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quinta-feira, março 16, 2006

BHP: DECISÃO DE PREÇO DO MINÉRIO NÃO INTERFERE EM FLUXO DE CAIXA

AE, Sydney, 16 - Embora as atuais negociações sobre o preço do minério de ferro sejam importantes, a mineradora BHP Billiton ressalta que não coloca peso demais em uma divisão específica de negócios para alcançar suas metas de fluxo de caixa. Diante das especulações de que a BHP e outras produtoras de minério de ferro enfrentam um batalha para convencer as siderúrgicas asiáticas a aceitar mais um aumento, o tesoureiro da BHP Billiton, Willie Murray, diz que o mix de produtos da companhia os deixa em boa posição da perspectiva do crédito - sem depender demais dos resultados das negociações de preço de um único produto.

Alguns analistas tem sugerido que a expectativa de lucro da BHP pode ser ajustada se o aumento pretendido de 15% a 20% nos contratos de minério de ferro não se concretizar. As siderúrgicas da China, com o apoio de Pequim, estão se negando a aceitar nova alta depois do ajuste de 71,5% neste ano fiscal, que termina no final de março.

"Temos grande diversificação, o que é uma boa posição da perspectiva de crédito, então não precisamos depositar confiança demais nos resultados de qualquer movimento particular de preço em uma dessas commodities ou moedas", declarou Murray em entrevista à Dow Jones Newswires.

Analistas de crédito do National Australia Bank avalia que a expectativa de lucro da BHP Billiton e Rio Tinto PLC., outra grande produtora australiana, terão de ser ajustadas caso a posição da China predomine nos resultados da negociação de preço do ano fiscal 2006/07.

As siderúrgicas da China parecem estar assumindo a liderança entre os compradores na atual rodada de negociações de preço - que deve ser implementado a partir de 1º de abril, início do próximo ano fiscal japonês.
Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), BHP e Rio Tinto, que respondem por cerca de 70% do minério de ferro comercializado internacionalmente, tem recentemente informado demanda global forte.

Segundo Murray, a estratégia de crescimento da BHP está centrada no projeto de dutos e não em aquisições. "O projeto de dutos é muito significativo. Esses 25 projetos tem custo total de US$ 14,4 bilhões, sendo assim temos amplas oportunidades de crescimento dentro do grupo".

Reflexo da força da demanda da China, o lucro operacional da unidade de aço carbono da BHP, que abriga as divisões de minério de ferro e carvão para coqueificação, cresceu 130% no primeiro semestre fiscal (encerrado em dezembro de 2005) para US$ 2,28 bilhões. O segundo maior contribuinte para os resultados da companhia foi a unidade de metais base, com ganho de 82% para US$ 1,89 bilhão, e a divisão de petróleo caiu para a terceira posição, com alta de 14% somando US$ 1,44 bilhão.

O fluxo de caixa líquido saltou 35% para US$ 4,36 bilhões, com a BHP elevando o pagamento de dividendos e revelando planos de recompra de ações estimados em US$ 2 bilhões nos próximos 18 meses. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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