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terça-feira, fevereiro 07, 2006

Ibovespa recua 2% e perde os 37 mil pontos, depois de duas semanas

Por: Equipe InfoMoney
07/02/06 - 19h48
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de um leve ajuste na segunda-feira, o Ibovespa retomou sua trajetória de queda e encerrou esta terça-feira em forte desvalorização de 2,04%, cotado a 36.562 pontos e fechando abaixo dos 37 mil pontos pela primeira vez em duas semanas. O volume financeiro da sessão foi de R$ 1,98 bilhão.

Depois de subir quase 15% em janeiro, o Ibovespa já acumula desvalorização superior a 4% em fevereiro, em conseqüência, em parte, da piora das perspectivas em relação ao rumo da política monetária nos EUA, após indicadores divulgados na semana passada sugerirem o prolongamento do ajuste.

Analistas, no entanto, alertam que o cenário de curto prazo para o mercado acionário brasileiro segue positivo, dada a manutenção do baixo patamar do risco país e das condições favoráveis de liquidez no cenário externo, além das perspectivas de queda dos juros e de retomada da economia em 2006.

Produção Industrial cresce 2,3% em dezembro
Divulgados pela manhã, os dados da Pesquisa Industrial do IBGE mostraram que, em dezembro, a produção industrial brasileira cresceu expressivos 2,3% em relação ao mês de novembro. Em 2005, o crescimento foi de 3,1%.

Os números, na opinião dos analistas, podem trazer uma dose extra de cautela ao mercado, posto que dificultariam uma eventual aceleração do processo de afrouxamento monetário, frustrando investidores que esperam por uma queda rápida na taxa Selic.

Liderando as perdas desta terça-feira apareceram as ações ordinárias da Light, com queda de 6,26%, sendo cotadas a R$ 13,31. Com mais esta desvalorização, as ações da distribuidora carioca acumulam a sua nona baixa em dez pregões, reagindo aos fracos fundamentos operacionais e a percepção de que a troca no controle da empresa ainda estaria distante.

Por outro lado, no outro extremo do índice, apareceram as ações preferenciais da Cesp, cotadas a R$ 19,30 e em alta de 3,20%. Os rumores em torno de uma possível privatização da empresa seguem trazendo volatilidade aos papéis, que obtêm sua quarta alta seguida.

Destaque também para as ações das empresas da Vivo, com o anúncio da oferta hostil do grupo português Sonae pela Portugal Telecom. Os papéis ordinários foram destaque, com alta de 15,71% para as ações com direito a voto da Telesp Celular. Os papéis preferenciais da empresa, que fazem parte do Ibovespa, subiram 2,36%.

Dólar se recupera e fecha em alta
No mercado de câmbio, em movimento de ajuste e com o mercado atento às atuações do Banco Central, o dólar comercial, após ter operado em queda durante boa parte do dia, encerrou cotado a R$ 2,1920, o que representa uma leve alta de 0,27% frente ao fechamento anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 130,85% de seu valor de face, o que representa uma leve queda de 0,30%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 260 pontos base, alta de 3 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas Internacionais
Nos Estados Unidos, as bolsas operam em queda, com os investidores avaliando fracas projeções corporativas para o exercício de 2006. A percepção sobre o ritmo de crescimento do país começa a se deteriorar.

O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, opera em baixa de 0,83% e atinge 1.255 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Nasdaq Composite desvaloriza-se 0,66% a 2.244 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 0,47% a 10.747 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registra leve alta de 0,11% e atinge 5.673 pontos; enquanto o índice CAC 40 da bolsa de Paris valoriza-se 0,02% a 4.935 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres opera em leve baixa de 0,44%, atingindo 5.747 pontos.

Quarta-feira traz o IPC-S
Na quarta-feira, o mercado aguarda o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), organizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). A medida fornece uma visão atualizada da inflação nacional.

Já os norte-americanos esperam pela amostra semanal de seus estoques de petróleo, parâmetro para a cotação internacional da commodity.

Ainda nesta data sairá o MBA Purchase Applications, que denota o nível de empréstimos imobiliários nos EUA.

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