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sexta-feira, março 03, 2006

VALE: ANALISTAS ESTIMAM LUCRO RECORDE DE R$ 10,2 BI EM 2005 (+58,3%)

(AE)

Rio, 03 - A Companhia Vale do Rio Doce colecionou em 2005 uma nova bateria de recordes, na avaliação de analistas financeiros. A expectativa é que a mineradora divulgue na próxima segunda-feira (6) um lucro histórico de R$ 10,257 bilhões, resultado 58,3% superior ao registrado no ano anterior. A previsão toma como base análises feitas por quatro instituições financeiras (ABN Amro, Ágora Sênior, BES Securities e Banif).

O bom desempenho da Vale se deve a dois fatores: preços mais altos e aumento de produção. Em 2005, a companhia conseguiu um inédito reajuste o valor do minério de ferro em 71,5% e agora trava uma nova queda de braço com as siderúrgicas para definir o porcentual de aumento para este ano.

O analista Pedro Galdi, da ABN Amro Real Corretora, destaca que a mineradora vem fazendo investimentos pesados para ampliar sua capacidade e aproveitar a forte demanda por minério de ferro, vindo principalmente da China. Em 2005, foram aplicados US$ 3,3 bilhões e o orçamento para este ano é de US$ 4,6 bilhões. Desse total, cerca de US$ 3 bilhões serão destinados a projetos de expansão.

A analista Cristiane Viana, da Ágora Sênior, trabalha com um aumento de 32% nas vendas da companhia em 2005 frente ao ano anterior. Segundo ela, a combinação preços elevados e aumento de produção conseguiu neutralizar o impacto negativo da valorização do real frente ao dólar sobre as exportações da mineradora. Cristiane explica que grande parte da receita da empresa está atrelada à moeda americana, enquanto os custos de produção são pagos em reais. "O reajuste de preços e os aumentos de produção impulsionaram o resultado. Com isso, estamos reiterando nossa
recomendação de compra", afirmou.

Os analistas ouvidos pela Agência Estados apontam ainda resultados recordes para o faturamento e a geração de caixa medida pelo Ebitda. A média feita entre os analistas aponta uma receita de R$ 34,453 bilhões, resultado 19% superior aos R$ 29 bilhões apurados em 2004 (ABN R$ 34,174 bilhões, Ágora R$ 34,546 bilhões, BES R$ 34,846 bilhões e Banif R$ 34,246 bilhões). Já as projeções médias para o Ebitda são de R$ 16,6 bilhões, acima dos R$ 12,2 bilhões do ano anterior (ABN R$ 17,140 bilhões, Ágora R$ 16,400 bilhões, BES R$ 16,700 bilhões e Banif R$ 16,300 bilhões).
(Mônica Ciarelli)

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