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sexta-feira, março 10, 2006

Administrando um portfolio de ações: qual a frequência ideal para mudar a carteira?

Equipe InfoMoney, 08/03/06

SÃO PAULO - A grande maioria dos investidores que aplica no mercado de ações já se conscientizou da necessidade de montar uma carteira, permitindo uma redução do risco através da diversificação. Como o investimento em ações já apresenta riscos elevados, nada melhor do que tornar a aplicação menos volátil.

Administrar uma carteira, no entanto, pode dar trabalho, principalmente na hora de decidir se vale a pena ou não fazer alterações na composição do portfolio. Existem muitos motivos que justificam a venda de uma ação, embora muitos investidores ainda negociem seus ativos por razões não justificadas.

Um pergunta constante é: qual a freqüência de alteração da composição da carteira? Será que alterações freqüentes trazem melhores resultados ou são aqueles investidores que apostam no longo prazo que obtém a maior rentabilidade?

Crie carteiras com objetivos diferentes
A resposta não é simples, já que existem diversas estratégias de negociações de ações. Dado que a relação risco retorno do investimento em ações melhora ao longo do tempo, a maioria dos investidores deve considerar montar carteiras com objetivos de médio e longo prazo.

Neste caso, mudanças constantes não são recomendadas, sob o risco de o investidor perder o foco no potencial de longo prazo das ações. É comum ver investidores venderem papéis antes da hora, porque eles acumularam valorização de curto prazo. E na hora de recomprar, muitos investidores não o fazem, porque não conseguem justificar comprar de novo o papel a um preço superior ao que vendeu anteriormente.

Uma estratégia alternativa é criar carteiras mais voltadas ao perfil de negociação, ou seja, visando aproveitar oportunidades de curto prazo. Embora seja uma estratégia mais arriscada, ela pode trazer frutos para quem acompanha o mercado de perto e consegue identificar as oportunidades que muitas vezes são criadas.

Cuidado com os custos
Independentemente da estratégia adotada, o investidor deve sempre ficar de olho nos custos de operação. Realizar muitas transações de curto prazo pode acabar gerando custos elevados de comissões, prejudicando a rentabilidade do investimento.

Sempre avalie o resultado em termos líquidos, ou seja, incluindo os custos de negociação. Muitas vezes possibilidades de arbitragem ou troca de papéis podem não valer a pena se o custo da transação for incluído. Não esqueça também de sempre considerar os custos de retorno à posição original, principalmente para quem pretende manter a posição no longo prazo.

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