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quarta-feira, março 29, 2006

CHINESES PODEM ACEITAR ALTA DE 5% A 10% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Pequim, 29 - As siderúrgicas chinesas podem tolerar um aumento de 5% a 10% para o preço do minério de ferro se esse for o resultado da recente rondada de negociações de contratos, afirmou o administrador geral de uma usina subsidiária da China MinMetals.

No entanto, o governo também considera políticas de controle sobre a commodity importada, acrescentou. "Não consideramos justo um reajuste e certamente não esperamos que isso vá acontecer", disse a oficial que participa de uma conferência do setor organizada pela Metal Bulletin e Minmetals Group. "Mas se esse for o resultado final a maior parte das siderúrgicas chinesas pode absorver uma alta de 5% a 10%, levando em conta suas atuais condições financeiras", declarou.

Segundo a fonte, o governo chinês ainda considera e, possivelmente, irá adotar políticas para controlar o preço das importações. "Talvez o governo estabeleça um valor de referência (para as compras de outros países) e quem estiver acima dele enfrentará dificuldades para chegar aos clientes", observou. No entanto, "isso ainda continua em discussão, nada foi definido e o resultado das conversas em andamento certamente terá impacto na política".

Enquanto isso, os chineses tentam desacelerar a produção de aço na esperança de reduzir sua dependência das importações do minério. O governo reduziu a lista de companhias domésticas que tem autorização para importar ferro de 118 para 99 e não está incentivando a exportação de aço, apesar do excesso de capacidade, esperando exercer mais influência nas negociações. Sem estimular as exportações de aço a China espera que a produção menor resulte em menos demanda pela commodity.

As usinas chinesas e os produtores mundiais de minério de ferro realizaram três rodadas de negociações para o ano fiscal 2006-2007 visando a renovação dos contratos que expiram em 1º de abril, mas as duas partes até o momento não encontraram um consenso. A quarta rodada deve se prolongar por pelo menos duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

Enquanto os fornecedores do Ocidente, liderados pela brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD), BHP Billiton e Rio Tinto insistem em um aumento de 20%, as siderúrgicas locais, representadas pela Shanghai Baosteel Group Corp., continuam esperando uma queda no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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