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quarta-feira, março 01, 2006

Melhora da nota brasileira pela S & P faz risco Brasil ceder 4,52%, para 211 pontos

SÃO PAULO - Um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia, o EMBI+ Brasil, indicador de risco calculado pelo Banco JP Morgan Chase, cedia 4,52% às 19h30, perto do fechamento do mercado, para 211 pontos. Se fechar nesse nível irá renovar a marca histórica alcançada na segunda-feira, quando marcou 215 pontos. Ontem, o risco-país indicou 221 pontos ao término das operações.

A melhora do EMBI+ brasileiro reflete a elevação da nota atribuída ao país pela agência internacional de classificação de risco Standard & Poor´s. A classificação de longo prazo da dívida brasileira em moeda estrangeira passou de "BB-" para "BB", com perspectiva estável. Faltam duas elevações para que seja atendido o "grau de investimento", nível considerado de risco menor. A classificação da dívida de longo prazo da moeda local subiu de BB para BB+, e a de curto prazo permaneceu em B.

No mercado secundário de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40 apontava alta de 0,05%, saindo a 132,875% do seu valor de face. O segundo papel mais representativo do índice do JP Morgan, o Global 18 ou A-Bond (Amortizing Bond ou Bônus de Amortização) indicava estabilidade, a 112% do seu valor de face.

Sobre o EMBI + Brasil
O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.

O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco-Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.

Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como " arriscado " deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco.

(Valor Online, com agências internacionais)

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