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sexta-feira, fevereiro 10, 2006

SADIA: ANALISTAS ESTIMAM ALTA DE 39% NO LUCRO EM 2005 P/ R$ 610,9 MI

(AE)

São Paulo, 10 - A Sadia, que divulga balanço de referente ao exercício de 2005 na próxima segunda-feira, deve registrar lucro líquido de R$ 610,9 milhões, segundo a média das projeções dos analistas da Socopa, Unibanco, Fator e Banif Investment Banking. O resultado representa aumento de 39% na comparação com o balanço anunciado pela companhia do setor de alimentos em 2004.

No caso do Ebitda, a média das expectativas situou-se em R$ 886,2 milhões, revelando acréscimo de 13% sobre 2004. A receita projetada para 2005 é, na média, 15,2% maior, atingindo R$ 7,350 bilhões.

Para o quarto trimestre, a média das projeções indica salto de 51% no lucro líquido na comparação com os últimos três meses de 2004, para R$ 192,7 milhões, disparada de 129,6% no Ebitda, alcançando R$ 271,4 milhões, e crescimento de 14,5% na receita, para R$ 1,995 bilhão.

Na avaliação de Roger Oey, do Banif, a greve dos inspetores sanitários e a febre aftosa não afetaram o resultado da Sadia no quarto trimestre. A gripe aviária não chegou no Brasil e os preços das aves continuaram em um nível elevado”, observou o analista. Para o período de outubro a dezembro, o Banif estima que a companhia tenha mantido a sólida performance vista na trimestre anterior. Projetamos crescimento da receita líquida de 7% sobre o terceiro trimestre e margem Ebitda de 13,3%”, acrescenta.

Os analistas destacaram ainda a consolidação da liderança do país, pelo terceiro ano consecutivo, em exportações mundiais, tanto em volume quanto em receita. Márcio Kawassaki, da Fator Corretora, acredita que as exportações devem bater recorde em volume novamente.

O analista indica que, no médio prazo, o que deve ser acompanhado com mais atenção é a questão cambial e o avanço da gripe aviária”. Segundo ele, os participantes do setor devem analisar os dois fatores com cuidado para não acabar com excesso de capacidade.

Ao mesmo tempo, lembra Kawassaki, é a primeira vez que o setor enfrenta queda de preços tanto no mercado interno como no externo. As margens para 2006, que de acordo com nossas primeiras estimativas seriam melhores em relação a 2005, podem ser revistas”, afirma.
(Fabiana Holtz)

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