CSU

O bookbuilding da oferta de ações da CSU Cardsystem S.A., realizado no dia 27/04/2006, fixou o preço em R$ 18,00 por ação. Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram atendidos integralmente até o valor de R$ 2.232,00, equivalente a 124 ações. Não houve alocação para o valor excedente a R$ 2.232,00.

A negociação das ações iniciará no dia 02/05. A liquidação financeira ocorrerá no dia 04/05.

Exemplos de rateios: um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.232,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente, foi alocado em 2.232,00.

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Definido o preço da oferta de CSU

O bookbuilding da oferta de ações da CSU Cardsystem S.A., realizado no dia 27/04/2006, fixou o preço em R$ 18,00 por ação. Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram atendidos integralmente até o valor de R$ 2.232,00, equivalente a 124 ações. Não houve alocação para o valor excedente a R$ 2.232,00.

A negociação das ações iniciará no dia 02/05. A liquidação financeira ocorrerá no dia 04/05.

Exemplos de rateios: um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.232,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente, foi alocado em 2.232,00.

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quinta-feira, abril 27, 2006

IGP-M de abril teve a menor taxa desde setembro

Qui, 27 Abr, 17h09

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de abril, que caiu 0,42%, registrou a menor taxa nesse tipo de indicador desde setembro de 2005, quando o IGP-M caiu 0,53%. A informação é baseada em tabela contendo a série histórica do indicador, fornecida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em divulgações anteriores do índice.

Pela mesma tabela, é possível notar que o Índice de Preços por Atacado (IPA) de abril, que registrou queda de 0,77%, teve a menor taxa desde agosto do ano passado, quando o IPA caiu 0,88%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve alta de 0,22% em abril, apresentou a maior elevação desde fevereiro deste ano, quando o IPC subiu 0,11%. Por fim, o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), que subiu 0,21% em abril, teve a menor taxa desde setembro do ano passado, quando subiu 0,06%.

Acumulado
A queda acumulada de 0,92% em 12 meses até abril do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) é recorde na história do indicador, criado em 1989, e na história dos IGPs calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A informação é do coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros.

Ele lembrou que o IGP-M de abril é o terceiro IGP seguido a mostrar queda na taxa acumulada em 12 meses. O primeiro foi o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de março (-0,29%); seguido pelo Índice Geral de Preços -10 (IGP-10) de abril (-0,78%). Antes do IGP-DI de março, nenhum outro IGP tinha registrado taxa negativa no acumulado em 12 meses.

O economista comentou que isso se deve ao efeito estatístico das deflações na série histórica do indicador. Ele lembrou que, no ano passado, as taxas mensais de inflação estavam bem baixas, e, nos primeiros meses deste ano, os indicadores estão apresentando quedas - ou seja, esses resultados de pequenas elevações e quedas começam a entrar na série histórica de 12 meses do indicador, derrubando a taxa acumulada.

Para Quadros, o resultado do IGP-M de abril acumulado em 12 meses é muito importante para o cenário da inflação em 2006, visto que o indicador é usado no cálculo de reajuste de vários preços controlados importantes, como tarifa de energia elétrica, TV por assinatura e aluguel.

Na avaliação do economista, com a queda registrada na taxa acumulada do IGP-M em 12 meses, bem como na do IGP-DI (também usado como indexador de reajustes), as tarifas e preços administrados devem exercer menor pressão na inflação este ano, visto que os reajustes não serão tão intensos. "Em 2006, os preços administrados e controlados vão preocupar menos do que nos outros anos", considerou.

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IGP-M de abril teve a menor taxa desde setembro

Qui, 27 Abr, 17h09

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de abril, que caiu 0,42%, registrou a menor taxa nesse tipo de indicador desde setembro de 2005, quando o IGP-M caiu 0,53%. A informação é baseada em tabela contendo a série histórica do indicador, fornecida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em divulgações anteriores do índice.

Pela mesma tabela, é possível notar que o Índice de Preços por Atacado (IPA) de abril, que registrou queda de 0,77%, teve a menor taxa desde agosto do ano passado, quando o IPA caiu 0,88%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve alta de 0,22% em abril, apresentou a maior elevação desde fevereiro deste ano, quando o IPC subiu 0,11%. Por fim, o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), que subiu 0,21% em abril, teve a menor taxa desde setembro do ano passado, quando subiu 0,06%.

Acumulado
A queda acumulada de 0,92% em 12 meses até abril do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) é recorde na história do indicador, criado em 1989, e na história dos IGPs calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A informação é do coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros.

Ele lembrou que o IGP-M de abril é o terceiro IGP seguido a mostrar queda na taxa acumulada em 12 meses. O primeiro foi o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de março (-0,29%); seguido pelo Índice Geral de Preços -10 (IGP-10) de abril (-0,78%). Antes do IGP-DI de março, nenhum outro IGP tinha registrado taxa negativa no acumulado em 12 meses.

O economista comentou que isso se deve ao efeito estatístico das deflações na série histórica do indicador. Ele lembrou que, no ano passado, as taxas mensais de inflação estavam bem baixas, e, nos primeiros meses deste ano, os indicadores estão apresentando quedas - ou seja, esses resultados de pequenas elevações e quedas começam a entrar na série histórica de 12 meses do indicador, derrubando a taxa acumulada.

Para Quadros, o resultado do IGP-M de abril acumulado em 12 meses é muito importante para o cenário da inflação em 2006, visto que o indicador é usado no cálculo de reajuste de vários preços controlados importantes, como tarifa de energia elétrica, TV por assinatura e aluguel.

Na avaliação do economista, com a queda registrada na taxa acumulada do IGP-M em 12 meses, bem como na do IGP-DI (também usado como indexador de reajustes), as tarifas e preços administrados devem exercer menor pressão na inflação este ano, visto que os reajustes não serão tão intensos. "Em 2006, os preços administrados e controlados vão preocupar menos do que nos outros anos", considerou.

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Reajuste do minério de ferro: Rio Tinto diz que siderúrgicas cruzaram barreira perigosa

Por: Cauê Todeschini de Assunção
27/04/06 - 16h40
InfoMoney

SÃO PAULO - O CEO da mineradora australiana Rio Tinto, terceira maior fabricante de minério de ferro do mundo, mostrou-se bastante otimista quanto ao rumo das negociações para a definição dos preços do produto, durante entrevista na cidade de Perth, Austrália.

Sam Walsh revelou que as partes já começam a "falar em números", o que é um "sinal bastante encorajador". Na opinião do executivo, o mercado de minério de ferro "não poderia estar mais apertado" e os sinais de crescimento da economia mundial são um "fator muito relevante" para as negociações.

Barreira perigosa
Em relação aos prazos para a definição do reajuste, o CEO da mineradora afirmou que as siderúrgicas cruzaram uma barreira perigosa ao prolongar as negociações além do dia 1º de abril, data limite historicamente.

Walsh revelou que "algumas pessoas já estão começando a ficar nervosas" com a demora e que suas expectativas hoje são ainda mais otimistas do que no início do ano.

Negociações em andamento
As negociações para a definição dos preços do minério de ferro em 2006 são as mais demoradas da história e, enquanto o mercado espera um reajuste entre 15% e 20%, a Vale revelou que sua pedida é por um reajuste de 24%.

Os preços a serem definidos têm efeito retroativo, ou seja, valerão para todo o minério de ferro negociado através dos contratos de longo prazo em 2006.

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Reajuste do minério de ferro: Rio Tinto diz que siderúrgicas cruzaram barreira perigosa

Por: Cauê Todeschini de Assunção
27/04/06 - 16h40
InfoMoney

SÃO PAULO - O CEO da mineradora australiana Rio Tinto, terceira maior fabricante de minério de ferro do mundo, mostrou-se bastante otimista quanto ao rumo das negociações para a definição dos preços do produto, durante entrevista na cidade de Perth, Austrália.

Sam Walsh revelou que as partes já começam a "falar em números", o que é um "sinal bastante encorajador". Na opinião do executivo, o mercado de minério de ferro "não poderia estar mais apertado" e os sinais de crescimento da economia mundial são um "fator muito relevante" para as negociações.

Barreira perigosa
Em relação aos prazos para a definição do reajuste, o CEO da mineradora afirmou que as siderúrgicas cruzaram uma barreira perigosa ao prolongar as negociações além do dia 1º de abril, data limite historicamente.

Walsh revelou que "algumas pessoas já estão começando a ficar nervosas" com a demora e que suas expectativas hoje são ainda mais otimistas do que no início do ano.

Negociações em andamento
As negociações para a definição dos preços do minério de ferro em 2006 são as mais demoradas da história e, enquanto o mercado espera um reajuste entre 15% e 20%, a Vale revelou que sua pedida é por um reajuste de 24%.

Os preços a serem definidos têm efeito retroativo, ou seja, valerão para todo o minério de ferro negociado através dos contratos de longo prazo em 2006.

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Randon Participações capta R$ 235 milhões com a oferta primária e secundária

Por: Marcello de Almeida
27/04/06 - 11h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública primária de ações ordinárias e preferenciais, e secundária de ações preferenciais da Randon Participações, foi revelado nesta quinta-feira (27) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 8,24.

Os papéis RAPT3 e RAPT4, que já são negociados na Bovespa, fazem parte do Nível 1 de governança corporativa.

Rateio de 5,83% para as ações preferenciais
Os investidores de varejo que adquiriram ações preferenciais foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5.000,00. Sobre o excedente a R$ 5.000,00, incidiu um rateio de 5,83%.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 100.000,00 foi atendido em R$ 5.000,00, mais 5,83% dos R$ 95.000,00 restantes, ou seja, em R$ 10.538,50.

Já os investidores que compraram ações ordinárias foram atendidos integralmente até o valor de R$ 1.732,50. Os acionistas já existentes em ações PN e ON foram atendidos integralmente dentro do seu "Limite Máximo de Subscrição de Ações".

Captação atingiu R$ 235 milhões
Sob a coordenação do Banco Santander, foram distribuídas em oferta primária 2 milhões ações ordinárias e 10 milhões de ações preferenciais. No âmbito da oferta secundária, foram distribuídas inicialmente, 16.509.116 ações preferenciais. A operação permitiu a captação de R$ 235,2 milhões.

Além da quantidade inicialmente ofertada, o montante de ações da oferta secundária poderá ser acrescido de um lote suplementar de 3.976.368 ações preferenciais, quantidade equivalente a 15% da oferta inicial primária e secundária de ações preferenciais.

Agenda da oferta
A liquidação financeira da oferta deverá ocorrer no dia 03 de maio. Já o início do prazo de exercício da opção do lote suplementar ocorre no dia 27 de abril e o encerramento se dará no dia 27 de maio. A data limite para a publicação do anúncio de encerramento foi marcada para 27 de outubro.

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Randon Participações capta R$ 235 milhões com a oferta primária e secundária

Por: Marcello de Almeida
27/04/06 - 11h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública primária de ações ordinárias e preferenciais, e secundária de ações preferenciais da Randon Participações, foi revelado nesta quinta-feira (27) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 8,24.

Os papéis RAPT3 e RAPT4, que já são negociados na Bovespa, fazem parte do Nível 1 de governança corporativa.

Rateio de 5,83% para as ações preferenciais
Os investidores de varejo que adquiriram ações preferenciais foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5.000,00. Sobre o excedente a R$ 5.000,00, incidiu um rateio de 5,83%.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 100.000,00 foi atendido em R$ 5.000,00, mais 5,83% dos R$ 95.000,00 restantes, ou seja, em R$ 10.538,50.

Já os investidores que compraram ações ordinárias foram atendidos integralmente até o valor de R$ 1.732,50. Os acionistas já existentes em ações PN e ON foram atendidos integralmente dentro do seu "Limite Máximo de Subscrição de Ações".

Captação atingiu R$ 235 milhões
Sob a coordenação do Banco Santander, foram distribuídas em oferta primária 2 milhões ações ordinárias e 10 milhões de ações preferenciais. No âmbito da oferta secundária, foram distribuídas inicialmente, 16.509.116 ações preferenciais. A operação permitiu a captação de R$ 235,2 milhões.

Além da quantidade inicialmente ofertada, o montante de ações da oferta secundária poderá ser acrescido de um lote suplementar de 3.976.368 ações preferenciais, quantidade equivalente a 15% da oferta inicial primária e secundária de ações preferenciais.

Agenda da oferta
A liquidação financeira da oferta deverá ocorrer no dia 03 de maio. Já o início do prazo de exercício da opção do lote suplementar ocorre no dia 27 de abril e o encerramento se dará no dia 27 de maio. A data limite para a publicação do anúncio de encerramento foi marcada para 27 de outubro.

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Siderurgia: Pactual espera melhores preços e demanda no mercado doméstico

Por: Fernanda Senra
27/04/06 - 14h15
InfoMoney

SÃO PAULO - O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) divulgou as estatísticas relativas aos estoques de aço referentes ao mês de março, números que foram comentados pelos analistas do banco Pactual, que reiteraram sua classificação overweight para o setor.

No terceiro mês do ano, os estoques de aços planos alcançaram 419 mil toneladas e, com isso, ficaram 2% abaixo do volume registrado no mês anterior. Isto implica em 41 dias de vendas, ou seja, bem abaixo da média histórica de 63 dias de vendas.

Estoques e vendas
Além disso, a relação entre os estoques e as vendas também caiu, ficando abaixo da média histórica e refletindo o aumento de 22% nas exportações, em relação ao mesmo período do ano passado.

Em função deste aumento nas exportações, as compras das distribuidoras aumentaram 43% na passagem mensal, passando para 226 mil toneladas.

Preços e demanda em alta
De acordo com os analistas do banco Pactual, nos próximos meses o processo de acumulação de estoques deverá apoiar uma melhora nas resultados das fabricantes brasileiras.

As expectativas do Pactual são de que a demanda e os preços do aço continuem em uma trajetória ascendente no mercado doméstico nos próximos meses.

Neste sentido, é importante lembrar que as produtoras já estimam um avanço entre 5% e 7% no preços do aço durante o segundo trimestre.

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Siderurgia: Pactual espera melhores preços e demanda no mercado doméstico

Por: Fernanda Senra
27/04/06 - 14h15
InfoMoney

SÃO PAULO - O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) divulgou as estatísticas relativas aos estoques de aço referentes ao mês de março, números que foram comentados pelos analistas do banco Pactual, que reiteraram sua classificação overweight para o setor.

No terceiro mês do ano, os estoques de aços planos alcançaram 419 mil toneladas e, com isso, ficaram 2% abaixo do volume registrado no mês anterior. Isto implica em 41 dias de vendas, ou seja, bem abaixo da média histórica de 63 dias de vendas.

Estoques e vendas
Além disso, a relação entre os estoques e as vendas também caiu, ficando abaixo da média histórica e refletindo o aumento de 22% nas exportações, em relação ao mesmo período do ano passado.

Em função deste aumento nas exportações, as compras das distribuidoras aumentaram 43% na passagem mensal, passando para 226 mil toneladas.

Preços e demanda em alta
De acordo com os analistas do banco Pactual, nos próximos meses o processo de acumulação de estoques deverá apoiar uma melhora nas resultados das fabricantes brasileiras.

As expectativas do Pactual são de que a demanda e os preços do aço continuem em uma trajetória ascendente no mercado doméstico nos próximos meses.

Neste sentido, é importante lembrar que as produtoras já estimam um avanço entre 5% e 7% no preços do aço durante o segundo trimestre.

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Número de pedidos de auxílio desemprego nos EUA ficou acima do esperado

Por: Cintia Lucas
27/04/06 - 10h10
InfoMoney

SÃO PAULO - O Departamento de Trabalho norte-americano divulgou nesta quinta-feira o Initial Jobless Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez nos Estados Unidos, referente à semana terminada em 22 de abril.

O indicador registrou no período um total de 315 mil pedidos, acima das expectativas de 305 mil. O índice revisado da semana anterior acusou 304 mil pedidos.

Metodologia do Initial Claims
O Initial Jobless Claims é um índice importante, pois dá uma boa idéia do nível de atividade econômica. Um aumento do número de pedidos mostra crescimento do desemprego, o que provavelmente indica desaquecimento da economia.

Por outro lado, uma queda no número de pedidos reflete diminuição no índice de desemprego e um bom desempenho da economia, o que pode ocasionar pressões inflacionárias.

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Número de pedidos de auxílio desemprego nos EUA ficou acima do esperado

Por: Cintia Lucas
27/04/06 - 10h10
InfoMoney

SÃO PAULO - O Departamento de Trabalho norte-americano divulgou nesta quinta-feira o Initial Jobless Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez nos Estados Unidos, referente à semana terminada em 22 de abril.

O indicador registrou no período um total de 315 mil pedidos, acima das expectativas de 305 mil. O índice revisado da semana anterior acusou 304 mil pedidos.

Metodologia do Initial Claims
O Initial Jobless Claims é um índice importante, pois dá uma boa idéia do nível de atividade econômica. Um aumento do número de pedidos mostra crescimento do desemprego, o que provavelmente indica desaquecimento da economia.

Por outro lado, uma queda no número de pedidos reflete diminuição no índice de desemprego e um bom desempenho da economia, o que pode ocasionar pressões inflacionárias.

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Copom sinaliza corte menor de juros e Ibovespa inicia suas negociações em baixa

Por: Equipe InfoMoney
27/04/06 - 10h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Com os investidores reagindo ao conservador conteúdo da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a Bolsa de Valores de São Paulo, que se encontra em níveis recordes, abriu esta quinta-feira em baixa de 1,04%, com o Ibovespa registrando 39.991 pontos.

A Fator Corretora acredita que o mercado acionário brasileiro deve reagir negativamente à sinalização de um corte menor de juros na ata do Copom.

Além disso, os analistas ressaltam que a alta da taxa de juros promovida pelo BC chinês está tendo um impacto relativamente forte sobre as bolsas européias e sobre os futuros nos EUA.

O temor é de que a alta dos juros na China (que deve ser encarada como o início de um processo de ajuste) reduza o ritmo de crescimento do país e, conseqüentemente, a demanda por uma série de commodities, completa a corretora.

Cenário corporativo
Na esfera corporativa, as ações ofertadas pela AB Note estréiam na Bovespa e foi anunciado que o preço dos papéis ofertados pela Randon ficou em R$ 8,24. A Embratel e a Telemar publicaram os seus resultados do primeiro trimestre.

A Petrobras comunicou que recebeu autorização da Bolsa de Comércio de Buenos Aires para iniciar nesta data a negociação das suas ações ordinárias e preferenciais no mercado argentino. A compra das atividades do BankBoston no Brasil, Chile e Uruguai pelo Itaú já é dada como certa por pessoas próximas a operação.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Banco do Brasil ON (BBAS3, R$ 58,00, -2,84%), Klabin PN (KLBN4, R$ 5,20, -2,80%), Cesp PN (CESP4, R$ 23,30, -2,51%), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 107,76, -2,47%) e CAEMI PN (CMET4, R$ 3,78, -2,32%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de quarta-feira em alta de 1,69%, atingindo o nível recorde de 40.410 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 20,79%. O volume financeiro foi de expressivos R$ 2,91 bilhões.

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Copom sinaliza corte menor de juros e Ibovespa inicia suas negociações em baixa

Por: Equipe InfoMoney
27/04/06 - 10h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Com os investidores reagindo ao conservador conteúdo da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a Bolsa de Valores de São Paulo, que se encontra em níveis recordes, abriu esta quinta-feira em baixa de 1,04%, com o Ibovespa registrando 39.991 pontos.

A Fator Corretora acredita que o mercado acionário brasileiro deve reagir negativamente à sinalização de um corte menor de juros na ata do Copom.

Além disso, os analistas ressaltam que a alta da taxa de juros promovida pelo BC chinês está tendo um impacto relativamente forte sobre as bolsas européias e sobre os futuros nos EUA.

O temor é de que a alta dos juros na China (que deve ser encarada como o início de um processo de ajuste) reduza o ritmo de crescimento do país e, conseqüentemente, a demanda por uma série de commodities, completa a corretora.

Cenário corporativo
Na esfera corporativa, as ações ofertadas pela AB Note estréiam na Bovespa e foi anunciado que o preço dos papéis ofertados pela Randon ficou em R$ 8,24. A Embratel e a Telemar publicaram os seus resultados do primeiro trimestre.

A Petrobras comunicou que recebeu autorização da Bolsa de Comércio de Buenos Aires para iniciar nesta data a negociação das suas ações ordinárias e preferenciais no mercado argentino. A compra das atividades do BankBoston no Brasil, Chile e Uruguai pelo Itaú já é dada como certa por pessoas próximas a operação.

Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Banco do Brasil ON (BBAS3, R$ 58,00, -2,84%), Klabin PN (KLBN4, R$ 5,20, -2,80%), Cesp PN (CESP4, R$ 23,30, -2,51%), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 107,76, -2,47%) e CAEMI PN (CMET4, R$ 3,78, -2,32%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de quarta-feira em alta de 1,69%, atingindo o nível recorde de 40.410 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 20,79%. O volume financeiro foi de expressivos R$ 2,91 bilhões.

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Merrill Lynch avalia investimento nos emergentes como excepcional em 2006

Por: Rodolfo Amstalden
27/04/06 - 09h55
InfoMoney

SÃO PAULO - Na última terça-feira (25), o banco de investimentos Merrill Lynch divulgou relatório sobre o posicionamento de fundos tradicionais em relação aos principais mercados emergentes do mundo.

De acordo com a instituição, os investimentos em tais mercados vêm se provando excepcionais em 2006. Cálculos apontam aproximadamente US$ 36,3 bilhões alocados desde o início do ano, contra US$ 25 bilhões em todo o 2005.

BRICs dominam carteiras
As estimativas da Merrill Lynch indicam que cerca de 53% do total de US$ 36,3 bilhões foi para os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). Dentro do grupo, a liderança ficou com os mercados chinês e russo.

A preferência pelos BRICs é justificada pela medida de performance no início de 2006. Rússia (43%), China (30%), Brasil (29%) e Índia (26%) ficaram bem acima da média de 14% de retorno do restante dos emergentes.

Posicionamento
Na análise de posicionamento nos mercados, o estudo identifica exposição acima da média na América Latina e abaixo da média em Europa, Oriente Médio, África e Ásia. O maior posicionamento segue com o Brasil, enquanto o menor é assumido por Taiwan.

Perspectivas de ganhos e perdas
Segundo as projeções da Merrill Lynch, os investidores estão mais propensos a prejuízos em investimentos nos mercados de Tailândia e Turquia e mais próximos a ganhos com Europa Central, Israel e Taiwan.

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Merrill Lynch avalia investimento nos emergentes como excepcional em 2006

Por: Rodolfo Amstalden
27/04/06 - 09h55
InfoMoney

SÃO PAULO - Na última terça-feira (25), o banco de investimentos Merrill Lynch divulgou relatório sobre o posicionamento de fundos tradicionais em relação aos principais mercados emergentes do mundo.

De acordo com a instituição, os investimentos em tais mercados vêm se provando excepcionais em 2006. Cálculos apontam aproximadamente US$ 36,3 bilhões alocados desde o início do ano, contra US$ 25 bilhões em todo o 2005.

BRICs dominam carteiras
As estimativas da Merrill Lynch indicam que cerca de 53% do total de US$ 36,3 bilhões foi para os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). Dentro do grupo, a liderança ficou com os mercados chinês e russo.

A preferência pelos BRICs é justificada pela medida de performance no início de 2006. Rússia (43%), China (30%), Brasil (29%) e Índia (26%) ficaram bem acima da média de 14% de retorno do restante dos emergentes.

Posicionamento
Na análise de posicionamento nos mercados, o estudo identifica exposição acima da média na América Latina e abaixo da média em Europa, Oriente Médio, África e Ásia. O maior posicionamento segue com o Brasil, enquanto o menor é assumido por Taiwan.

Perspectivas de ganhos e perdas
Segundo as projeções da Merrill Lynch, os investidores estão mais propensos a prejuízos em investimentos nos mercados de Tailândia e Turquia e mais próximos a ganhos com Europa Central, Israel e Taiwan.

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Ata do Copom revelou maior cautela com a flexibilização da política monetária

Por: Camila Schoti
27/04/06 - 09h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de abril, a ata da reunião realizada nos dias 18 e 19 de abril, quando a autoridade monetária reduziu a taxa básica de juro brasileira, a Selic, em 75 pontos base, para 15,75% ao ano.

Em um tom mais conservador, o comitê revelou que acredita que os cortes implementados na Selic desde setembro de 2005 ainda não se refletiram completamente sobre os preços e, em função das conquistas já obtidas no combate à inflação, o colegiado revelou que poderá haver a necessidade da condução da política monetária com maior cautela.

Adicionalmente, o comitê evidenciou que as incertezas em torno dos mecanismos de transmissão de política monetária e da menor distância entre a taxa básica de juros corrente e aquelas que devem vigorar no médio prazo poderão demandar que o processo de "flexibilização adicional da política monetária seja conduzida com maior parcimônia".

Corte nos juros não se materializaram por completo
A autoridade monetária completa ainda que a maior cautela na condução da política monetária torna-se ainda mais importante à medida que se leva em consideração que suas próximas decisões deverão ter impactos mais concentrados no próximo ano.

Outro ponto importante destacado pelo comitê é que, a despeito da redução de 325 pontos base na Selic desde o início do ciclo de flexibilização da política monetária, parte dos efeitos da redução dos juros ainda não se refletiu na atividade econômica, bem como os efeitos da retomada da atividade sobre a inflação, que ainda não tiveram tempo de se concretizar.

Não obstante a postura mais conservadora da ata, o comitê manteve a percepção de que o cenário externo permanece favorável, apesar das incertezas acerca das taxas de juros nas principais economias, dos preços do petróleo terem atingido níveis historicamente elevados e da possibilidade dos fatores pontuais favoráveis à inflação de curto prazo apresentarem reversão no futuro.

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Ata do Copom revelou maior cautela com a flexibilização da política monetária

Por: Camila Schoti
27/04/06 - 09h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de abril, a ata da reunião realizada nos dias 18 e 19 de abril, quando a autoridade monetária reduziu a taxa básica de juro brasileira, a Selic, em 75 pontos base, para 15,75% ao ano.

Em um tom mais conservador, o comitê revelou que acredita que os cortes implementados na Selic desde setembro de 2005 ainda não se refletiram completamente sobre os preços e, em função das conquistas já obtidas no combate à inflação, o colegiado revelou que poderá haver a necessidade da condução da política monetária com maior cautela.

Adicionalmente, o comitê evidenciou que as incertezas em torno dos mecanismos de transmissão de política monetária e da menor distância entre a taxa básica de juros corrente e aquelas que devem vigorar no médio prazo poderão demandar que o processo de "flexibilização adicional da política monetária seja conduzida com maior parcimônia".

Corte nos juros não se materializaram por completo
A autoridade monetária completa ainda que a maior cautela na condução da política monetária torna-se ainda mais importante à medida que se leva em consideração que suas próximas decisões deverão ter impactos mais concentrados no próximo ano.

Outro ponto importante destacado pelo comitê é que, a despeito da redução de 325 pontos base na Selic desde o início do ciclo de flexibilização da política monetária, parte dos efeitos da redução dos juros ainda não se refletiu na atividade econômica, bem como os efeitos da retomada da atividade sobre a inflação, que ainda não tiveram tempo de se concretizar.

Não obstante a postura mais conservadora da ata, o comitê manteve a percepção de que o cenário externo permanece favorável, apesar das incertezas acerca das taxas de juros nas principais economias, dos preços do petróleo terem atingido níveis historicamente elevados e da possibilidade dos fatores pontuais favoráveis à inflação de curto prazo apresentarem reversão no futuro.

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quarta-feira, abril 26, 2006

Clube de investimento é alternativa

Além da pessoa física, outra opção do mercado de ações que é divulgada pelo programa "Bovespa vai até você" é o clube de investimento, que consiste em um grupo de aplicadores que se reúne para dividir tanto o dinheiro necessário para entrar no mercado de ações como o risco que envolve esse tipo de iniciativa. Luís Abdal, diretor de marketing e comunicação da Bovespa, explica que o clube de investimento é uma alternativa que torna viável a entrada dos pequenos investidores, já que o valor a ser investido depende do número de membros e do tipo de ação que será comprada. "Em São Paulo, existem clubes onde se paga R$ 29,00 por mês, diz.

Geralmente, o rendimento de ações exige tempo para garantir dividendos, mas se o clube tiver uma boa gestão o resultado pode vir em curto prazo. Esse foi o caso, por exemplo, do que foi montado pelo professor da área de finanças Alípio Leitão, da Universidade de Fortaleza (Unifor). Formado em 2002 por seis professores da instituição, o clube investiu cerca de R$ 30 mil em uma carteira com 16 tipos de ações.

Ele afirma que, pouco mais de um ano depois, o volume já era de mais de R$ 60 mil, o que fez com que os investidores, animados com o rendimento, resgatassem o lucro e acabassem com o clube. "Se nós tivéssemos continuado, o crescimento teria sido de 400%", avalia Alípio, que já trabalha no mercado de ações há mais de dez anos.

Com a visita da Bovespa à Unifor, a meta é criar novos clubes de investimento, dessa vez não só com professores mas com alunos também. Mas, se possível, com um prazo maior para o resgate do dinheiro. "As pessoas querem receber o dinheiro em pouco tempo. Mas o investimento em ações é para muitos anos".

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Clube de investimento é alternativa

Além da pessoa física, outra opção do mercado de ações que é divulgada pelo programa "Bovespa vai até você" é o clube de investimento, que consiste em um grupo de aplicadores que se reúne para dividir tanto o dinheiro necessário para entrar no mercado de ações como o risco que envolve esse tipo de iniciativa. Luís Abdal, diretor de marketing e comunicação da Bovespa, explica que o clube de investimento é uma alternativa que torna viável a entrada dos pequenos investidores, já que o valor a ser investido depende do número de membros e do tipo de ação que será comprada. "Em São Paulo, existem clubes onde se paga R$ 29,00 por mês, diz.

Geralmente, o rendimento de ações exige tempo para garantir dividendos, mas se o clube tiver uma boa gestão o resultado pode vir em curto prazo. Esse foi o caso, por exemplo, do que foi montado pelo professor da área de finanças Alípio Leitão, da Universidade de Fortaleza (Unifor). Formado em 2002 por seis professores da instituição, o clube investiu cerca de R$ 30 mil em uma carteira com 16 tipos de ações.

Ele afirma que, pouco mais de um ano depois, o volume já era de mais de R$ 60 mil, o que fez com que os investidores, animados com o rendimento, resgatassem o lucro e acabassem com o clube. "Se nós tivéssemos continuado, o crescimento teria sido de 400%", avalia Alípio, que já trabalha no mercado de ações há mais de dez anos.

Com a visita da Bovespa à Unifor, a meta é criar novos clubes de investimento, dessa vez não só com professores mas com alunos também. Mas, se possível, com um prazo maior para o resgate do dinheiro. "As pessoas querem receber o dinheiro em pouco tempo. Mas o investimento em ações é para muitos anos".

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Vale: possível pulverização foi o destaque da Bovespa nesta quarta-feira

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/04/06 - 18h13
InfoMoney

SÃO PAULO - Especulações em torno de uma possível pulverização do capital social da Vale do Rio Doce influenciaram fortemente as negociações na Bovespa nesta quarta-feira.

Conforme veiculado pela edição desta quarta-feira da Folha de S. Paulo, a operação consistiria na conversão das ações da mineradora em ordinárias, para a posterior dispersão do capital no mercado.

A notícia, no entanto, foi negada em nota oficial pela assessoria de imprensa da mineradora, que revelou que a empresa não está desenvolvendo qualquer estudo ou análise sobre uma proposta de pulverização de seu capital.

Favorecimento aos minoritários?
Mesmo depois de desmentidos pela empresa, os rumores continuaram influenciando as cotações dos papéis durante a tarde. As ações ordinárias da Vale fecharam a quarta-feira em alta de 1,60%, enquanto as preferenciais classe A recuaram 1,60%.

Para o mercado, tal movimento sugeriria um eventual favorecimento aos acionistas detentores de papéis ordinários, assim como visto na reestruturação da Telemar, caso a operação, de fato, acontecesse.

Ações da Bradespar também avançaram
Outro destaque desta sessão foi a forte valorização de 7,09% dos papéis preferenciais da Bradespar.

A Bradespar possui 17,4% do capital total da Valepar, holding que detém 53,3% do capital ordinário da Vale, reforçando a hipótese de um eventual favorecimento aos ordinaristas.

Os benefícios da pulverização
Empresas de capital social pulverizado são as mais comuns no mercado internacional. Tal modelo tende a beneficiar o acionista minoritário, uma vez que eleva a liquidez dos papéis em bolsa.

Neste ano, empresas como a Embraer, a Perdigão e o Submarino já anunciaram operações deste tipo.

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Vale: possível pulverização foi o destaque da Bovespa nesta quarta-feira

Por: Cauê Todeschini de Assunção
26/04/06 - 18h13
InfoMoney

SÃO PAULO - Especulações em torno de uma possível pulverização do capital social da Vale do Rio Doce influenciaram fortemente as negociações na Bovespa nesta quarta-feira.

Conforme veiculado pela edição desta quarta-feira da Folha de S. Paulo, a operação consistiria na conversão das ações da mineradora em ordinárias, para a posterior dispersão do capital no mercado.

A notícia, no entanto, foi negada em nota oficial pela assessoria de imprensa da mineradora, que revelou que a empresa não está desenvolvendo qualquer estudo ou análise sobre uma proposta de pulverização de seu capital.

Favorecimento aos minoritários?
Mesmo depois de desmentidos pela empresa, os rumores continuaram influenciando as cotações dos papéis durante a tarde. As ações ordinárias da Vale fecharam a quarta-feira em alta de 1,60%, enquanto as preferenciais classe A recuaram 1,60%.

Para o mercado, tal movimento sugeriria um eventual favorecimento aos acionistas detentores de papéis ordinários, assim como visto na reestruturação da Telemar, caso a operação, de fato, acontecesse.

Ações da Bradespar também avançaram
Outro destaque desta sessão foi a forte valorização de 7,09% dos papéis preferenciais da Bradespar.

A Bradespar possui 17,4% do capital total da Valepar, holding que detém 53,3% do capital ordinário da Vale, reforçando a hipótese de um eventual favorecimento aos ordinaristas.

Os benefícios da pulverização
Empresas de capital social pulverizado são as mais comuns no mercado internacional. Tal modelo tende a beneficiar o acionista minoritário, uma vez que eleva a liquidez dos papéis em bolsa.

Neste ano, empresas como a Embraer, a Perdigão e o Submarino já anunciaram operações deste tipo.

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Preço das ações da ABnote fica em R$ 17,00, no topo das estimativas prévias

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
26/04/06 - 13h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública secundária de ações ordinárias do American Bank Note (ABNB3), foi revelado nesta quarta-feira (26) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 17,00.

Esse valor ficou no limite superior da estimativa inicial dos coordenadores, que esperavam que o preço das ações ordinárias ficasse entre R$ 13,50 e R$ 17,00. O montante mínimo da captação, projetado com base nas estimativas, era de R$ 381,522 milhões.

Captação atingiu R$ 480 milhões
Sob a coordenação do Credit Suisse e do banco de investimentos UBS, foram distribuídas 28.260.870 ações ordinárias, sendo 20.652.174 ações de titularidade da ABN Equities e 7.608.696 ações de titularidade do Banco Alvorada, que permitiram a captação de R$ 480,435 milhões.

Os acionistas vendedores outorgaram uma opção para a distribuição de um lote suplementar de até 4.239.130 ações, sendo 3.097.826 ações de titularidade da ABN Equities e 1.141.304 ações de titularidade do Banco Alvorada, correspondendo a 15% das ações inicialmente ofertadas.

Rateio
Com a forte demanda pelos papéis da companhia, os investidores que reservaram ações sofreram rateio, de forma que os pedidos só foram atendidos integralmente até o limite de R$ 2.924,00, equivalente a 172 ações.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.924,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente foi alocado em R$ 2.924,00.

Agenda da oferta
O prazo de exercício da opção de ações suplementares teve início na quarta-feira e se estende até o dia 26 de maio. As ações começam a ser negociadas a partir do dia 27 de abril e a liquidação financeira será no dia 02 de maio.

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Preço das ações da ABnote fica em R$ 17,00, no topo das estimativas prévias

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
26/04/06 - 13h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao processo de distribuição pública secundária de ações ordinárias do American Bank Note (ABNB3), foi revelado nesta quarta-feira (26) o preço de venda das ações, que, fixado pelo mecanismo de bookbuilding, ficou em R$ 17,00.

Esse valor ficou no limite superior da estimativa inicial dos coordenadores, que esperavam que o preço das ações ordinárias ficasse entre R$ 13,50 e R$ 17,00. O montante mínimo da captação, projetado com base nas estimativas, era de R$ 381,522 milhões.

Captação atingiu R$ 480 milhões
Sob a coordenação do Credit Suisse e do banco de investimentos UBS, foram distribuídas 28.260.870 ações ordinárias, sendo 20.652.174 ações de titularidade da ABN Equities e 7.608.696 ações de titularidade do Banco Alvorada, que permitiram a captação de R$ 480,435 milhões.

Os acionistas vendedores outorgaram uma opção para a distribuição de um lote suplementar de até 4.239.130 ações, sendo 3.097.826 ações de titularidade da ABN Equities e 1.141.304 ações de titularidade do Banco Alvorada, correspondendo a 15% das ações inicialmente ofertadas.

Rateio
Com a forte demanda pelos papéis da companhia, os investidores que reservaram ações sofreram rateio, de forma que os pedidos só foram atendidos integralmente até o limite de R$ 2.924,00, equivalente a 172 ações.

Isso significa que um investidor que fez uma reserva de R$ 5.000,00 foi alocado em R$ 2.924,00. O investidor que fez uma reserva de R$ 15.000,00, igualmente foi alocado em R$ 2.924,00.

Agenda da oferta
O prazo de exercício da opção de ações suplementares teve início na quarta-feira e se estende até o dia 26 de maio. As ações começam a ser negociadas a partir do dia 27 de abril e a liquidação financeira será no dia 02 de maio.

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Análise técnica revela manutenção das perspectivas positivas para o Ibovespa

Por: Camila Schoti
26/04/06 - 18h16
InfoMoney

SÃO PAULO - As perspectivas para o mercado acionário brasileiro permanecem positivas, de acordo com os analistas técnicos entrevistados pela InfoMoney. De maneira geral, a percepção dos analistas é de que já no mês de maio o índice Ibovespa alcance os 41.000 pontos.

Entretanto, apesar dos gráficos indicarem a possibilidade do índice manter a tendência de alta que vem sendo verificada nas últimas semanas, o analista Alex Rocha Moreira acredita que é preciso haver um aumento no volume de negociação na Bolsa para que aumentem as chances das expectativas se confirmarem.

No mesmo sentido, Gustavo Lobo, que também acredita na possibilidade do Ibovespa atingir os 41.000 pontos dentro de algumas semanas, destacou que o índice tem como um importante suporte os 39.400 pontos. Já o analista Leandro Ruschel completa que é importante que o Ibovespa mantenha-se acima deste patamar para que o movimento de alta continue.

Perspectivas positivas para Petrobras
No que se refere aos papéis das principais blue chips as perspectivas dos analistas são convergentes, principalmente no que se refere à expectativa para o desempenho das ações preferenciais da Petrobras. Com expectativas positivas, em função do papel ter rompido recentemente linha de tendência de baixa, o preço alvo dos papéis fica próximo de R$ 50,00 para as próximas semanas.

Assim como o Ibovespa, a despeito das perspectivas positivas, Rocha Moreira destaca que também é preciso que haja maior volume de negociação das ações para que as chances das expectativas se concretizarem aumentem. Leandro Ruschel completa ainda que para que o papel mantenha a tendência de alta, é importante que o suporte de R$ 44,50 não seja perdido.

Vale pode apresentar correção
Para os papéis preferenciais classe A da Vale as perspectivas são mais cautelosas, os analistas Alex Moreira e Leandro Ruschel acreditam que estes devem passar por um movimento de correção, já que se aproximam de seu topo histórico, na faixa de R$ 98,00. Sendo assim, Moreira destaca que a próxima semana pode apresentar uma possibilidade de compra dos papéis. Estas ações têm suporte em torno de R$ 94,00.

Em relação aos papéis preferenciais da Telemar, Gustavo Lobo acredita que o atual momento dos papéis não é favorável para quem opera na ponta de compra, em função da elevada volatilidade que os mesmo vêm apresentando. Sendo assim, as perspectivas tornam-se mais favoráveis à compra acima dos R$ 38,00.

Bradesco é boa oportunidade
Outros papéis cujos gráficos indicam boas chances de ganhos são as units da ALL, que foram citadas pelos analistas Gustavo Lobo e Alex Rocha. Além das ações ordinárias da Energias do Brasil e da CPFL Energia, bem como os papéis preferenciais da Bradespar.

Por fim, Leandro Ruschel destaca as ações preferenciais do Bradesco, que apresentaram expressiva recuperação e tem como expectativa o objetivo de R$ 87,00. O analista afirmou que "como o setor está defasado em relação ao último movimento de alta do mercado, ele pode apresentar uma performance superior no caso de continuação do movimento de alta do mercado como um todo."

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