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sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Software desafia o gestor de investimentos

Gazeta Mercantil - São Paulo, 15 de Dezembro de 2005 - Desenvolvida por físicos com experiência no mercado financeiro e meio acadêmico, a solução da Phynance promete oferecer uma visão mais ampla de possibilidades de investimentos, e não apenas de uma ou outra alternativa, que normalmente depende de um "insider" do mercado financeiro.

Um dos softwares seleciona as dez melhores opções para investimento entre as cerca de 500 empresas que operam na Bolsa de Valores de São Paulo. Em seguida, prioriza cinco papéis e indica o investimento, tudo em apenas dois minutos. "Fazer isso à mão talvez leve umas quatro horas", comenta o executivo principal da Phynance, Fábio Bretas. Ele garante que a margem mínima de acerto é de 70%. Os demais 30% de perdas, afirma Bretas, não são relevantes para levar embora a rentabilidade do investidor. "O sistema não erra grosseiramente, são erros de qualidade", diz.

Segundo a Phynance, seis fundos operam no Brasil com estratégia quantitativa, entre eles West LB, Boston Eagle Quant e Santander.

A oportunidade enxergada pela Phinance se deve ao fato de que, atualmente, cada fundo brasileiro opera com um soft-ware proprietário, desenvolvido internamente, e tratado como segredo de indústria. "O Brasil tem mais de três mil fundos, com patrimônio de R$ 650 bilhões. A tendência é de que essa indústria cresça do lado quantitativo", diz o executivo.

Para apoiar suas apostas, Bretas se baseia no mercado norte-americano. Nos Estados Unidos, fundos como o Axa Rosenberg, de R$ 100 bilhões em patrimônio, opera exclusivamente com modelagem quantitativa, isto é, a decisão de compra ou venda vem da máquina.

Oriundo da área de investimentos do BankBoston, o executivo diz que decidiu montar sua própria empresa após perceber a função que os programas assumiram entre os investidores. A empresa conta com diversos modelos de sistemas para cada perfil de investidor. Entre as soluções está o Phynance Market, um serviço contratado via internet e que está agora disponível gratuitamente no site da empresa (www.phynance.com.br) para testes de 30 dias. Passado o período gratuito, o custo da solução deve ficar em torno de R$ 100 mensais. As demais soluções da empresa têm custo variado pois podem ser customizadas de acordo com os modelos de investimentos.

Bretas evita dizer que os atuais gestores de investimentos estão com seus dias contados, mas faz questão de deixar o recado: "não basta contar com a experiência de reciclagem. Esse profissionais deverão ter uma base quantitativa mais sólida", afirma.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(André Borges)

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Software desafia o gestor de investimentos

Gazeta Mercantil - São Paulo, 15 de Dezembro de 2005 - Desenvolvida por físicos com experiência no mercado financeiro e meio acadêmico, a solução da Phynance promete oferecer uma visão mais ampla de possibilidades de investimentos, e não apenas de uma ou outra alternativa, que normalmente depende de um "insider" do mercado financeiro.

Um dos softwares seleciona as dez melhores opções para investimento entre as cerca de 500 empresas que operam na Bolsa de Valores de São Paulo. Em seguida, prioriza cinco papéis e indica o investimento, tudo em apenas dois minutos. "Fazer isso à mão talvez leve umas quatro horas", comenta o executivo principal da Phynance, Fábio Bretas. Ele garante que a margem mínima de acerto é de 70%. Os demais 30% de perdas, afirma Bretas, não são relevantes para levar embora a rentabilidade do investidor. "O sistema não erra grosseiramente, são erros de qualidade", diz.

Segundo a Phynance, seis fundos operam no Brasil com estratégia quantitativa, entre eles West LB, Boston Eagle Quant e Santander.

A oportunidade enxergada pela Phinance se deve ao fato de que, atualmente, cada fundo brasileiro opera com um soft-ware proprietário, desenvolvido internamente, e tratado como segredo de indústria. "O Brasil tem mais de três mil fundos, com patrimônio de R$ 650 bilhões. A tendência é de que essa indústria cresça do lado quantitativo", diz o executivo.

Para apoiar suas apostas, Bretas se baseia no mercado norte-americano. Nos Estados Unidos, fundos como o Axa Rosenberg, de R$ 100 bilhões em patrimônio, opera exclusivamente com modelagem quantitativa, isto é, a decisão de compra ou venda vem da máquina.

Oriundo da área de investimentos do BankBoston, o executivo diz que decidiu montar sua própria empresa após perceber a função que os programas assumiram entre os investidores. A empresa conta com diversos modelos de sistemas para cada perfil de investidor. Entre as soluções está o Phynance Market, um serviço contratado via internet e que está agora disponível gratuitamente no site da empresa (www.phynance.com.br) para testes de 30 dias. Passado o período gratuito, o custo da solução deve ficar em torno de R$ 100 mensais. As demais soluções da empresa têm custo variado pois podem ser customizadas de acordo com os modelos de investimentos.

Bretas evita dizer que os atuais gestores de investimentos estão com seus dias contados, mas faz questão de deixar o recado: "não basta contar com a experiência de reciclagem. Esse profissionais deverão ter uma base quantitativa mais sólida", afirma.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(André Borges)

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Software desafia o gestor de investimentos

Gazeta Mercantil - São Paulo, 15 de Dezembro de 2005 - Desenvolvida por físicos com experiência no mercado financeiro e meio acadêmico, a solução da Phynance promete oferecer uma visão mais ampla de possibilidades de investimentos, e não apenas de uma ou outra alternativa, que normalmente depende de um "insider" do mercado financeiro.

Um dos softwares seleciona as dez melhores opções para investimento entre as cerca de 500 empresas que operam na Bolsa de Valores de São Paulo. Em seguida, prioriza cinco papéis e indica o investimento, tudo em apenas dois minutos. "Fazer isso à mão talvez leve umas quatro horas", comenta o executivo principal da Phynance, Fábio Bretas. Ele garante que a margem mínima de acerto é de 70%. Os demais 30% de perdas, afirma Bretas, não são relevantes para levar embora a rentabilidade do investidor. "O sistema não erra grosseiramente, são erros de qualidade", diz.

Segundo a Phynance, seis fundos operam no Brasil com estratégia quantitativa, entre eles West LB, Boston Eagle Quant e Santander.

A oportunidade enxergada pela Phinance se deve ao fato de que, atualmente, cada fundo brasileiro opera com um soft-ware proprietário, desenvolvido internamente, e tratado como segredo de indústria. "O Brasil tem mais de três mil fundos, com patrimônio de R$ 650 bilhões. A tendência é de que essa indústria cresça do lado quantitativo", diz o executivo.

Para apoiar suas apostas, Bretas se baseia no mercado norte-americano. Nos Estados Unidos, fundos como o Axa Rosenberg, de R$ 100 bilhões em patrimônio, opera exclusivamente com modelagem quantitativa, isto é, a decisão de compra ou venda vem da máquina.

Oriundo da área de investimentos do BankBoston, o executivo diz que decidiu montar sua própria empresa após perceber a função que os programas assumiram entre os investidores. A empresa conta com diversos modelos de sistemas para cada perfil de investidor. Entre as soluções está o Phynance Market, um serviço contratado via internet e que está agora disponível gratuitamente no site da empresa (www.phynance.com.br) para testes de 30 dias. Passado o período gratuito, o custo da solução deve ficar em torno de R$ 100 mensais. As demais soluções da empresa têm custo variado pois podem ser customizadas de acordo com os modelos de investimentos.

Bretas evita dizer que os atuais gestores de investimentos estão com seus dias contados, mas faz questão de deixar o recado: "não basta contar com a experiência de reciclagem. Esse profissionais deverão ter uma base quantitativa mais sólida", afirma.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(André Borges)

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RANDON FAZ NOVA TENTATIVA DE OFERTA; FAMÍLIA MANTERÁ FATIA NO CAPITAL

(AE)

São Paulo, 24 - A Randon tentará novamente realizar uma oferta de ações no mercado brasileiro. A colocação será primária, com ações ON e PN, e secundária, neste caso apenas com papéis PN. As quantidades não foram divulgadas pela companhia, mas a DRAMD Participações - empresa da qual a família Randon detém o controle - já declarou que subscreverá ações da oferta primária para manter sua fatia no capital, que hoje está em torno de 40%.

O plano da Randon de captar recursos por meio de ações já é antigo e quase foi concretizado em 2005. A empresa estuda há pelo menos uns três anos realizar a emissão e, em 7 de março de 2005, chegou a publicar um anúncio de oferta. Na ocasião, a idéia era lançar apenas uma oferta secundária, de 23,4 milhões de ações PN, equivalentes a cerca de 15,5% do capital da Randon. Porém, a seca no Sul do País, a queda do preço da soja no mercado internacional e a piora do cenário no mercado em abril e maio do ano passado - com algumas companhias como Localiza e TAM
enfrentando dificuldades para obter uma boa precificação - levaram a Randon a cancelar a oferta, em 7 de junho.

Quando a empresa anunciou a operação, em março, o papel PN estava cotado a R$ 7,30. Em junho, quando houve o cancelamento, a ação havia recuado 17%, para R$ 6,05. Atualmente, o ativo vale R$ 9,85, um aumento de 35% em relação à época do anúncio da primeira oferta. No mesmo período, o Ibovespa subiu 30%.

Segundo analistas ouvidos pela Agência Estado, a Randon atua em um segmento com forte potencial de crescimento no Brasil - implementos agrícolas e carrocerias para caminhões -, devido ao peso do agronegócio na economia. Além disso, os specialistas consideram que, pelos múltiplos, a companhia está barata em relação a outros ativos da Bolsa.

No entanto, a valorização recente das ações fez com que Randon PN se aproximasse ou até superasse os targets estimados por algumas corretoras consultadas. Os papéis da Randon estavam na lista de Top Picks da Geração Futuro Corretora até a última segunda-feira (21), quando foram substituídos por WEG PN. O preço-alvo da instituição para o ativo, até a semana passada, era de R$ 11,50, o que indica um potencial de ganho de 16,8% sobre a cotação atual.

Em comunicado encaminhado à Bovespa no último dia 3 de fevereiro, a Randon informou que os fundos administrados pela Geração Futuro haviam elevado sua participação no capital da empresa para 13,96% do total de ações PN (13,664 milhões de ações), equivalente a 17,78% desse tipo de papel em circulação no mercado. Procurada, a Geração Futuro não quis comentar o investimento porque participará da oferta de ações e, por conta disso, sofre as restrições previstas na Instrução nº 400 da CVM.
(Téo Takar)

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RANDON FAZ NOVA TENTATIVA DE OFERTA; FAMÍLIA MANTERÁ FATIA NO CAPITAL

(AE)

São Paulo, 24 - A Randon tentará novamente realizar uma oferta de ações no mercado brasileiro. A colocação será primária, com ações ON e PN, e secundária, neste caso apenas com papéis PN. As quantidades não foram divulgadas pela companhia, mas a DRAMD Participações - empresa da qual a família Randon detém o controle - já declarou que subscreverá ações da oferta primária para manter sua fatia no capital, que hoje está em torno de 40%.

O plano da Randon de captar recursos por meio de ações já é antigo e quase foi concretizado em 2005. A empresa estuda há pelo menos uns três anos realizar a emissão e, em 7 de março de 2005, chegou a publicar um anúncio de oferta. Na ocasião, a idéia era lançar apenas uma oferta secundária, de 23,4 milhões de ações PN, equivalentes a cerca de 15,5% do capital da Randon. Porém, a seca no Sul do País, a queda do preço da soja no mercado internacional e a piora do cenário no mercado em abril e maio do ano passado - com algumas companhias como Localiza e TAM
enfrentando dificuldades para obter uma boa precificação - levaram a Randon a cancelar a oferta, em 7 de junho.

Quando a empresa anunciou a operação, em março, o papel PN estava cotado a R$ 7,30. Em junho, quando houve o cancelamento, a ação havia recuado 17%, para R$ 6,05. Atualmente, o ativo vale R$ 9,85, um aumento de 35% em relação à época do anúncio da primeira oferta. No mesmo período, o Ibovespa subiu 30%.

Segundo analistas ouvidos pela Agência Estado, a Randon atua em um segmento com forte potencial de crescimento no Brasil - implementos agrícolas e carrocerias para caminhões -, devido ao peso do agronegócio na economia. Além disso, os specialistas consideram que, pelos múltiplos, a companhia está barata em relação a outros ativos da Bolsa.

No entanto, a valorização recente das ações fez com que Randon PN se aproximasse ou até superasse os targets estimados por algumas corretoras consultadas. Os papéis da Randon estavam na lista de Top Picks da Geração Futuro Corretora até a última segunda-feira (21), quando foram substituídos por WEG PN. O preço-alvo da instituição para o ativo, até a semana passada, era de R$ 11,50, o que indica um potencial de ganho de 16,8% sobre a cotação atual.

Em comunicado encaminhado à Bovespa no último dia 3 de fevereiro, a Randon informou que os fundos administrados pela Geração Futuro haviam elevado sua participação no capital da empresa para 13,96% do total de ações PN (13,664 milhões de ações), equivalente a 17,78% desse tipo de papel em circulação no mercado. Procurada, a Geração Futuro não quis comentar o investimento porque participará da oferta de ações e, por conta disso, sofre as restrições previstas na Instrução nº 400 da CVM.
(Téo Takar)

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RANDON FAZ NOVA TENTATIVA DE OFERTA; FAMÍLIA MANTERÁ FATIA NO CAPITAL

(AE)

São Paulo, 24 - A Randon tentará novamente realizar uma oferta de ações no mercado brasileiro. A colocação será primária, com ações ON e PN, e secundária, neste caso apenas com papéis PN. As quantidades não foram divulgadas pela companhia, mas a DRAMD Participações - empresa da qual a família Randon detém o controle - já declarou que subscreverá ações da oferta primária para manter sua fatia no capital, que hoje está em torno de 40%.

O plano da Randon de captar recursos por meio de ações já é antigo e quase foi concretizado em 2005. A empresa estuda há pelo menos uns três anos realizar a emissão e, em 7 de março de 2005, chegou a publicar um anúncio de oferta. Na ocasião, a idéia era lançar apenas uma oferta secundária, de 23,4 milhões de ações PN, equivalentes a cerca de 15,5% do capital da Randon. Porém, a seca no Sul do País, a queda do preço da soja no mercado internacional e a piora do cenário no mercado em abril e maio do ano passado - com algumas companhias como Localiza e TAM
enfrentando dificuldades para obter uma boa precificação - levaram a Randon a cancelar a oferta, em 7 de junho.

Quando a empresa anunciou a operação, em março, o papel PN estava cotado a R$ 7,30. Em junho, quando houve o cancelamento, a ação havia recuado 17%, para R$ 6,05. Atualmente, o ativo vale R$ 9,85, um aumento de 35% em relação à época do anúncio da primeira oferta. No mesmo período, o Ibovespa subiu 30%.

Segundo analistas ouvidos pela Agência Estado, a Randon atua em um segmento com forte potencial de crescimento no Brasil - implementos agrícolas e carrocerias para caminhões -, devido ao peso do agronegócio na economia. Além disso, os specialistas consideram que, pelos múltiplos, a companhia está barata em relação a outros ativos da Bolsa.

No entanto, a valorização recente das ações fez com que Randon PN se aproximasse ou até superasse os targets estimados por algumas corretoras consultadas. Os papéis da Randon estavam na lista de Top Picks da Geração Futuro Corretora até a última segunda-feira (21), quando foram substituídos por WEG PN. O preço-alvo da instituição para o ativo, até a semana passada, era de R$ 11,50, o que indica um potencial de ganho de 16,8% sobre a cotação atual.

Em comunicado encaminhado à Bovespa no último dia 3 de fevereiro, a Randon informou que os fundos administrados pela Geração Futuro haviam elevado sua participação no capital da empresa para 13,96% do total de ações PN (13,664 milhões de ações), equivalente a 17,78% desse tipo de papel em circulação no mercado. Procurada, a Geração Futuro não quis comentar o investimento porque participará da oferta de ações e, por conta disso, sofre as restrições previstas na Instrução nº 400 da CVM.
(Téo Takar)

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BRASKEM: ÁGORA REBAIXA PREÇO-ALVO DE R$ 30,50 PARA R$ 22,90

(AE)

São Paulo, 24 - A Agora Sênior Corretora de Valores continua recomendando "manter" para os papéis da Braskem, mas reduziu a estimativa de preço-alvo de R$ 30,50 para R$ 22,90, potencial de alta de 26,17% sobre preço de fechamento ontem, para dezembro. "O cenário se manterá adverso no curto prazo, fruto dos elevados preços da nafta (fração do petróleo) e do câmbio apreciado", considera o analista de investimentos Luiz Otávio Broad, justificando a redução das expectativas.

A Agora Sênior projeta ainda um pay-out de 45%, correspondente a um dividend yield de 3,6%, esperado para este ano. o especialista prevê que as vendas em volume da Braskem crescerão 6,5%, neste ano, e que em 2007 a comercialização física se estabilize no mesmo patamar, uma vez que a companhia terá parada programada para manutenção.

Luiz Otávio Broad estima que o Ebitda recuará 6,5%, para R$ 1,954 bilhão, em 2006, e terá alta de 11,4% no ano seguinte, para R$ 2,178 bilhões. "Esperamos queda de 22,69% no lucro líquido, para R$ 523,1 milhões, e para 2007 o resultado líquido deverá evoluir para R$ 622,5 milhões", assinala o analista.

Os riscos que a companhia corre são relativos ao preço da nafta, atrelado ao custo do petróleo e a taxa cambial, uma vez que os preços petroquímicos e da nafta têm forte correlação com o dólar. "Consideramos baixo o risco financeiro da Braskem, que encerrou o ano de 1005 com uma relação Dívida Líquida/Ebitda de 1,4 vezes.", avalia o especialista.
(Viviane Mottin)

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BRASKEM: ÁGORA REBAIXA PREÇO-ALVO DE R$ 30,50 PARA R$ 22,90

(AE)

São Paulo, 24 - A Agora Sênior Corretora de Valores continua recomendando "manter" para os papéis da Braskem, mas reduziu a estimativa de preço-alvo de R$ 30,50 para R$ 22,90, potencial de alta de 26,17% sobre preço de fechamento ontem, para dezembro. "O cenário se manterá adverso no curto prazo, fruto dos elevados preços da nafta (fração do petróleo) e do câmbio apreciado", considera o analista de investimentos Luiz Otávio Broad, justificando a redução das expectativas.

A Agora Sênior projeta ainda um pay-out de 45%, correspondente a um dividend yield de 3,6%, esperado para este ano. o especialista prevê que as vendas em volume da Braskem crescerão 6,5%, neste ano, e que em 2007 a comercialização física se estabilize no mesmo patamar, uma vez que a companhia terá parada programada para manutenção.

Luiz Otávio Broad estima que o Ebitda recuará 6,5%, para R$ 1,954 bilhão, em 2006, e terá alta de 11,4% no ano seguinte, para R$ 2,178 bilhões. "Esperamos queda de 22,69% no lucro líquido, para R$ 523,1 milhões, e para 2007 o resultado líquido deverá evoluir para R$ 622,5 milhões", assinala o analista.

Os riscos que a companhia corre são relativos ao preço da nafta, atrelado ao custo do petróleo e a taxa cambial, uma vez que os preços petroquímicos e da nafta têm forte correlação com o dólar. "Consideramos baixo o risco financeiro da Braskem, que encerrou o ano de 1005 com uma relação Dívida Líquida/Ebitda de 1,4 vezes.", avalia o especialista.
(Viviane Mottin)

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BRASKEM: ÁGORA REBAIXA PREÇO-ALVO DE R$ 30,50 PARA R$ 22,90

(AE)

São Paulo, 24 - A Agora Sênior Corretora de Valores continua recomendando "manter" para os papéis da Braskem, mas reduziu a estimativa de preço-alvo de R$ 30,50 para R$ 22,90, potencial de alta de 26,17% sobre preço de fechamento ontem, para dezembro. "O cenário se manterá adverso no curto prazo, fruto dos elevados preços da nafta (fração do petróleo) e do câmbio apreciado", considera o analista de investimentos Luiz Otávio Broad, justificando a redução das expectativas.

A Agora Sênior projeta ainda um pay-out de 45%, correspondente a um dividend yield de 3,6%, esperado para este ano. o especialista prevê que as vendas em volume da Braskem crescerão 6,5%, neste ano, e que em 2007 a comercialização física se estabilize no mesmo patamar, uma vez que a companhia terá parada programada para manutenção.

Luiz Otávio Broad estima que o Ebitda recuará 6,5%, para R$ 1,954 bilhão, em 2006, e terá alta de 11,4% no ano seguinte, para R$ 2,178 bilhões. "Esperamos queda de 22,69% no lucro líquido, para R$ 523,1 milhões, e para 2007 o resultado líquido deverá evoluir para R$ 622,5 milhões", assinala o analista.

Os riscos que a companhia corre são relativos ao preço da nafta, atrelado ao custo do petróleo e a taxa cambial, uma vez que os preços petroquímicos e da nafta têm forte correlação com o dólar. "Consideramos baixo o risco financeiro da Braskem, que encerrou o ano de 1005 com uma relação Dívida Líquida/Ebitda de 1,4 vezes.", avalia o especialista.
(Viviane Mottin)

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USIMINAS SE BENEFICIARÁ DO ACIDENTE NO ALTO FORNO DA CSN, DIZ SOCOPA

(AE)

São Paulo, 24 - A principal empresa a ser beneficiada pelo acidente que aconteceu no alto forno 3 da Companhia Siderúrgica Nacional, em 22 de janeiro deste ano, é a Usiminas, conforme chamam a atenção os analistas da Socopa. Em relatório divulgado hoje, os especialistas dizem que além de ser uma das companhias que fornecerá aço para a CSN, a siderúrgica de Minas Gerais também vai consertar o estrago causado pela explosão.

De acordo com o documento, em contrato firmado com a Usiminas Mecânica, o reparo do forno ficará pronto até 30 de maio e para a construção do equipamento e das tubulações serão utilizadas chapas grossas da Usiminas. O alto forno 3 é responsável por 60% da produção da CSN.

O relatório da corretora diz ainda que a usina de Volta Redonda (RJ) precisou comprar chapas de aço a preços que variaram de US$ 350 a US$ 380 a tonelada, em várias partes do mundo para poder suprir a demanda de seus clientes. O documento diz também que a companhia garante que conseguiu preços 10% inferiores aos praticados no mercado.

Um preocupação destacada pelos analistas é em relação ao recebimento da apólice de seguros. "Consideramos que será muito difícil para a empresa entrar em acordo com o Unibanco AIG (seguradora) para receber as perdas dos lucros provocados pela interrupção da produção de placas", diz um trecho do relatório.

De acordo com os especialistas apesar de a CSN estar coberta por apólice se seguro de US$ 100 milhões para equipamentos e outros US$ 750 milhões para lucros cessantes, não se sabe quando receberá de fato as perdas provocadas pelo acidente. Os analistas lembram um caso que aconteceu com o Grupo Gerdau, que briga até hoje na Justiça para receber o seguro de um acidente que aconteceu há quatro anos na Usina Ouro Branco, da controlada Açominas.
(Silvia Araujo)

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USIMINAS SE BENEFICIARÁ DO ACIDENTE NO ALTO FORNO DA CSN, DIZ SOCOPA

(AE)

São Paulo, 24 - A principal empresa a ser beneficiada pelo acidente que aconteceu no alto forno 3 da Companhia Siderúrgica Nacional, em 22 de janeiro deste ano, é a Usiminas, conforme chamam a atenção os analistas da Socopa. Em relatório divulgado hoje, os especialistas dizem que além de ser uma das companhias que fornecerá aço para a CSN, a siderúrgica de Minas Gerais também vai consertar o estrago causado pela explosão.

De acordo com o documento, em contrato firmado com a Usiminas Mecânica, o reparo do forno ficará pronto até 30 de maio e para a construção do equipamento e das tubulações serão utilizadas chapas grossas da Usiminas. O alto forno 3 é responsável por 60% da produção da CSN.

O relatório da corretora diz ainda que a usina de Volta Redonda (RJ) precisou comprar chapas de aço a preços que variaram de US$ 350 a US$ 380 a tonelada, em várias partes do mundo para poder suprir a demanda de seus clientes. O documento diz também que a companhia garante que conseguiu preços 10% inferiores aos praticados no mercado.

Um preocupação destacada pelos analistas é em relação ao recebimento da apólice de seguros. "Consideramos que será muito difícil para a empresa entrar em acordo com o Unibanco AIG (seguradora) para receber as perdas dos lucros provocados pela interrupção da produção de placas", diz um trecho do relatório.

De acordo com os especialistas apesar de a CSN estar coberta por apólice se seguro de US$ 100 milhões para equipamentos e outros US$ 750 milhões para lucros cessantes, não se sabe quando receberá de fato as perdas provocadas pelo acidente. Os analistas lembram um caso que aconteceu com o Grupo Gerdau, que briga até hoje na Justiça para receber o seguro de um acidente que aconteceu há quatro anos na Usina Ouro Branco, da controlada Açominas.
(Silvia Araujo)

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USIMINAS SE BENEFICIARÁ DO ACIDENTE NO ALTO FORNO DA CSN, DIZ SOCOPA

(AE)

São Paulo, 24 - A principal empresa a ser beneficiada pelo acidente que aconteceu no alto forno 3 da Companhia Siderúrgica Nacional, em 22 de janeiro deste ano, é a Usiminas, conforme chamam a atenção os analistas da Socopa. Em relatório divulgado hoje, os especialistas dizem que além de ser uma das companhias que fornecerá aço para a CSN, a siderúrgica de Minas Gerais também vai consertar o estrago causado pela explosão.

De acordo com o documento, em contrato firmado com a Usiminas Mecânica, o reparo do forno ficará pronto até 30 de maio e para a construção do equipamento e das tubulações serão utilizadas chapas grossas da Usiminas. O alto forno 3 é responsável por 60% da produção da CSN.

O relatório da corretora diz ainda que a usina de Volta Redonda (RJ) precisou comprar chapas de aço a preços que variaram de US$ 350 a US$ 380 a tonelada, em várias partes do mundo para poder suprir a demanda de seus clientes. O documento diz também que a companhia garante que conseguiu preços 10% inferiores aos praticados no mercado.

Um preocupação destacada pelos analistas é em relação ao recebimento da apólice de seguros. "Consideramos que será muito difícil para a empresa entrar em acordo com o Unibanco AIG (seguradora) para receber as perdas dos lucros provocados pela interrupção da produção de placas", diz um trecho do relatório.

De acordo com os especialistas apesar de a CSN estar coberta por apólice se seguro de US$ 100 milhões para equipamentos e outros US$ 750 milhões para lucros cessantes, não se sabe quando receberá de fato as perdas provocadas pelo acidente. Os analistas lembram um caso que aconteceu com o Grupo Gerdau, que briga até hoje na Justiça para receber o seguro de um acidente que aconteceu há quatro anos na Usina Ouro Branco, da controlada Açominas.
(Silvia Araujo)

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CENÁRIO 1: GIRO ENFRAQUECE; LIGHT, KLABIN E VIVO PUXAM ALTAS

(AE)

São Paulo, 24 - A Bolsa paulista opera de lado, com volume já mais fraco. O Carnaval já contribui para esvaziar os negócios. No entanto, alguma movimentação mais intensa, por parte do investidor estrangeiro, não está descartada para a tarde. O final de mês coincide com o feriado e mercados fechados no Brasil. Há pouco, o Ibovespa subia 0,33% para 38.540 pontos. O giro financeiro é de R$ 912 milhões e projeta R$ 1,78 bilhão.

O volume está mais fraco hoje. Petrobras lidera, com R$ 88 milhões e alta de 2,16%. Vale PNA negocia R$ 53 milhões e sobe 0,7%. Itaú vem em terceiro, com R$ 52 milhões e pequeno ganho de 0,26%; Bradesco se recupera após dois dias de perdas e valoriza 3,18%, com giro de R$ 45 milhões, o quarto do dia.

O balanço que mais repercute hoje nos negócios foi o divulgado pelo grupo Vivo. Após um início de dia em queda, os papéis passaram a figurar entre as principais altas do Ibovespa, com ganhos expressivos. Pela manhã, operadores já alertavam que se os papéis abrissem em queda, diante das perspectivas dos resultados ruins que já derrubaram as cotações ontem, poderiam chamar compradores.

Telesp Celular PN sobe 5,37%; TCO valoriza 4,60%; CRT PNA tem ganho de 3,92%.Tele Leste PN valoriza 4,62%; Tele Sudeste +6,87%.

A Telesp Celular Participações teve prejuízo líquido de R$ 909,2 milhões, em alta de 85,5%. Somente no quarto trimestre do ano passado, o resultado líquido da empresa foi negativo em R$ 318 milhões, com crescimento de 35,5%. A companhia informou que sua base de clientes teve alta de 14,6%, com crescimento de 9,5% de clientes pós pagos.

O custo de aquisição do cliente (SAC) caiu 13% em comparação com o terceiro trimestre e 6,8% em relação ao último trimestre de 2004. A receita média por usuário (ARPU) pós pago foi de R$ 95,2, com aumento de 8,6. Há no mercado o comentário de que a margem Ebitda ajusta, de 29,5% ficou melhor do que o esperado pelo mercado.

Segundo a empresa, as ocorrências de fraude em sua rede levaram a um aumento significativo da provisão para devedores duvidosos (PDD) no balanço consolidado da Telesp Celular Participações. Em 2005, a conta foi ampliada em R$ 245,3 milhões por conta desses eventos, levando a PDD a um total de R$ 569,9 milhões. Somente no quarto trimestre, a perda adicional foi de R$ 167,4 milhões, somando um total de R$ 254,8 milhões no período.

O presidente do Grupo Vivo, Roberto Lima, afirmou esperar que a estréia das ações unificadas na Bovespa, após a reestruturação societária recém aprovada, ocorra em 31 de março. Dia 27 termina o prazo de direito de retirada para os dissidentes da reformulação.

A TCO registrou queda de 33,1% em seu lucro líquido, para R$ 339,1 milhões. A Tele Sudeste Celular lucrou R$ 111,2 milhões, com crescimento de 19,8%. A Celular CRT teve ganho de R$ 129,3 milhões, com queda de 29%. A Tele Leste Celular Participações registrou prejuízo líquido de R$ 92,1 milhões em 2005, com evolução de 169,3%.

Logo na abertura, os papéis PN da Klabin já disparavam 4 %. Há pouco subiam 5,73%. Segundo operadores, havia investidores estrangeiros na compra do papel, amparados em perspectivas mais aquecidas para o cenário macroeconômico. As expectativas são boas para o segmento de embalagens, diante do esperado reaquecimento da atividade econômica.
As ações ON da Light também sobem com volume acentuado - o papel tem ganho de 7,69% e negocia R$ 15 milhões. A expectativa é pela definição da data de entrega de propostas para a compra da companhia - a venda deve ser concretizada mês que vem.

As ações da CSN caem 2,29% para R$ 64,49. O mercado já trabalha com a possibilidade de que os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da companhia - responsável por 60% da produção da empresa - sejam mais graves do que o esperado originalmente. A expectativa, agora e de que ele volte a funcionar dentro de 6 meses e não 3, conforme sinalizado pela companhia.

CTEEP PN valoriza 2,25% e Cesp PN tem queda de 1,34%. A publicação do edital de venda da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep), prevista para quarta-feira passada, só deverá ocorrer na semana iniciada no dia 13 de março, segundo informou a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Com isso, o leilão marcado para o dia 15 de março será novamente adiado.

A Cteep entregará hoje à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suas sugestões para o processo de revisão tarifária da empresa, segundo informou à Agência Estado o secretário de Energia de São Paulo, Mauro Arce. Ele ressaltou que não fará nenhuma crítica à metodologia aplicada pela Aneel, mas levantará dúvidas, principalmente, sobre ativos que não foram considerados no cálculo da receita.

AmBev PN continua em queda, de 0,71% , hoje. Após o balanço de 2005, o Bear Stearns elevou o preço-alvo do ADR da companhia no final de 2006 de US$ 43,00 para US$ 52,00, diante "dos excelentes resultados divulgados". O banco de investimento manteve a recomendação "outperform". O Merrill Lynch também elevou seu target, de US$ 45,00 para US$ 50,00.
(Ana Paula Ragazzi)

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CENÁRIO 1: GIRO ENFRAQUECE; LIGHT, KLABIN E VIVO PUXAM ALTAS

(AE)

São Paulo, 24 - A Bolsa paulista opera de lado, com volume já mais fraco. O Carnaval já contribui para esvaziar os negócios. No entanto, alguma movimentação mais intensa, por parte do investidor estrangeiro, não está descartada para a tarde. O final de mês coincide com o feriado e mercados fechados no Brasil. Há pouco, o Ibovespa subia 0,33% para 38.540 pontos. O giro financeiro é de R$ 912 milhões e projeta R$ 1,78 bilhão.

O volume está mais fraco hoje. Petrobras lidera, com R$ 88 milhões e alta de 2,16%. Vale PNA negocia R$ 53 milhões e sobe 0,7%. Itaú vem em terceiro, com R$ 52 milhões e pequeno ganho de 0,26%; Bradesco se recupera após dois dias de perdas e valoriza 3,18%, com giro de R$ 45 milhões, o quarto do dia.

O balanço que mais repercute hoje nos negócios foi o divulgado pelo grupo Vivo. Após um início de dia em queda, os papéis passaram a figurar entre as principais altas do Ibovespa, com ganhos expressivos. Pela manhã, operadores já alertavam que se os papéis abrissem em queda, diante das perspectivas dos resultados ruins que já derrubaram as cotações ontem, poderiam chamar compradores.

Telesp Celular PN sobe 5,37%; TCO valoriza 4,60%; CRT PNA tem ganho de 3,92%.Tele Leste PN valoriza 4,62%; Tele Sudeste +6,87%.

A Telesp Celular Participações teve prejuízo líquido de R$ 909,2 milhões, em alta de 85,5%. Somente no quarto trimestre do ano passado, o resultado líquido da empresa foi negativo em R$ 318 milhões, com crescimento de 35,5%. A companhia informou que sua base de clientes teve alta de 14,6%, com crescimento de 9,5% de clientes pós pagos.

O custo de aquisição do cliente (SAC) caiu 13% em comparação com o terceiro trimestre e 6,8% em relação ao último trimestre de 2004. A receita média por usuário (ARPU) pós pago foi de R$ 95,2, com aumento de 8,6. Há no mercado o comentário de que a margem Ebitda ajusta, de 29,5% ficou melhor do que o esperado pelo mercado.

Segundo a empresa, as ocorrências de fraude em sua rede levaram a um aumento significativo da provisão para devedores duvidosos (PDD) no balanço consolidado da Telesp Celular Participações. Em 2005, a conta foi ampliada em R$ 245,3 milhões por conta desses eventos, levando a PDD a um total de R$ 569,9 milhões. Somente no quarto trimestre, a perda adicional foi de R$ 167,4 milhões, somando um total de R$ 254,8 milhões no período.

O presidente do Grupo Vivo, Roberto Lima, afirmou esperar que a estréia das ações unificadas na Bovespa, após a reestruturação societária recém aprovada, ocorra em 31 de março. Dia 27 termina o prazo de direito de retirada para os dissidentes da reformulação.

A TCO registrou queda de 33,1% em seu lucro líquido, para R$ 339,1 milhões. A Tele Sudeste Celular lucrou R$ 111,2 milhões, com crescimento de 19,8%. A Celular CRT teve ganho de R$ 129,3 milhões, com queda de 29%. A Tele Leste Celular Participações registrou prejuízo líquido de R$ 92,1 milhões em 2005, com evolução de 169,3%.

Logo na abertura, os papéis PN da Klabin já disparavam 4 %. Há pouco subiam 5,73%. Segundo operadores, havia investidores estrangeiros na compra do papel, amparados em perspectivas mais aquecidas para o cenário macroeconômico. As expectativas são boas para o segmento de embalagens, diante do esperado reaquecimento da atividade econômica.
As ações ON da Light também sobem com volume acentuado - o papel tem ganho de 7,69% e negocia R$ 15 milhões. A expectativa é pela definição da data de entrega de propostas para a compra da companhia - a venda deve ser concretizada mês que vem.

As ações da CSN caem 2,29% para R$ 64,49. O mercado já trabalha com a possibilidade de que os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da companhia - responsável por 60% da produção da empresa - sejam mais graves do que o esperado originalmente. A expectativa, agora e de que ele volte a funcionar dentro de 6 meses e não 3, conforme sinalizado pela companhia.

CTEEP PN valoriza 2,25% e Cesp PN tem queda de 1,34%. A publicação do edital de venda da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep), prevista para quarta-feira passada, só deverá ocorrer na semana iniciada no dia 13 de março, segundo informou a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Com isso, o leilão marcado para o dia 15 de março será novamente adiado.

A Cteep entregará hoje à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suas sugestões para o processo de revisão tarifária da empresa, segundo informou à Agência Estado o secretário de Energia de São Paulo, Mauro Arce. Ele ressaltou que não fará nenhuma crítica à metodologia aplicada pela Aneel, mas levantará dúvidas, principalmente, sobre ativos que não foram considerados no cálculo da receita.

AmBev PN continua em queda, de 0,71% , hoje. Após o balanço de 2005, o Bear Stearns elevou o preço-alvo do ADR da companhia no final de 2006 de US$ 43,00 para US$ 52,00, diante "dos excelentes resultados divulgados". O banco de investimento manteve a recomendação "outperform". O Merrill Lynch também elevou seu target, de US$ 45,00 para US$ 50,00.
(Ana Paula Ragazzi)

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CENÁRIO 1: GIRO ENFRAQUECE; LIGHT, KLABIN E VIVO PUXAM ALTAS

(AE)

São Paulo, 24 - A Bolsa paulista opera de lado, com volume já mais fraco. O Carnaval já contribui para esvaziar os negócios. No entanto, alguma movimentação mais intensa, por parte do investidor estrangeiro, não está descartada para a tarde. O final de mês coincide com o feriado e mercados fechados no Brasil. Há pouco, o Ibovespa subia 0,33% para 38.540 pontos. O giro financeiro é de R$ 912 milhões e projeta R$ 1,78 bilhão.

O volume está mais fraco hoje. Petrobras lidera, com R$ 88 milhões e alta de 2,16%. Vale PNA negocia R$ 53 milhões e sobe 0,7%. Itaú vem em terceiro, com R$ 52 milhões e pequeno ganho de 0,26%; Bradesco se recupera após dois dias de perdas e valoriza 3,18%, com giro de R$ 45 milhões, o quarto do dia.

O balanço que mais repercute hoje nos negócios foi o divulgado pelo grupo Vivo. Após um início de dia em queda, os papéis passaram a figurar entre as principais altas do Ibovespa, com ganhos expressivos. Pela manhã, operadores já alertavam que se os papéis abrissem em queda, diante das perspectivas dos resultados ruins que já derrubaram as cotações ontem, poderiam chamar compradores.

Telesp Celular PN sobe 5,37%; TCO valoriza 4,60%; CRT PNA tem ganho de 3,92%.Tele Leste PN valoriza 4,62%; Tele Sudeste +6,87%.

A Telesp Celular Participações teve prejuízo líquido de R$ 909,2 milhões, em alta de 85,5%. Somente no quarto trimestre do ano passado, o resultado líquido da empresa foi negativo em R$ 318 milhões, com crescimento de 35,5%. A companhia informou que sua base de clientes teve alta de 14,6%, com crescimento de 9,5% de clientes pós pagos.

O custo de aquisição do cliente (SAC) caiu 13% em comparação com o terceiro trimestre e 6,8% em relação ao último trimestre de 2004. A receita média por usuário (ARPU) pós pago foi de R$ 95,2, com aumento de 8,6. Há no mercado o comentário de que a margem Ebitda ajusta, de 29,5% ficou melhor do que o esperado pelo mercado.

Segundo a empresa, as ocorrências de fraude em sua rede levaram a um aumento significativo da provisão para devedores duvidosos (PDD) no balanço consolidado da Telesp Celular Participações. Em 2005, a conta foi ampliada em R$ 245,3 milhões por conta desses eventos, levando a PDD a um total de R$ 569,9 milhões. Somente no quarto trimestre, a perda adicional foi de R$ 167,4 milhões, somando um total de R$ 254,8 milhões no período.

O presidente do Grupo Vivo, Roberto Lima, afirmou esperar que a estréia das ações unificadas na Bovespa, após a reestruturação societária recém aprovada, ocorra em 31 de março. Dia 27 termina o prazo de direito de retirada para os dissidentes da reformulação.

A TCO registrou queda de 33,1% em seu lucro líquido, para R$ 339,1 milhões. A Tele Sudeste Celular lucrou R$ 111,2 milhões, com crescimento de 19,8%. A Celular CRT teve ganho de R$ 129,3 milhões, com queda de 29%. A Tele Leste Celular Participações registrou prejuízo líquido de R$ 92,1 milhões em 2005, com evolução de 169,3%.

Logo na abertura, os papéis PN da Klabin já disparavam 4 %. Há pouco subiam 5,73%. Segundo operadores, havia investidores estrangeiros na compra do papel, amparados em perspectivas mais aquecidas para o cenário macroeconômico. As expectativas são boas para o segmento de embalagens, diante do esperado reaquecimento da atividade econômica.
As ações ON da Light também sobem com volume acentuado - o papel tem ganho de 7,69% e negocia R$ 15 milhões. A expectativa é pela definição da data de entrega de propostas para a compra da companhia - a venda deve ser concretizada mês que vem.

As ações da CSN caem 2,29% para R$ 64,49. O mercado já trabalha com a possibilidade de que os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da companhia - responsável por 60% da produção da empresa - sejam mais graves do que o esperado originalmente. A expectativa, agora e de que ele volte a funcionar dentro de 6 meses e não 3, conforme sinalizado pela companhia.

CTEEP PN valoriza 2,25% e Cesp PN tem queda de 1,34%. A publicação do edital de venda da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep), prevista para quarta-feira passada, só deverá ocorrer na semana iniciada no dia 13 de março, segundo informou a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Com isso, o leilão marcado para o dia 15 de março será novamente adiado.

A Cteep entregará hoje à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suas sugestões para o processo de revisão tarifária da empresa, segundo informou à Agência Estado o secretário de Energia de São Paulo, Mauro Arce. Ele ressaltou que não fará nenhuma crítica à metodologia aplicada pela Aneel, mas levantará dúvidas, principalmente, sobre ativos que não foram considerados no cálculo da receita.

AmBev PN continua em queda, de 0,71% , hoje. Após o balanço de 2005, o Bear Stearns elevou o preço-alvo do ADR da companhia no final de 2006 de US$ 43,00 para US$ 52,00, diante "dos excelentes resultados divulgados". O banco de investimento manteve a recomendação "outperform". O Merrill Lynch também elevou seu target, de US$ 45,00 para US$ 50,00.
(Ana Paula Ragazzi)

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ARCELOR COMPRA 38,41% DA CHINESA LAIWU STEEL POR US$ 259,9 MI

(AE)

Bruxelas, 24 - O Laiwu Steel Group, da China, concordou em vender para a Arcelor 38,41% de participação na Laiwu Steel Corp. por 218 milhões de euros (US$ 259,9 milhões). A imprensa local já noticiou que o negócio foi aprovado pelo governo da província de Shandong, onde fica a sede da Laiwu. Ainda falta a aprovação do governo central. O executivo-chefe da Arcelor SA, Guy Dollé, antecipou que o acordo pode demorar de "três a seis meses" para ser concluído.

"Esse movimento é resultado da estratégia de crescimento global no longo prazo da Arcelor. Essa parceria com a Laiwu nos dá a oportunidade de contribuir para o potencial de desenvolvimento da China; o maior mercado de aço do mundo e o que cresce mais rápido. O investimento na Laiwu Steel Corp. vai se tornar uma plataforma operacional chave para melhor servir nossos clientes chineses", disse o vice-presidente executivo da Arcelor, Roland Junck.

"Essa transação vai resultar em sinergias que no longo prazo devem oferecer oportunidades futuras que esperamos sejam revertidas em aumento de nossa competitividade e mais valor para os acionistas da Laiwu Steel Corp.", disse o vice-presidente do Laiwu Steel Group, Zhao Yanbin. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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ARCELOR COMPRA 38,41% DA CHINESA LAIWU STEEL POR US$ 259,9 MI

(AE)

Bruxelas, 24 - O Laiwu Steel Group, da China, concordou em vender para a Arcelor 38,41% de participação na Laiwu Steel Corp. por 218 milhões de euros (US$ 259,9 milhões). A imprensa local já noticiou que o negócio foi aprovado pelo governo da província de Shandong, onde fica a sede da Laiwu. Ainda falta a aprovação do governo central. O executivo-chefe da Arcelor SA, Guy Dollé, antecipou que o acordo pode demorar de "três a seis meses" para ser concluído.

"Esse movimento é resultado da estratégia de crescimento global no longo prazo da Arcelor. Essa parceria com a Laiwu nos dá a oportunidade de contribuir para o potencial de desenvolvimento da China; o maior mercado de aço do mundo e o que cresce mais rápido. O investimento na Laiwu Steel Corp. vai se tornar uma plataforma operacional chave para melhor servir nossos clientes chineses", disse o vice-presidente executivo da Arcelor, Roland Junck.

"Essa transação vai resultar em sinergias que no longo prazo devem oferecer oportunidades futuras que esperamos sejam revertidas em aumento de nossa competitividade e mais valor para os acionistas da Laiwu Steel Corp.", disse o vice-presidente do Laiwu Steel Group, Zhao Yanbin. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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ARCELOR COMPRA 38,41% DA CHINESA LAIWU STEEL POR US$ 259,9 MI

(AE)

Bruxelas, 24 - O Laiwu Steel Group, da China, concordou em vender para a Arcelor 38,41% de participação na Laiwu Steel Corp. por 218 milhões de euros (US$ 259,9 milhões). A imprensa local já noticiou que o negócio foi aprovado pelo governo da província de Shandong, onde fica a sede da Laiwu. Ainda falta a aprovação do governo central. O executivo-chefe da Arcelor SA, Guy Dollé, antecipou que o acordo pode demorar de "três a seis meses" para ser concluído.

"Esse movimento é resultado da estratégia de crescimento global no longo prazo da Arcelor. Essa parceria com a Laiwu nos dá a oportunidade de contribuir para o potencial de desenvolvimento da China; o maior mercado de aço do mundo e o que cresce mais rápido. O investimento na Laiwu Steel Corp. vai se tornar uma plataforma operacional chave para melhor servir nossos clientes chineses", disse o vice-presidente executivo da Arcelor, Roland Junck.

"Essa transação vai resultar em sinergias que no longo prazo devem oferecer oportunidades futuras que esperamos sejam revertidas em aumento de nossa competitividade e mais valor para os acionistas da Laiwu Steel Corp.", disse o vice-presidente do Laiwu Steel Group, Zhao Yanbin. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CSN: P/BEAR, DANO NO ALTO FORNO 3 PODE SER MAIS GRAVE DO QUE ESTIMADO

(AE)

São Paulo, 24 - Os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) - responsável por 60% da produção da empresa - podem ser mais graves do que o esperado originalmente, conforme relatório divulgado hoje pelo Bear Stearns.

Segundo o analista Daniel C. Altman, notícias dão conta que a siderúrgica poderá ter que reconstruir todo o equipamento, o que demandaria cerca de seis meses para a conclusão. Na ocasião do acidente, a empresa divulgou que apenas reparos seriam necessários e a expectativa do mercado era de que o ajuste fosse feito entre um e dois meses. A companhia também informou que estaria usando as placas do estoque para manter a normalidade na produção a partir da laminação.

Para atender aos contratos fechados, a CSN teria comprado cerca de 800 toneladas de aço de siderúrgicas brasileiras, mexicanas, russas e de outros países da América do Sul e ainda da Ásia. O relatório do Bear diz que o valor das compras em relação ao custo da produção interna poderá gerar uma redução de US$ 100 milhões a US$ 130 milhões no Ebitda da companhia no primeiro semestre de 2006.

Ainda segundo o relatório, o evento deverá influenciar nos planos de investimentos futuros da CSN.
(Silvia Araujo)

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CSN: P/BEAR, DANO NO ALTO FORNO 3 PODE SER MAIS GRAVE DO QUE ESTIMADO

(AE)

São Paulo, 24 - Os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) - responsável por 60% da produção da empresa - podem ser mais graves do que o esperado originalmente, conforme relatório divulgado hoje pelo Bear Stearns.

Segundo o analista Daniel C. Altman, notícias dão conta que a siderúrgica poderá ter que reconstruir todo o equipamento, o que demandaria cerca de seis meses para a conclusão. Na ocasião do acidente, a empresa divulgou que apenas reparos seriam necessários e a expectativa do mercado era de que o ajuste fosse feito entre um e dois meses. A companhia também informou que estaria usando as placas do estoque para manter a normalidade na produção a partir da laminação.

Para atender aos contratos fechados, a CSN teria comprado cerca de 800 toneladas de aço de siderúrgicas brasileiras, mexicanas, russas e de outros países da América do Sul e ainda da Ásia. O relatório do Bear diz que o valor das compras em relação ao custo da produção interna poderá gerar uma redução de US$ 100 milhões a US$ 130 milhões no Ebitda da companhia no primeiro semestre de 2006.

Ainda segundo o relatório, o evento deverá influenciar nos planos de investimentos futuros da CSN.
(Silvia Araujo)

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CSN: P/BEAR, DANO NO ALTO FORNO 3 PODE SER MAIS GRAVE DO QUE ESTIMADO

(AE)

São Paulo, 24 - Os danos provocados pelo acidente que, em 22 de janeiro passado, paralisou as operações do alto forno número 3 da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) - responsável por 60% da produção da empresa - podem ser mais graves do que o esperado originalmente, conforme relatório divulgado hoje pelo Bear Stearns.

Segundo o analista Daniel C. Altman, notícias dão conta que a siderúrgica poderá ter que reconstruir todo o equipamento, o que demandaria cerca de seis meses para a conclusão. Na ocasião do acidente, a empresa divulgou que apenas reparos seriam necessários e a expectativa do mercado era de que o ajuste fosse feito entre um e dois meses. A companhia também informou que estaria usando as placas do estoque para manter a normalidade na produção a partir da laminação.

Para atender aos contratos fechados, a CSN teria comprado cerca de 800 toneladas de aço de siderúrgicas brasileiras, mexicanas, russas e de outros países da América do Sul e ainda da Ásia. O relatório do Bear diz que o valor das compras em relação ao custo da produção interna poderá gerar uma redução de US$ 100 milhões a US$ 130 milhões no Ebitda da companhia no primeiro semestre de 2006.

Ainda segundo o relatório, o evento deverá influenciar nos planos de investimentos futuros da CSN.
(Silvia Araujo)

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COMPANY: AÇÃO SAI A R$ 16 (TETO DA FAIXA); OFERTA SOMA R$ 244,8 MI

São Paulo, 24 - A Company informa que, após bookbuilding, o preço de suas ações ordinárias, por conta de oferta, foi fixado em R$ 16,00 - no teto da faixa estipulada pela empresa. A colocação soma R$ 244,869 milhões e compreende a distribuição de 15,304 milhões de papéis; sendo 11, 304 milhões em colocação primária e o restante em secundária. As ações estréiam no Novo Mercado da Bovespa no dia 2 de março, sob o código CPNY3.

A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15% das ações inicialmente ofertadas. O coordenador líder, ABN Amro, poderá realizar atividades de estabilização das ações por um período de 30 dias após a estréia. (Ana Paula Ragazzi)

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COMPANY: AÇÃO SAI A R$ 16 (TETO DA FAIXA); OFERTA SOMA R$ 244,8 MI

São Paulo, 24 - A Company informa que, após bookbuilding, o preço de suas ações ordinárias, por conta de oferta, foi fixado em R$ 16,00 - no teto da faixa estipulada pela empresa. A colocação soma R$ 244,869 milhões e compreende a distribuição de 15,304 milhões de papéis; sendo 11, 304 milhões em colocação primária e o restante em secundária. As ações estréiam no Novo Mercado da Bovespa no dia 2 de março, sob o código CPNY3.

A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15% das ações inicialmente ofertadas. O coordenador líder, ABN Amro, poderá realizar atividades de estabilização das ações por um período de 30 dias após a estréia. (Ana Paula Ragazzi)

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COMPANY: AÇÃO SAI A R$ 16 (TETO DA FAIXA); OFERTA SOMA R$ 244,8 MI

São Paulo, 24 - A Company informa que, após bookbuilding, o preço de suas ações ordinárias, por conta de oferta, foi fixado em R$ 16,00 - no teto da faixa estipulada pela empresa. A colocação soma R$ 244,869 milhões e compreende a distribuição de 15,304 milhões de papéis; sendo 11, 304 milhões em colocação primária e o restante em secundária. As ações estréiam no Novo Mercado da Bovespa no dia 2 de março, sob o código CPNY3.

A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15% das ações inicialmente ofertadas. O coordenador líder, ABN Amro, poderá realizar atividades de estabilização das ações por um período de 30 dias após a estréia. (Ana Paula Ragazzi)

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MP que isenta IR recebe emendas

Fonte: Valor Econômico - Arnaldo Galvão

A Secretaria do Congresso Nacional recebeu, até às 18h30 de ontem, 29 emendas à Medida Provisória 281, que reduziu de 15% a zero a alíquota do Imposto de Renda sobre os ganhos de capital dos investidores não residentes que compram títulos da dívida pública federal. As principais propostas estendem a desoneração tributária aos contribuintes nacionais, aos papéis privados e também aos títulos das outras unidades da federação. Ainda não há um relator designado para o início da tramitação da MP 281 na Câmara.

O deputado Delfim Netto (PMDB-SP) apresentou emenda que estende aos rendimentos dos títulos privados de renda fixa a desoneração do IR. Segundo o deputado, isso daria mais incentivo ao desenvolvimento da empresa privada nacional porque reduz os seus custos de captação ao permitir um aumento da base de investidores e as possibilidades de captação de longo prazo. Portanto, sua proposta de emenda beneficia o mercado de debêntures, principal ativo emitido pelas empresas.

Outra vantagem, segundo Delfim, seria permitir que parte das captações realizadas no mercado internacional fosse redirecionada para o mercado doméstico, estimulando a geração de novas receitas.

O deputado Gerson Gabrielli (PFL-BA) apresentou uma emenda para viabilizar as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele propõe estender a desoneração do IR aos rendimentos obtidos em fundos de investimento em participações cujos objetivos são a compra de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários em sociedades cuja finalidade seja a prestação de serviços públicos e a exploração de obras ou de investimentos em infra-estrutura, mediante autorização ou concessão.

A emenda do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), estende aos títulos estaduais, distritais e municipais a desoneração tributária da MP 281.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) defendeu em sua emenda que todo o artigo 1º da MP 281 seja suprimido. Dessa maneira, a principal medida de desoneração seria revogada. Ele alegou que é inconstitucional discriminar investidores nacionais em relação aos estrangeiros. Também desrespeita a Constituição e o pacto federativo tornar mais atraentes os títulos da dívida federal, prejudicando os papéis estaduais e municipais. O deputado Luiz Carlos Santos (PFL-SP) apresentou a proposta de estender aos contribuintes residentes no Brasil a desoneração concedida aos estrangeiros. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentou três emendas. Defende que os direitos creditórios sejam considerados na apuração do prazo médio de permanência dos cotistas dos fundos de investimento.

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MP que isenta IR recebe emendas

Fonte: Valor Econômico - Arnaldo Galvão

A Secretaria do Congresso Nacional recebeu, até às 18h30 de ontem, 29 emendas à Medida Provisória 281, que reduziu de 15% a zero a alíquota do Imposto de Renda sobre os ganhos de capital dos investidores não residentes que compram títulos da dívida pública federal. As principais propostas estendem a desoneração tributária aos contribuintes nacionais, aos papéis privados e também aos títulos das outras unidades da federação. Ainda não há um relator designado para o início da tramitação da MP 281 na Câmara.

O deputado Delfim Netto (PMDB-SP) apresentou emenda que estende aos rendimentos dos títulos privados de renda fixa a desoneração do IR. Segundo o deputado, isso daria mais incentivo ao desenvolvimento da empresa privada nacional porque reduz os seus custos de captação ao permitir um aumento da base de investidores e as possibilidades de captação de longo prazo. Portanto, sua proposta de emenda beneficia o mercado de debêntures, principal ativo emitido pelas empresas.

Outra vantagem, segundo Delfim, seria permitir que parte das captações realizadas no mercado internacional fosse redirecionada para o mercado doméstico, estimulando a geração de novas receitas.

O deputado Gerson Gabrielli (PFL-BA) apresentou uma emenda para viabilizar as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele propõe estender a desoneração do IR aos rendimentos obtidos em fundos de investimento em participações cujos objetivos são a compra de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários em sociedades cuja finalidade seja a prestação de serviços públicos e a exploração de obras ou de investimentos em infra-estrutura, mediante autorização ou concessão.

A emenda do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), estende aos títulos estaduais, distritais e municipais a desoneração tributária da MP 281.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) defendeu em sua emenda que todo o artigo 1º da MP 281 seja suprimido. Dessa maneira, a principal medida de desoneração seria revogada. Ele alegou que é inconstitucional discriminar investidores nacionais em relação aos estrangeiros. Também desrespeita a Constituição e o pacto federativo tornar mais atraentes os títulos da dívida federal, prejudicando os papéis estaduais e municipais. O deputado Luiz Carlos Santos (PFL-SP) apresentou a proposta de estender aos contribuintes residentes no Brasil a desoneração concedida aos estrangeiros. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentou três emendas. Defende que os direitos creditórios sejam considerados na apuração do prazo médio de permanência dos cotistas dos fundos de investimento.

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MP que isenta IR recebe emendas

Fonte: Valor Econômico - Arnaldo Galvão

A Secretaria do Congresso Nacional recebeu, até às 18h30 de ontem, 29 emendas à Medida Provisória 281, que reduziu de 15% a zero a alíquota do Imposto de Renda sobre os ganhos de capital dos investidores não residentes que compram títulos da dívida pública federal. As principais propostas estendem a desoneração tributária aos contribuintes nacionais, aos papéis privados e também aos títulos das outras unidades da federação. Ainda não há um relator designado para o início da tramitação da MP 281 na Câmara.

O deputado Delfim Netto (PMDB-SP) apresentou emenda que estende aos rendimentos dos títulos privados de renda fixa a desoneração do IR. Segundo o deputado, isso daria mais incentivo ao desenvolvimento da empresa privada nacional porque reduz os seus custos de captação ao permitir um aumento da base de investidores e as possibilidades de captação de longo prazo. Portanto, sua proposta de emenda beneficia o mercado de debêntures, principal ativo emitido pelas empresas.

Outra vantagem, segundo Delfim, seria permitir que parte das captações realizadas no mercado internacional fosse redirecionada para o mercado doméstico, estimulando a geração de novas receitas.

O deputado Gerson Gabrielli (PFL-BA) apresentou uma emenda para viabilizar as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele propõe estender a desoneração do IR aos rendimentos obtidos em fundos de investimento em participações cujos objetivos são a compra de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários em sociedades cuja finalidade seja a prestação de serviços públicos e a exploração de obras ou de investimentos em infra-estrutura, mediante autorização ou concessão.

A emenda do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), estende aos títulos estaduais, distritais e municipais a desoneração tributária da MP 281.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) defendeu em sua emenda que todo o artigo 1º da MP 281 seja suprimido. Dessa maneira, a principal medida de desoneração seria revogada. Ele alegou que é inconstitucional discriminar investidores nacionais em relação aos estrangeiros. Também desrespeita a Constituição e o pacto federativo tornar mais atraentes os títulos da dívida federal, prejudicando os papéis estaduais e municipais. O deputado Luiz Carlos Santos (PFL-SP) apresentou a proposta de estender aos contribuintes residentes no Brasil a desoneração concedida aos estrangeiros. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentou três emendas. Defende que os direitos creditórios sejam considerados na apuração do prazo médio de permanência dos cotistas dos fundos de investimento.

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Quando perder é o melhor negócio

Ricardo Mello, Revista Você S/A

Recorda-se da última vez que seu time de futebol começou jogando mal uma partida e somente melhorou o desempenho depois que tomou um gol? Certamente você já deve ter ouvido falar nas famosas histórias de empresas que quase faliram e renasceram como uma fênix, das cinzas, com novas estratégias e filosofias. Ou mesmo de indivíduos que viviam excessivamente voltados para o lado material da vida e após sofrerem um infarto ou acidente quase mortal, fizeram modificações profundas em sua maneira de viver, alegando que esta experiência chocante lhe abriram os olhos.

O fato é que perder, por incrível que pareça, às vezes é o melhor negócio, bem melhor que ganhar! Falo da perda no sentido de não obter um resultado almejado e justamente por isso, sermos forçados a modificar estratégias, maneiras de pensar e, dessa forma, descobrirmos novos caminhos, que nos conduzirão ao lugar que antes queríamos. Não tenham dúvida, que saber perder é uma virtude tão grande como saber ganhar. Em uma negociação frustrada, por exemplo, tiramos muitas lições profundas do que não deve ser feito, o que em negociações futuras pode ser um fator determinante para conseguirmos vender nosso tão precioso produto. Na vida conjugal, a discussão com a esposa ou marido, tão desgastante para todos nós, pode nos oferecer subsídio para redirecionarmos nossa conduta neste tópico, evitando assim males maiores em discussões futuras, o que poderia até representar o término de uma relação.

Na história das guerras, algumas derrotas são mais significativas que as vitórias. Napoleão Bonaparte teve seu exército praticamente dizimado nas terras russas - dos quinhentos mil homens que o acompanhavam, apenas cinquenta mil retornaram. E foi justamente essa derrota que selou o final da Era Napoleônica na Europa. Se, talvez, ele tivesse perdido uma batalha de menor porte, em identidade de circunstâncias, soubesse se precaver dos perigos que o aguardavam nas geladas e desoladoras terras do Cáucaso. Eu diria que neste caso, seu exército até então invencível teve um grande inimigo: o excesso de autoconfiança. O fato de nunca ter perdido uma batalha foi letal. Neste caso, como afirma o título do artigo, temos um excelente exemplo de quando uma derrota pode vir a ser melhor que ganhar!

Agora que falamos de Napoleão, de futebol e até de vida conjugal, falemos de você. Quais derrotas poderia enumerar que já teve em sua existência? Quantos ensinamentos elas podem te oferecer? Quais experiências que no primeiro momento soaram como negativas e posteriormente mostraram-se muito positivas? Vamos lá, não é só Napoleão que colheu grandes derrotas em sua vida, nós também. No entanto, que tal se começássemos a atribuir um novo significado a estas derrotas? Se começássemos a enxergá-las como avisos, verdadeiras conselheiras para nos guiar no futuro ao sucesso que tanto buscamos?

No Tao Te King, o livro sagrado de Lao Tse, ele diz: "Aquele que conhece os outros é sábio; mas quem conhece a si mesmo é iluminado! Aquele que vence os outros é forte; mas aquele que vence a si mesmo é poderoso! Aquele que conhece a alegria é rico. Aquele que a conserva em seu caminho é afortunado. Seja humilde e permanecerás íntegro. Curva-te e permanecerás ereto. Esvazia-te e permanecerás repleto. Gasta-te e permanecerás novo."

São palavras simples e muito sábias, como tudo que é realmente importante em nossa vida. Agora pare e pense um pouco em todas as adversidades de seu ambiente de trabalho, do chefe autoritário, do mercado difícil, do salário baixo, das condições de trabalho complicadas e tudo o mais que estiver aí envolvido e reflita sobre a melhor forma de transformar essas aparentes derrotas em grandes vitórias! Perdoe-me se esses dizeres parecem trechos retirados de um livro de auto-ajuda, mas, na realidade, não é necessário inventar a roda. É preciso faze-la girar! A única forma de ganhar sempre é aprender a tirar proveito, inclusive das perdas e derrotas que cruzarem nosso caminho.

Tenho trabalhado com clientes que começam uma consultoria pessoal traumatizados com as perdas, frustrados com as dificuldades que encontram no caminho, mas esquecem que este é apenas um lado da moeda, uma forma de ver as coisas. Há outras e muito mais produtivas. Lembremos que se não podemos escolher se vamos quebrar uma perna, temos o poder de decidir como nos comportaremos a partir daí. Ninguém quer ficar desempregado, discutir com pessoas amadas ou ficar doente. No entanto, é devido ao desemprego que muitos empresários começam a nascer, é por causa de divergências que novas idéias tomam forma e é nas doenças que residem o remédio potencial de sua cura! Se pensarmos neste foco fica mais fácil compreender que, às vezes, perder é o melhor negócio. É melhor do que ganhar!

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Quando perder é o melhor negócio

Ricardo Mello, Revista Você S/A

Recorda-se da última vez que seu time de futebol começou jogando mal uma partida e somente melhorou o desempenho depois que tomou um gol? Certamente você já deve ter ouvido falar nas famosas histórias de empresas que quase faliram e renasceram como uma fênix, das cinzas, com novas estratégias e filosofias. Ou mesmo de indivíduos que viviam excessivamente voltados para o lado material da vida e após sofrerem um infarto ou acidente quase mortal, fizeram modificações profundas em sua maneira de viver, alegando que esta experiência chocante lhe abriram os olhos.

O fato é que perder, por incrível que pareça, às vezes é o melhor negócio, bem melhor que ganhar! Falo da perda no sentido de não obter um resultado almejado e justamente por isso, sermos forçados a modificar estratégias, maneiras de pensar e, dessa forma, descobrirmos novos caminhos, que nos conduzirão ao lugar que antes queríamos. Não tenham dúvida, que saber perder é uma virtude tão grande como saber ganhar. Em uma negociação frustrada, por exemplo, tiramos muitas lições profundas do que não deve ser feito, o que em negociações futuras pode ser um fator determinante para conseguirmos vender nosso tão precioso produto. Na vida conjugal, a discussão com a esposa ou marido, tão desgastante para todos nós, pode nos oferecer subsídio para redirecionarmos nossa conduta neste tópico, evitando assim males maiores em discussões futuras, o que poderia até representar o término de uma relação.

Na história das guerras, algumas derrotas são mais significativas que as vitórias. Napoleão Bonaparte teve seu exército praticamente dizimado nas terras russas - dos quinhentos mil homens que o acompanhavam, apenas cinquenta mil retornaram. E foi justamente essa derrota que selou o final da Era Napoleônica na Europa. Se, talvez, ele tivesse perdido uma batalha de menor porte, em identidade de circunstâncias, soubesse se precaver dos perigos que o aguardavam nas geladas e desoladoras terras do Cáucaso. Eu diria que neste caso, seu exército até então invencível teve um grande inimigo: o excesso de autoconfiança. O fato de nunca ter perdido uma batalha foi letal. Neste caso, como afirma o título do artigo, temos um excelente exemplo de quando uma derrota pode vir a ser melhor que ganhar!

Agora que falamos de Napoleão, de futebol e até de vida conjugal, falemos de você. Quais derrotas poderia enumerar que já teve em sua existência? Quantos ensinamentos elas podem te oferecer? Quais experiências que no primeiro momento soaram como negativas e posteriormente mostraram-se muito positivas? Vamos lá, não é só Napoleão que colheu grandes derrotas em sua vida, nós também. No entanto, que tal se começássemos a atribuir um novo significado a estas derrotas? Se começássemos a enxergá-las como avisos, verdadeiras conselheiras para nos guiar no futuro ao sucesso que tanto buscamos?

No Tao Te King, o livro sagrado de Lao Tse, ele diz: "Aquele que conhece os outros é sábio; mas quem conhece a si mesmo é iluminado! Aquele que vence os outros é forte; mas aquele que vence a si mesmo é poderoso! Aquele que conhece a alegria é rico. Aquele que a conserva em seu caminho é afortunado. Seja humilde e permanecerás íntegro. Curva-te e permanecerás ereto. Esvazia-te e permanecerás repleto. Gasta-te e permanecerás novo."

São palavras simples e muito sábias, como tudo que é realmente importante em nossa vida. Agora pare e pense um pouco em todas as adversidades de seu ambiente de trabalho, do chefe autoritário, do mercado difícil, do salário baixo, das condições de trabalho complicadas e tudo o mais que estiver aí envolvido e reflita sobre a melhor forma de transformar essas aparentes derrotas em grandes vitórias! Perdoe-me se esses dizeres parecem trechos retirados de um livro de auto-ajuda, mas, na realidade, não é necessário inventar a roda. É preciso faze-la girar! A única forma de ganhar sempre é aprender a tirar proveito, inclusive das perdas e derrotas que cruzarem nosso caminho.

Tenho trabalhado com clientes que começam uma consultoria pessoal traumatizados com as perdas, frustrados com as dificuldades que encontram no caminho, mas esquecem que este é apenas um lado da moeda, uma forma de ver as coisas. Há outras e muito mais produtivas. Lembremos que se não podemos escolher se vamos quebrar uma perna, temos o poder de decidir como nos comportaremos a partir daí. Ninguém quer ficar desempregado, discutir com pessoas amadas ou ficar doente. No entanto, é devido ao desemprego que muitos empresários começam a nascer, é por causa de divergências que novas idéias tomam forma e é nas doenças que residem o remédio potencial de sua cura! Se pensarmos neste foco fica mais fácil compreender que, às vezes, perder é o melhor negócio. É melhor do que ganhar!

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Quando perder é o melhor negócio

Ricardo Mello, Revista Você S/A

Recorda-se da última vez que seu time de futebol começou jogando mal uma partida e somente melhorou o desempenho depois que tomou um gol? Certamente você já deve ter ouvido falar nas famosas histórias de empresas que quase faliram e renasceram como uma fênix, das cinzas, com novas estratégias e filosofias. Ou mesmo de indivíduos que viviam excessivamente voltados para o lado material da vida e após sofrerem um infarto ou acidente quase mortal, fizeram modificações profundas em sua maneira de viver, alegando que esta experiência chocante lhe abriram os olhos.

O fato é que perder, por incrível que pareça, às vezes é o melhor negócio, bem melhor que ganhar! Falo da perda no sentido de não obter um resultado almejado e justamente por isso, sermos forçados a modificar estratégias, maneiras de pensar e, dessa forma, descobrirmos novos caminhos, que nos conduzirão ao lugar que antes queríamos. Não tenham dúvida, que saber perder é uma virtude tão grande como saber ganhar. Em uma negociação frustrada, por exemplo, tiramos muitas lições profundas do que não deve ser feito, o que em negociações futuras pode ser um fator determinante para conseguirmos vender nosso tão precioso produto. Na vida conjugal, a discussão com a esposa ou marido, tão desgastante para todos nós, pode nos oferecer subsídio para redirecionarmos nossa conduta neste tópico, evitando assim males maiores em discussões futuras, o que poderia até representar o término de uma relação.

Na história das guerras, algumas derrotas são mais significativas que as vitórias. Napoleão Bonaparte teve seu exército praticamente dizimado nas terras russas - dos quinhentos mil homens que o acompanhavam, apenas cinquenta mil retornaram. E foi justamente essa derrota que selou o final da Era Napoleônica na Europa. Se, talvez, ele tivesse perdido uma batalha de menor porte, em identidade de circunstâncias, soubesse se precaver dos perigos que o aguardavam nas geladas e desoladoras terras do Cáucaso. Eu diria que neste caso, seu exército até então invencível teve um grande inimigo: o excesso de autoconfiança. O fato de nunca ter perdido uma batalha foi letal. Neste caso, como afirma o título do artigo, temos um excelente exemplo de quando uma derrota pode vir a ser melhor que ganhar!

Agora que falamos de Napoleão, de futebol e até de vida conjugal, falemos de você. Quais derrotas poderia enumerar que já teve em sua existência? Quantos ensinamentos elas podem te oferecer? Quais experiências que no primeiro momento soaram como negativas e posteriormente mostraram-se muito positivas? Vamos lá, não é só Napoleão que colheu grandes derrotas em sua vida, nós também. No entanto, que tal se começássemos a atribuir um novo significado a estas derrotas? Se começássemos a enxergá-las como avisos, verdadeiras conselheiras para nos guiar no futuro ao sucesso que tanto buscamos?

No Tao Te King, o livro sagrado de Lao Tse, ele diz: "Aquele que conhece os outros é sábio; mas quem conhece a si mesmo é iluminado! Aquele que vence os outros é forte; mas aquele que vence a si mesmo é poderoso! Aquele que conhece a alegria é rico. Aquele que a conserva em seu caminho é afortunado. Seja humilde e permanecerás íntegro. Curva-te e permanecerás ereto. Esvazia-te e permanecerás repleto. Gasta-te e permanecerás novo."

São palavras simples e muito sábias, como tudo que é realmente importante em nossa vida. Agora pare e pense um pouco em todas as adversidades de seu ambiente de trabalho, do chefe autoritário, do mercado difícil, do salário baixo, das condições de trabalho complicadas e tudo o mais que estiver aí envolvido e reflita sobre a melhor forma de transformar essas aparentes derrotas em grandes vitórias! Perdoe-me se esses dizeres parecem trechos retirados de um livro de auto-ajuda, mas, na realidade, não é necessário inventar a roda. É preciso faze-la girar! A única forma de ganhar sempre é aprender a tirar proveito, inclusive das perdas e derrotas que cruzarem nosso caminho.

Tenho trabalhado com clientes que começam uma consultoria pessoal traumatizados com as perdas, frustrados com as dificuldades que encontram no caminho, mas esquecem que este é apenas um lado da moeda, uma forma de ver as coisas. Há outras e muito mais produtivas. Lembremos que se não podemos escolher se vamos quebrar uma perna, temos o poder de decidir como nos comportaremos a partir daí. Ninguém quer ficar desempregado, discutir com pessoas amadas ou ficar doente. No entanto, é devido ao desemprego que muitos empresários começam a nascer, é por causa de divergências que novas idéias tomam forma e é nas doenças que residem o remédio potencial de sua cura! Se pensarmos neste foco fica mais fácil compreender que, às vezes, perder é o melhor negócio. É melhor do que ganhar!

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quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Diversificação: com quantas ações se monta uma carteira eficiente?

Equipe InfoMoney, 21/02/06

SÃO PAULO - Uma das principais recomendações para quem pretende investir no mercado de ações é a diversificação. Afinal de contas, o perfil de risco do investimento em ações é maior do que em outras aplicações, e, como se pode concluir do velho ditado, colocar os ovos em cestas diferentes pode ser bem menos arriscado.

Diversificar é fundamental, de forma que o investidor deve montar uma carteira de ações que apresentem baixa correlação entre si, o que acaba reduzindo o risco. Mas uma pergunta importante que fica é: quantas ações são necessárias para obter uma boa diversificação?

Não existe consenso
A resposta não é simples, já que não existe consenso. Mais do que o número de ações é fundamental que a carteira seja composta por papéis que ofereçam diversificação efetiva. Uma carteira composta por três ações de setores diferentes pode ser mais eficiente do ponto de vista de diversificação do que um portfolio composto por 10 ações do mesmo segmento.

Outro ponto importante diz respeito ao volume investido. Para um investidor com R$ 10 mil, por exemplo, pode ser mais interessante ter uma carteira com 5 ações do que com 20 papéis. Considerando o lote mínimo de boa parte das ações que negociam na Bovespa, vale a pena investir em menos papéis do que ter que recorrer ao mercado fracionário.

Diversificação entre classes de ativos
Não é somente dentro de uma carteira de ações que o investidor deve diversificar. Embora varie de acordo com diversos fatores, a alocação em ações deve quase sempre ser uma minoria dentro de uma carteira de investimentos. Imagine o que pode significar dividir esta fatia, que pode não ser grande, em mais 10 pedaços...

Neste contexto, os fundos de ações podem aparecer como uma alternativa viável, já que permitem o acesso a uma carteira diversificada com valores relativamente baixos. O mesmo se aplica ao fundo de índice PIBB, que traz o investimento em 50 ações por um mínimo de R$ 300,00.

Cinco no mínimo
E como saber se vale a pena investir diretamente em ações ou comprar um fundo? Dentre os vários fatores que devem, ser considerados, certamente o número de ações é um deles. A recomendação para que alguma diversificação seja atingida é montar uma carteira de pelo menos cinco ações.

Para quem tem mais para investir, o número de ações pode ser maior, com alguns analistas acreditando que de 10 a 15 pode ser uma quantidade adequada. Porém, como mencionado acima, não existe consenso, já que cada carteira e cada investidor têm um perfil diferente.

Cuidado para não diversificar demais
Por outro lado, o investidor deve também tomar cuidado para não diversificar demais. Muitas vezes, buscando diversificar em excesso, o investidor corre o risco de alocar apenas uma parcela pequena da carteira para aqueles papéis em que realmente acredita.

Nestas horas é bom lembrar de algumas palavras de Warren Buffet, um dos mais bem sucedidos investidores norte-americanos: " diversificação total é necessária somente quando os investidores não sabem o que estão fazendo".

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Diversificação: com quantas ações se monta uma carteira eficiente?

Equipe InfoMoney, 21/02/06

SÃO PAULO - Uma das principais recomendações para quem pretende investir no mercado de ações é a diversificação. Afinal de contas, o perfil de risco do investimento em ações é maior do que em outras aplicações, e, como se pode concluir do velho ditado, colocar os ovos em cestas diferentes pode ser bem menos arriscado.

Diversificar é fundamental, de forma que o investidor deve montar uma carteira de ações que apresentem baixa correlação entre si, o que acaba reduzindo o risco. Mas uma pergunta importante que fica é: quantas ações são necessárias para obter uma boa diversificação?

Não existe consenso
A resposta não é simples, já que não existe consenso. Mais do que o número de ações é fundamental que a carteira seja composta por papéis que ofereçam diversificação efetiva. Uma carteira composta por três ações de setores diferentes pode ser mais eficiente do ponto de vista de diversificação do que um portfolio composto por 10 ações do mesmo segmento.

Outro ponto importante diz respeito ao volume investido. Para um investidor com R$ 10 mil, por exemplo, pode ser mais interessante ter uma carteira com 5 ações do que com 20 papéis. Considerando o lote mínimo de boa parte das ações que negociam na Bovespa, vale a pena investir em menos papéis do que ter que recorrer ao mercado fracionário.

Diversificação entre classes de ativos
Não é somente dentro de uma carteira de ações que o investidor deve diversificar. Embora varie de acordo com diversos fatores, a alocação em ações deve quase sempre ser uma minoria dentro de uma carteira de investimentos. Imagine o que pode significar dividir esta fatia, que pode não ser grande, em mais 10 pedaços...

Neste contexto, os fundos de ações podem aparecer como uma alternativa viável, já que permitem o acesso a uma carteira diversificada com valores relativamente baixos. O mesmo se aplica ao fundo de índice PIBB, que traz o investimento em 50 ações por um mínimo de R$ 300,00.

Cinco no mínimo
E como saber se vale a pena investir diretamente em ações ou comprar um fundo? Dentre os vários fatores que devem, ser considerados, certamente o número de ações é um deles. A recomendação para que alguma diversificação seja atingida é montar uma carteira de pelo menos cinco ações.

Para quem tem mais para investir, o número de ações pode ser maior, com alguns analistas acreditando que de 10 a 15 pode ser uma quantidade adequada. Porém, como mencionado acima, não existe consenso, já que cada carteira e cada investidor têm um perfil diferente.

Cuidado para não diversificar demais
Por outro lado, o investidor deve também tomar cuidado para não diversificar demais. Muitas vezes, buscando diversificar em excesso, o investidor corre o risco de alocar apenas uma parcela pequena da carteira para aqueles papéis em que realmente acredita.

Nestas horas é bom lembrar de algumas palavras de Warren Buffet, um dos mais bem sucedidos investidores norte-americanos: " diversificação total é necessária somente quando os investidores não sabem o que estão fazendo".

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Diversificação: com quantas ações se monta uma carteira eficiente?

Equipe InfoMoney, 21/02/06

SÃO PAULO - Uma das principais recomendações para quem pretende investir no mercado de ações é a diversificação. Afinal de contas, o perfil de risco do investimento em ações é maior do que em outras aplicações, e, como se pode concluir do velho ditado, colocar os ovos em cestas diferentes pode ser bem menos arriscado.

Diversificar é fundamental, de forma que o investidor deve montar uma carteira de ações que apresentem baixa correlação entre si, o que acaba reduzindo o risco. Mas uma pergunta importante que fica é: quantas ações são necessárias para obter uma boa diversificação?

Não existe consenso
A resposta não é simples, já que não existe consenso. Mais do que o número de ações é fundamental que a carteira seja composta por papéis que ofereçam diversificação efetiva. Uma carteira composta por três ações de setores diferentes pode ser mais eficiente do ponto de vista de diversificação do que um portfolio composto por 10 ações do mesmo segmento.

Outro ponto importante diz respeito ao volume investido. Para um investidor com R$ 10 mil, por exemplo, pode ser mais interessante ter uma carteira com 5 ações do que com 20 papéis. Considerando o lote mínimo de boa parte das ações que negociam na Bovespa, vale a pena investir em menos papéis do que ter que recorrer ao mercado fracionário.

Diversificação entre classes de ativos
Não é somente dentro de uma carteira de ações que o investidor deve diversificar. Embora varie de acordo com diversos fatores, a alocação em ações deve quase sempre ser uma minoria dentro de uma carteira de investimentos. Imagine o que pode significar dividir esta fatia, que pode não ser grande, em mais 10 pedaços...

Neste contexto, os fundos de ações podem aparecer como uma alternativa viável, já que permitem o acesso a uma carteira diversificada com valores relativamente baixos. O mesmo se aplica ao fundo de índice PIBB, que traz o investimento em 50 ações por um mínimo de R$ 300,00.

Cinco no mínimo
E como saber se vale a pena investir diretamente em ações ou comprar um fundo? Dentre os vários fatores que devem, ser considerados, certamente o número de ações é um deles. A recomendação para que alguma diversificação seja atingida é montar uma carteira de pelo menos cinco ações.

Para quem tem mais para investir, o número de ações pode ser maior, com alguns analistas acreditando que de 10 a 15 pode ser uma quantidade adequada. Porém, como mencionado acima, não existe consenso, já que cada carteira e cada investidor têm um perfil diferente.

Cuidado para não diversificar demais
Por outro lado, o investidor deve também tomar cuidado para não diversificar demais. Muitas vezes, buscando diversificar em excesso, o investidor corre o risco de alocar apenas uma parcela pequena da carteira para aqueles papéis em que realmente acredita.

Nestas horas é bom lembrar de algumas palavras de Warren Buffet, um dos mais bem sucedidos investidores norte-americanos: " diversificação total é necessária somente quando os investidores não sabem o que estão fazendo".

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quarta-feira, fevereiro 22, 2006

COMPANY: DEMANDA POR AÇÕES É FORTE; ABN ESTRÉIA COMO COORDENADOR

(AE)

São Paulo, 22 - A série de ofertas do setor de construção civil - Cyrela, Rossi e Gafisa despejaram mais de R$ 2,6 bilhões em ações no mercado recentemente - não reduziu o apetite dos investidores para a operação da Company. Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, a demanda pelos papéis da empresa está boa tanto entre o público de varejo quanto entre os investidores institucionais e é esperado forte rateio entre as pessoas físicas.

Dois fatores colaboram para que a estréia da Company na Bovespa seja um sucesso, na avaliação das fontes: o tamanho relativamente pequeno da oferta - em torno de R$ 250 milhões, sem considerar o green shoe - e a alta das ações das outras empresas de construção lançadas recentemente. Cyrela ON avança 5,19% hoje, acumulando ganho de 26,5% em 2006. Rossi ON opera estável hoje mas ganha 36% no ano. Gafisa avança 4,19% no dia e dispara 38% desde a estréia na Bolsa, em 16 de fevereiro.

Esta é a primeira oferta de ações liderada pelo ABN Amro no Brasil. Conforme as fontes, o banco está se esforçando para que sua estréia no segmento de IPOs seja um sucesso. O ABN estaria aproveitando o bom momento do mercado brasileiro e o potencial das empresas de construção civil para atrair principalmente os investidores estrangeiros para as ações da Company.

A empresa fará uma oferta primária e secundária de no total de 15,304 milhões de ações ordinárias (11,304 milhões na operação primária e 4 milhões na secundária). A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15%, equivalentes a 2,295 milhões de ações ON, sendo 1,695 milhão a serem emitidas e 600 mil de propriedade dos acionistas vendedores. O preço sugerido para subscrição dos papéis situa-se entre R$ 13 e R$ 16 cada. Segundo o edital da operação os pedidos do varejo até R$ 4 mil serão atendidos integralmente, independente de rateio. O período de reserva para o varejo encerra-se hoje e o bookbuilding será concluído amanhã (23). A estréia no Novo Mercado da Bovespa está marcada para o dia 2 de março.

A operação da Company chegou a ser suspensa por um mês, em 4 de janeiro deste ano, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por infringir a instrução 400, que obriga os emissores de papéis a um período de silêncio antes da operação. A Company foi identificada em duas reportagens publicadas no jornal Valor Econômico como fonte de informações sobre a oferta e a companhia.

A autarquia frisa que em uma das reportagens, o diretor financeiro da Company projeta que o faturamento anual da empresa será de R$ 350 milhões após o lançamento dos papéis na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "Projeção esta que não se encontra objetivamente refletida no Prospecto", informou a CVM. Na ocasião, a Company se justificou afirmando que as declarações à imprensa foram dadas antes do período de silêncio, iniciado em 19 de dezembro de 2005, quando a empresa deu entrada no pedido de oferta de ações junto à autarquia.
(Téo Takar)

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COMPANY: DEMANDA POR AÇÕES É FORTE; ABN ESTRÉIA COMO COORDENADOR

(AE)

São Paulo, 22 - A série de ofertas do setor de construção civil - Cyrela, Rossi e Gafisa despejaram mais de R$ 2,6 bilhões em ações no mercado recentemente - não reduziu o apetite dos investidores para a operação da Company. Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, a demanda pelos papéis da empresa está boa tanto entre o público de varejo quanto entre os investidores institucionais e é esperado forte rateio entre as pessoas físicas.

Dois fatores colaboram para que a estréia da Company na Bovespa seja um sucesso, na avaliação das fontes: o tamanho relativamente pequeno da oferta - em torno de R$ 250 milhões, sem considerar o green shoe - e a alta das ações das outras empresas de construção lançadas recentemente. Cyrela ON avança 5,19% hoje, acumulando ganho de 26,5% em 2006. Rossi ON opera estável hoje mas ganha 36% no ano. Gafisa avança 4,19% no dia e dispara 38% desde a estréia na Bolsa, em 16 de fevereiro.

Esta é a primeira oferta de ações liderada pelo ABN Amro no Brasil. Conforme as fontes, o banco está se esforçando para que sua estréia no segmento de IPOs seja um sucesso. O ABN estaria aproveitando o bom momento do mercado brasileiro e o potencial das empresas de construção civil para atrair principalmente os investidores estrangeiros para as ações da Company.

A empresa fará uma oferta primária e secundária de no total de 15,304 milhões de ações ordinárias (11,304 milhões na operação primária e 4 milhões na secundária). A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15%, equivalentes a 2,295 milhões de ações ON, sendo 1,695 milhão a serem emitidas e 600 mil de propriedade dos acionistas vendedores. O preço sugerido para subscrição dos papéis situa-se entre R$ 13 e R$ 16 cada. Segundo o edital da operação os pedidos do varejo até R$ 4 mil serão atendidos integralmente, independente de rateio. O período de reserva para o varejo encerra-se hoje e o bookbuilding será concluído amanhã (23). A estréia no Novo Mercado da Bovespa está marcada para o dia 2 de março.

A operação da Company chegou a ser suspensa por um mês, em 4 de janeiro deste ano, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por infringir a instrução 400, que obriga os emissores de papéis a um período de silêncio antes da operação. A Company foi identificada em duas reportagens publicadas no jornal Valor Econômico como fonte de informações sobre a oferta e a companhia.

A autarquia frisa que em uma das reportagens, o diretor financeiro da Company projeta que o faturamento anual da empresa será de R$ 350 milhões após o lançamento dos papéis na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "Projeção esta que não se encontra objetivamente refletida no Prospecto", informou a CVM. Na ocasião, a Company se justificou afirmando que as declarações à imprensa foram dadas antes do período de silêncio, iniciado em 19 de dezembro de 2005, quando a empresa deu entrada no pedido de oferta de ações junto à autarquia.
(Téo Takar)

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COMPANY: DEMANDA POR AÇÕES É FORTE; ABN ESTRÉIA COMO COORDENADOR

(AE)

São Paulo, 22 - A série de ofertas do setor de construção civil - Cyrela, Rossi e Gafisa despejaram mais de R$ 2,6 bilhões em ações no mercado recentemente - não reduziu o apetite dos investidores para a operação da Company. Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, a demanda pelos papéis da empresa está boa tanto entre o público de varejo quanto entre os investidores institucionais e é esperado forte rateio entre as pessoas físicas.

Dois fatores colaboram para que a estréia da Company na Bovespa seja um sucesso, na avaliação das fontes: o tamanho relativamente pequeno da oferta - em torno de R$ 250 milhões, sem considerar o green shoe - e a alta das ações das outras empresas de construção lançadas recentemente. Cyrela ON avança 5,19% hoje, acumulando ganho de 26,5% em 2006. Rossi ON opera estável hoje mas ganha 36% no ano. Gafisa avança 4,19% no dia e dispara 38% desde a estréia na Bolsa, em 16 de fevereiro.

Esta é a primeira oferta de ações liderada pelo ABN Amro no Brasil. Conforme as fontes, o banco está se esforçando para que sua estréia no segmento de IPOs seja um sucesso. O ABN estaria aproveitando o bom momento do mercado brasileiro e o potencial das empresas de construção civil para atrair principalmente os investidores estrangeiros para as ações da Company.

A empresa fará uma oferta primária e secundária de no total de 15,304 milhões de ações ordinárias (11,304 milhões na operação primária e 4 milhões na secundária). A oferta poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15%, equivalentes a 2,295 milhões de ações ON, sendo 1,695 milhão a serem emitidas e 600 mil de propriedade dos acionistas vendedores. O preço sugerido para subscrição dos papéis situa-se entre R$ 13 e R$ 16 cada. Segundo o edital da operação os pedidos do varejo até R$ 4 mil serão atendidos integralmente, independente de rateio. O período de reserva para o varejo encerra-se hoje e o bookbuilding será concluído amanhã (23). A estréia no Novo Mercado da Bovespa está marcada para o dia 2 de março.

A operação da Company chegou a ser suspensa por um mês, em 4 de janeiro deste ano, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por infringir a instrução 400, que obriga os emissores de papéis a um período de silêncio antes da operação. A Company foi identificada em duas reportagens publicadas no jornal Valor Econômico como fonte de informações sobre a oferta e a companhia.

A autarquia frisa que em uma das reportagens, o diretor financeiro da Company projeta que o faturamento anual da empresa será de R$ 350 milhões após o lançamento dos papéis na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "Projeção esta que não se encontra objetivamente refletida no Prospecto", informou a CVM. Na ocasião, a Company se justificou afirmando que as declarações à imprensa foram dadas antes do período de silêncio, iniciado em 19 de dezembro de 2005, quando a empresa deu entrada no pedido de oferta de ações junto à autarquia.
(Téo Takar)

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ITAÚ: MORGAN STANLEY ELEVA TARGET DE US$ 30 PARA US$ 37 POR ADR

(AE)

São Paulo, 22 - O banco de investimentos Morgan Stanley elevou o preço-alvo (target) dos ADRs do Banco Itaú de US$ 30,00 para US$ 37,00. Em relatório, o analista Jorge Kuri revisou em alta também a estimativa para lucro líquido do Itaú em 2006 em 1%, de R$ 6,354 bilhões para R$ 6,447 bilhões. "Acreditamos agora que o ROE (retorno sobre o patrimônio) vá atingir 32,6% em 2006", diz Kuri. Ele igualmente elevou a projeção de longo prazo do ROE do banco de 25% para 27%.

Segundo o analista, os sólidos resultados do Itaú no quarto trimestre de 2005 ficaram em linha com suas expectativas. O ROE foi de 42%, ante 32,9% no quarto trimestre de 2004 e 40,5% no terceiro trimestre de 2005. A estimativa do Morgan Stanley era ROE de 39,8%. O Itaú lucrou R$ 1,425 bilhão (R$ 1,29/ação ou US$ 0,55/ADR) no trimestre. O lucro por ação cresceu 44,8% sobre o mesmo trimestre de 2004 e 8,1% sobre o trimestre anterior em moeda local.

Há poucas surpresas no resultado trimestral, que foi puxado pelo crescimento recorde no volume de crédito e tarifas bancárias, diz Kuri. As provisões para cobrir perdas com crédito aumentaram, mas a relação com a qualidade dos ativos continuou relativamente estável, acrescentou o analista. Ele reiterou a recomendação "equal-weight" (peso na média do mercado) para os papéis de Itaú. Por volta das 12h50, os ADRs do banco subiam 0,97% para US$ 33,21.
(Regina Cardeal)

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ITAÚ: MORGAN STANLEY ELEVA TARGET DE US$ 30 PARA US$ 37 POR ADR

(AE)

São Paulo, 22 - O banco de investimentos Morgan Stanley elevou o preço-alvo (target) dos ADRs do Banco Itaú de US$ 30,00 para US$ 37,00. Em relatório, o analista Jorge Kuri revisou em alta também a estimativa para lucro líquido do Itaú em 2006 em 1%, de R$ 6,354 bilhões para R$ 6,447 bilhões. "Acreditamos agora que o ROE (retorno sobre o patrimônio) vá atingir 32,6% em 2006", diz Kuri. Ele igualmente elevou a projeção de longo prazo do ROE do banco de 25% para 27%.

Segundo o analista, os sólidos resultados do Itaú no quarto trimestre de 2005 ficaram em linha com suas expectativas. O ROE foi de 42%, ante 32,9% no quarto trimestre de 2004 e 40,5% no terceiro trimestre de 2005. A estimativa do Morgan Stanley era ROE de 39,8%. O Itaú lucrou R$ 1,425 bilhão (R$ 1,29/ação ou US$ 0,55/ADR) no trimestre. O lucro por ação cresceu 44,8% sobre o mesmo trimestre de 2004 e 8,1% sobre o trimestre anterior em moeda local.

Há poucas surpresas no resultado trimestral, que foi puxado pelo crescimento recorde no volume de crédito e tarifas bancárias, diz Kuri. As provisões para cobrir perdas com crédito aumentaram, mas a relação com a qualidade dos ativos continuou relativamente estável, acrescentou o analista. Ele reiterou a recomendação "equal-weight" (peso na média do mercado) para os papéis de Itaú. Por volta das 12h50, os ADRs do banco subiam 0,97% para US$ 33,21.
(Regina Cardeal)

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ITAÚ: MORGAN STANLEY ELEVA TARGET DE US$ 30 PARA US$ 37 POR ADR

(AE)

São Paulo, 22 - O banco de investimentos Morgan Stanley elevou o preço-alvo (target) dos ADRs do Banco Itaú de US$ 30,00 para US$ 37,00. Em relatório, o analista Jorge Kuri revisou em alta também a estimativa para lucro líquido do Itaú em 2006 em 1%, de R$ 6,354 bilhões para R$ 6,447 bilhões. "Acreditamos agora que o ROE (retorno sobre o patrimônio) vá atingir 32,6% em 2006", diz Kuri. Ele igualmente elevou a projeção de longo prazo do ROE do banco de 25% para 27%.

Segundo o analista, os sólidos resultados do Itaú no quarto trimestre de 2005 ficaram em linha com suas expectativas. O ROE foi de 42%, ante 32,9% no quarto trimestre de 2004 e 40,5% no terceiro trimestre de 2005. A estimativa do Morgan Stanley era ROE de 39,8%. O Itaú lucrou R$ 1,425 bilhão (R$ 1,29/ação ou US$ 0,55/ADR) no trimestre. O lucro por ação cresceu 44,8% sobre o mesmo trimestre de 2004 e 8,1% sobre o trimestre anterior em moeda local.

Há poucas surpresas no resultado trimestral, que foi puxado pelo crescimento recorde no volume de crédito e tarifas bancárias, diz Kuri. As provisões para cobrir perdas com crédito aumentaram, mas a relação com a qualidade dos ativos continuou relativamente estável, acrescentou o analista. Ele reiterou a recomendação "equal-weight" (peso na média do mercado) para os papéis de Itaú. Por volta das 12h50, os ADRs do banco subiam 0,97% para US$ 33,21.
(Regina Cardeal)

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CENÁRIO 1: BRADESCO REALIZA APÓS BALANÇO; ELÉTRICAS SOBEM

(AE)

São Paulo, 22 - Tal qual Itaú ontem, hoje as ações do Bradesco estão em queda após o mercado conhecer os dados do desempenho do banco em 2005. Não houve nada de errado com o informe, que trouxe, mais uma vez, números recordes. A movimentação é atribuída à realização de lucros, uma vez que a ação engatou forte avanço ontem, para fechar com a maior alta do dia, de 3,74%. Na terça-feira, em tendência oposta, vários papéis do setor bancário apresentaram queda expressiva na Bolsa paulista.

Há pouco, o Ibovespa valorizava 1,13%, para 38.594 pontos, com giro financeiro de R$ 1,48 bilhão.

O Bradesco lucrou R$ 5,514 bilhões em 2005, com crescimento de 80,2% em relação ao ano anterior, valor recorde. O ganho ficou levemente abaixo das expectativas dos analistas, que eram da ordem de R$ 5,592 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 32,1%, contra 22% em 2004. A carteira de crédito do banco, incluindo avais e fianças, alcançou a marca de R$ 90,8 bilhões em 2005, com evolução de 28% no ano e de 8,2% no trimestre. Assim como os outros bancos, o Bradesco fez provisão excedente para a carteira de crédito - no caso, no valor de R$ 62 milhões no quarto trimestre. Segundo o banco, a elevação está em linha com o desempenho da carteira de empréstimos, que evoluiu principalmente nas operações de pessoa física, que embutem maior risco.

O ponto do balanço que mais impressionou analistas foi a melhora no índice de eficiência da casa trimestre a trimestre no ano passado. O índice acumulado de 12 meses era de 44,8% em dezembro, contra 45,7% em setembro, 48,1% em junho e 52,7% em março. No final de 2004, o índice estava em 55,5%. Nesse item do balanço, quanto menor o porcentual, maior é a eficiência.

Para breve comparação, o lucro do Itaú foi de R$ 5,251 bilhões no ano passado, com crescimento de 39,06% em relação a 2004. O índice de eficiência do Itaú também melhorou no quarto trimestre de 2005 em relação ao trimestre anterior - mas ficou em 50,1%, contra 50,5% no período de julho a setembro. Apesar disso, o índice apresentou uma piora em relação ao quarto trimestre de 2004, quando era de 48,0%.

Relatório distribuído hoje pela Global Invest avalia que a valorização das ações dos dois bancos é muito superior ao aumentos dos lucros das casas. Bradesco acumula alta de 275% e Itaú, 85%.

Porém o banco de investimentos Morgan Stanley elevou o preço-alvo dos ADRs do Banco Itaú de US$ 30,00 para US$ 37,00. Em relatório, o analista Jorge Kuri revisou em alta também a estimativa para lucro líquido do Itaú em 2006 em 1%, de R$ 6,354 bilhões para R$ 6,447 bilhões. "Acreditamos agora que o ROE (retorno sobre o patrimônio) vá atingir 32,6% em 2006", diz Kuri. Ele igualmente elevou a projeção de longo prazo do ROE do banco de 25% para 27%.

Ainda no setor, foi divulgado o leilão da oferta pública secundária de distribuição de bônus de subscrição do Banco do Brasil, que compreenderá um total de 4,155 milhões de papéis, ao preço mínimo de R$ 30,00 por bônus, o que equivale a um montante de R$ 124,667 milhões. O leilão será amanhã, às 15h, no sistema eletrônico de negociação da Bovespa.

Bradesco PN cai 2,66% e apresenta o segundo maior giro do dia, de R$ 136 milhões - Petrobras PN negocia R$ 156 milhões, estável. Itaú PN +0,28%; BB ON estável; Unibanco Units valoriza 1,89%. Nossa Caixa ON cai 1%.

O pregão de hoje mostra a reação de várias ações aos balanços de 2005 recém divulgados: Natura, Lojas Americanas, ALL e Confab.

O lucro líquido da Natura, de R$ 396,9 milhões, cresceu 32,2% frente ao ano anterior e ficou bem próximo do esperado, assim como a receita líquida e o Ebitda, que alcançou R$ 564,4 milhões (+30,8%). A companhia informou que vai investir R$ 180 milhões em 2006, o que representará um aumento de 62% em relação a 2005. Também foi divulgada a intenção de constituir subsidiárias nos Estados Unidos, Rússia e Reino Unido.

Além disso, a Natura comunicou que fará o desdobramento de suas ações de 1 para 5, a partir de 31 de março, medida que não era esperada, mas faz sentido diante do patamar do preço da ação - há pouco, o papel subia 1,21% para R$ 125,50. Recentemente, Itaú e Petrobras fizeram desdobramentos, com a intenção de atrair mais investidores de pequeno porte, como a pessoa física.

ALL Unit valorizava 2,06%, cotada a R$ 124,50. A empresa reportou lucro líquido de R$ 171 milhões, com alta de 14% e13% acima da projeção dos analistas consultados pela AE. O Ebitda foi de R$ 457 milhões e cresceu 30% sobre 2004, também próximo ao esperado. O endividamento líquido da companhia de transportes caiu 43,5% em 2005 na comparação com o ano anterior, de R$ 171,3 milhões para R$ 96,9 milhões

O presidente da ALL, Bernardo Hees, estima que o volume de carga transportada pela companhia em 2006 crescerá entre 12% e 15% em relação a 2005, quando a ALL atingiu movimento recorde 19,9 milhões de toneladas por quilômetro útil (TKU). Segundo ele, a previsão é mais otimista do que em 2005, quando o total transportado subiu 7% sobre o ano anterior. Hees confirmou que a empresa disputará a aquisição de três ferrovias do grupo Brasil Ferrovias, conforme antecipado ontem pela Agência Estado.

Lojas Americanas PN sobe 2,41% para R$ 94,49. após o balanço divulgado pela companhia apresentar crescimento no lucro, receita e Ebitda. A varejista lucrou R$ 176,1 milhões, com avanço de 174,7%. Segundo esclareceu a empresa, o dado contempla a realização de R$ 200 milhões como resultado não operacional, relativo ao ganho de capital obtido através do acordo com o Banco Itaú, para a criação da financeira Americanas Taií.

O Ebitda da Americanas teve incremento de 20,5% e somou R$ 330,9 milhões; enquanto a margem Ebitda passou de 12,1% para 12%. A receita líquida teve alta de 21,5% e atingiu R$ 2,767 bilhões.

O desempenho do braço de comércio eletrônico do grupo, a Americanas.com, também continuou a demonstrar sua força. O faturamento consolidado do segmento registrou alta de 99,3%, para R$ 864,8 milhões.

Ainda com relação à temporada de balanços de 2005, antes da abertura do mercado a Suzano Petroquímica divulgou uma orientação prévia sobre seu desempenho operacional em 2005. Além de alguns números, a empresa explicou que divulgará resultados pro forma em 14 de março, por conta de reestruturação societária após assumir o controle integral da Polibrasil em 1º de setembro do ano passado.

Com relação aos dados operacionais da Suzano Petroquímica Controladora, a empresa destaca que o segmento de polipropileno apresentou comportamento sazonal típico no quarto trimestre do ano passado e afetou negativamente o desempenho das vendas. A taxa de utilização da capacidade média foi de 88% no quarto trimestre e de aproximadamente 90% em 2005 - 1 ponto percentual acima da registrada em 2004. Há pouco, o papel valorizava 0,22%.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu processo de audiência pública para discutir os critérios do repasse às tarifas dos consumidores dos custos, para as distribuidoras, de eventuais excessos de compra de energia. O mecanismo já estava previsto na regulamentação das novas leis do setor elétrico, mas falta a definição, pela Aneel, de como será feito esse repasse e de como será calculado esse excesso de contratação.


Hoje as elétricas puxam as altas. Cemig PN + 5%; ON + 4,83%. Eletrobrás ON + 4,29% e PNB + 4,26%. Operadores apontam que ontem Eletrobrás sofreu queda forte e apenas se recupera. No entanto, segundo operadores, há especulação no mercado em torno dos resultados anuais das empresas. Fala-se que a Eletrobras reportará lucro de R$ 2,5 bilhões no ano.

Ainda no setor, a Cesp precificou uma emissão de US$ 300 milhões de bônus com vencimento em cinco anos, em 2 de março de 2011. O montante foi elevado em relação ao volume de US$ 200 milhões planejado originalmente. Os bônus oferecem cupom (juro nominal) de 10% e o preço de emissão ficou em 99,0406% do valor de face, o que dará um rendimento de 10,25% para o investidor, segundo um gerente de fundos que monitora a transação. Cesp PN sobe 2,36% , enquanto CTEEP PN puxa as quedas, em baixa de 4,30%.

Neste momento, a GOL realiza apresentação na Airline, Aerospace and Airfreight Conference do JP Morgan. O papel valoriza 1,41%.
(Ana Paula Ragazzi)

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