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segunda-feira, março 13, 2006

CENÁRIO 1: BOLSA VOLÁTIL E COM GIRO FRACO; BANCOS SOBEM E TELES CAEM

São Paulo, 13 - O giro financeiro da Bolsa paulista está enfraquecido nesta segunda-feira. Pela manhã, a sinalização era de que o estrangeiro tinha cessado as vendas; embora não tivesse voltado às compras. Os bancos sustentam alta; e as ações do Grupo Vivo estão entre as principais quedas, com as celulares pesando no mercado.

Volátil, em poucos minutos o Ibovespa saiu de alta de 1% para queda de 0,5%, aos 36,693 pontos. O giro é de R$ 905 milhões e o projetado, R$ 1,65 bilhão, valor pequeno se comparado à média diária dos últimos meses.

Vários papéis sobem tentando corrigir o excesso de perdas dos últimos dias, casos de Light ON + 3,13% e, em especial, bancos: Itaú PN + 3,56%; Bradesco PN + 1,97%; BB ON + 2,33% e Unibanco units + 1,42%.

Os papéis do setor estiveram entre as maiores perdas da Bovespa semana passada e agora tentam recuperar algum espaço. Tentando também a correção, Petrobras PN valoriza 0,92%.

Por outro lado, as celulares caem: CRT Cel PNA -5,28%; Tele Leste Cel PN - 3,98%; Telesp Cel -3,41%.

Segundo apurou a repórter Graziella Valenti, desagradou a investidores nova promoção da Claro, com estratégia agressiva para conquista de clientes pós-pagos. A companhia está ofertando aparelhos, cada qual com um plano de assinatura específico, por apenas R$ 1,00. Além do desconto no terminal, a operadora também oferecer a possibilidade de tarifa a R$ 0,10 por minuto para clientes pós-pagos. (ver nota às 12h23) Volta o velho temor com relação às margens das companhias do setor.

Uol valoriza 1,61%, para R$ 15,75 - após o início de cobertura com recomendação de venda no começo do ano, hoje o Merril Lynch elevou a indicação para neutro.

A sinalização de reformulação com corte de gastos e despesas continua a ajudar os papéis preferenciais do Pão de Açúcar, que hoje sobem 5,33%, para R$ 94,80, entre as principais valorizações do dia. Até as 14h42, havia 204 negócios envolvendo 44,940 milhões de ações PN do Pão de Açúcar, movimentando R$ 4,259 milhões. O Merrill Lynch puxa o papel, com posição líquida na compra de 14,520 milhões de ações, seguido de UBS, com 9,1 milhões. Na venda, aparecem: Ágora, com 7,7 milhões, e Credit Suisse, com 6,5 milhões. .

Após a varejista divulgar balanço de 2005, o Merrill elevou o preço-alvo, em doze meses, do ADR do Pão de Açúcar de US$ 38,25 para US$ 51,50. De acordo com os analistas, o Pão de Açúcar oferece perspectivas mais promissoras para o consumo, bem como de seu financiamento.

Hoje o Bear Stearns elevou preços-alvo de papéis Usiminas, Telemar, BRT e Embratel. Para a siderúrgica, a alta foi de m US$ 2,00, para US$ 39,00 (aproximadamente R$ 86,00 a ação) para o final de 2006. Já os ADRs da Telemar e da Brasil Telecom subiram 4%, de US$ 26,00 para US$ 27,00 e de US$ 52, para US$ 54, respectivamente. O banco de investimentos também elevou a estimativa para o ADR da Embratel em 9%, de US$ 17 para US$ 18,5. (ver notas às 9h56 e 10h11)

Na Bolsa, Usiminas PNA perde 1,70%; Embratel Pn cai 3,64%; Telemar Pn tem baixa de 1,79% e BRT Participações sobe 0,75%.

As aços da CTEEP tem desvalorização de 0,39%. A Aneel aprovou o valor de R$ 1,114 bilhão para a receita anual líquida da companhia para um eventual novo contrato da empresa, que passará a vigorar caso ela seja efetivamente privatizada. Esse valor começaria a valer a partir de julho deste ano. Desta forma, a empresa que adquirir o controle da Cteep já saberá com que valores de receita líquida poderá trabalhar. (Ana Paula Ragazzi)

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