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sexta-feira, março 31, 2006

BB ESTUDA DESDOBRAMENTO DE AÇÕES ANTES DE OFERTA SECUNDÁRIA

AE, Rio, 31 - O vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores do Banco do Brasil (BB), Aldo Luiz Mendes, revelou ontem que a instituição estuda um desdobramento de suas ações, antes da oferta secundária a ser promovida pelo BNDES e a Previ - ainda este ano. Em encontro com investidores promovido pela Abamec Rio, o executivo afirmou que o tema chegou a ser discutido em uma reunião hoje no banco. O objetivo é dar ainda mais liquidez aos papéis do BB.

O gerente de Relações com Investidores do banco, Marco Geovanni, acredita que a oferta secundária de ações poderá ser concretizada ainda no primeiro semestre. Com a operação, o Banco do Brasil espera triplicar seu free float na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), alcançando o patamar de 16% de suas ações ordinárias em circulação no mercado.

Geovanni está confiante que todos os bônus emitidos pela instituição em 1996 sejam subscritos a partir de hoje. O prazo para a subscrição termina em 30 de junho.

Na época, o bônus - lançado para incentivar acionistas a participarem de um aumento de capital - foi emitido a R$ 8,50 mais correção pelo IGP-DI. Hoje, esse valor está em R$ 21,69. “Esse é um excelente negócio para o detentor dos bônus que pode subscrever o papel a R$ 21,69 e vender as ações no mercado a cerca de R$ 50,00”, explicou.

Se a previsão de Giovanni for confirmada e todos os bônus forem subscritos, o “free float” das ações ordinárias do BB será ampliado em dois pontos percentuais, para 8,9%.

Geovanni prevê um cenário mais tranqüilo para o mercado de agronegócios este ano. O executivo informou que o banco já renegociou cerca de R$ 2 bilhões referentes a créditos agrícolas não pagos por produtores que sofreram com a seca no Sul e a perda de margens com valorização do real.

“O cenário para o agronegócio em 2006 é mais favorável. A safra prevista é de 121 milhões de toneladas de grão, mais dos que os 112 milhões de toneladas de 2005”, afirmou.

O executivo, porém, admitiu que o risco da carteira de crédito agrícola do banco subiu muito. Atualmente, a taxa de risco da carteira é de 9,4%, muito acima da média histórica de 2%. Segundo ele, esse percentual só deve começar a convergir para o patamar tradicionais a partir de 2007.
(Mônica Ciarelli)

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