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quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Diversificação: com quantas ações se monta uma carteira eficiente?

Equipe InfoMoney, 21/02/06

SÃO PAULO - Uma das principais recomendações para quem pretende investir no mercado de ações é a diversificação. Afinal de contas, o perfil de risco do investimento em ações é maior do que em outras aplicações, e, como se pode concluir do velho ditado, colocar os ovos em cestas diferentes pode ser bem menos arriscado.

Diversificar é fundamental, de forma que o investidor deve montar uma carteira de ações que apresentem baixa correlação entre si, o que acaba reduzindo o risco. Mas uma pergunta importante que fica é: quantas ações são necessárias para obter uma boa diversificação?

Não existe consenso
A resposta não é simples, já que não existe consenso. Mais do que o número de ações é fundamental que a carteira seja composta por papéis que ofereçam diversificação efetiva. Uma carteira composta por três ações de setores diferentes pode ser mais eficiente do ponto de vista de diversificação do que um portfolio composto por 10 ações do mesmo segmento.

Outro ponto importante diz respeito ao volume investido. Para um investidor com R$ 10 mil, por exemplo, pode ser mais interessante ter uma carteira com 5 ações do que com 20 papéis. Considerando o lote mínimo de boa parte das ações que negociam na Bovespa, vale a pena investir em menos papéis do que ter que recorrer ao mercado fracionário.

Diversificação entre classes de ativos
Não é somente dentro de uma carteira de ações que o investidor deve diversificar. Embora varie de acordo com diversos fatores, a alocação em ações deve quase sempre ser uma minoria dentro de uma carteira de investimentos. Imagine o que pode significar dividir esta fatia, que pode não ser grande, em mais 10 pedaços...

Neste contexto, os fundos de ações podem aparecer como uma alternativa viável, já que permitem o acesso a uma carteira diversificada com valores relativamente baixos. O mesmo se aplica ao fundo de índice PIBB, que traz o investimento em 50 ações por um mínimo de R$ 300,00.

Cinco no mínimo
E como saber se vale a pena investir diretamente em ações ou comprar um fundo? Dentre os vários fatores que devem, ser considerados, certamente o número de ações é um deles. A recomendação para que alguma diversificação seja atingida é montar uma carteira de pelo menos cinco ações.

Para quem tem mais para investir, o número de ações pode ser maior, com alguns analistas acreditando que de 10 a 15 pode ser uma quantidade adequada. Porém, como mencionado acima, não existe consenso, já que cada carteira e cada investidor têm um perfil diferente.

Cuidado para não diversificar demais
Por outro lado, o investidor deve também tomar cuidado para não diversificar demais. Muitas vezes, buscando diversificar em excesso, o investidor corre o risco de alocar apenas uma parcela pequena da carteira para aqueles papéis em que realmente acredita.

Nestas horas é bom lembrar de algumas palavras de Warren Buffet, um dos mais bem sucedidos investidores norte-americanos: " diversificação total é necessária somente quando os investidores não sabem o que estão fazendo".

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