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segunda-feira, janeiro 23, 2006

Analistas do Banco Mundial vêem 2006 como o ano das economias emergentes

Por: Rodolfo Amstalden
23/01/06 - 15h55
InfoMoney

SÃO PAULO - A IFC (International Finance Corporation) é quem, início da década de 1980, cunhou o termo "mercados emergentes". É a IFC quem afirma, início do século XXI, que seus filhos registrados estão prontos para uma fase de progresso excepcional.

Para os aliados do Banco Mundial, países em desenvolvimento vêm provando que podem sustentar forte crescimento. Projeções para 2006 indicam taxa média entre 5,5% e 5,9%.

E vêm provando também que podem atrair somas consideráveis do capital internacional. O fluxo aos emergentes, cerca de US$ 350 bilhões, corresponde a mais de quatro vezes o montante destinado a programas de auxílio internacional.

Quatro boas evidências

1. São quatro as tendências que apontam para um 2006 favorável às nações emergentes:

2. As taxas de crescimento continuam sendo o dobro das referentes ao mundo desenvolvido;

3. Fluxos de divisas internacionais visando emergentes aproximam-se do patamar recorde alcançado há uma década;

4. A capitalização dos mercados nascentes de renda variável deve ficar acima dos US$ 5 trilhões pela primeira vez na história;

A escala dos fundos mútuos de países em desenvolvimento equivale ao dobro do observado em 1997.

Não sem ressalvas

A empolgação com o ano em curso não priva ressalvas. A IFC lembra que a busca por estabilidade macroeconômica, governança corporativa e desenvolvimento socioambiental ainda exige grandes esforços.

Ademais, o progresso carrega profundas desigualdades e segue de maneira bruta. Agenda de reformas políticas e regulatórias por fazer; a economia como deve ser cedendo às tentações da informalidade.

Boas intenções no Brasil

Princípio da International Finance Corporation: utilizar soluções baseadas no livre-mercado com o intuito de preencher as necessidades econômicas e sociais respeitando o meio ambiente.

Exemplo em solo brasileiro. Investimentos de US$ 5,5 milhões na Enerbrasil (Energias Renováveis do Brasil) tornaram viável a construção, operação e manutenção de uma planta eólica com potência de 49,3 MW.

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