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quarta-feira, dezembro 21, 2005

Ofertas de ações 2005

Por: Waldeli Azevedo
21/12/05 - 17h53
InfoMoney

SÃO PAULO - A InfoMoney, em iniciativa inédita, divulgou nesta quarta-feira, dia 21, o seu Ranking de Ofertas de Ações 2005. Os principais destaques foram: Gol Linhas Aéreas Inteligentes, com seis premiações no total, Nossa Caixa e Cosan (com cinco prêmios) e Cyrela, com três prêmios recebidos. As empresas comentam os resultados e destacam suas perspectivas para 2006.

Gol: duas ofertas públicas de ações em dois anos
A companhia aérea brasileira fez, em dois anos, duas ofertas públicas de ações - R$ 878 milhões em 2004 e R$ 594 milhões em 2005. Ambas tiveram boa aceitação pelo público, lembrando que a oferta de 2004 concentrou o maior número de investidores (12.380) dentre as recentes ofertas no Brasil, recorde que deve ser quebrado pela recente transação da UOL.

Já a oferta de 2005 foi a única, entre todas as classificadas na premiação InfoMoney, que foi premiada nas seis categorias em que concorreu, evidenciando a boa aceitação da oferta tanto entre as corretoras quanto entre a base investidora.

Nossa Caixa: destaque para amplitude da oferta
A Nossa Caixa atribui o bom resultado no Ranking 2005 ao tamanho e à amplitude da oferta, que ganhou também o Prêmio Bovespa como a mais pulverizada. "A operação também contou com uma ampla divulgação, foi preparada com grande antecedência e contou com uma equipe (interna e externa) muito dedicada e competente", destaca Rubens Sardenberg, Diretor de Finanças e Relações Internacionais da companhia.

Como pontos positivos da oferta, a empresa se denomina a primeira e, por enquanto, única instituição financeira no Novo Mercado da Bovespa. "Trata-se de um banco público aderindo ao novo mercado, com uma única classe de ações e elevados padrões de governança corporativa", define o executivo.

Em relação às conquistas de 2005, a empresa cita, além da abertura de capital, a implementação do seu plano estratégico com implantação de novos produtos e ampliação da carteira de crédito.

Diante dos resultados, as perspectivas para o ano de 2006 são positivas. As principais metas são de seguir na ampliação de produtos, no crescimento da carteira de crédito e na receita de serviços.

Cosan: aposta no crescimento do setor
A Cosan reiterou que sua transação foi a maior oferta de uma empresa não financeira na segunda metade do ano. Guilherme de Almeida Prado, gerente de Relações com Investidores, destaca que houve, neste ano, grande demanda por parte dos investidores nacionais e estrangeiros (tanto institucionais quanto pessoas físicas). "Os 100% de oferta primária mostraram a confiança dos acionistas no setor e no potencial de crescimento no curto, médio e longo prazos".

Como ponto de destaque da oferta, a Cosan conseguiu gerar "demanda grande e qualificada", mostrando a empresa e o setor aos estrangeiros. Conseguiu ainda conscientizar a comunidade quanto ao futuro do segmento de açúcar e álcool. "O Brasil e a Cosan têm posição estratégica em açúcar e álcool, com preço competitivo", afirmou o executivo.

O gerente de Relações com os Investidores define ainda que o IPO foi resultado de um trabalho de longo prazo, iniciado em 2004, quando foi a Cosan foi a primeira empresa do setor agrícola na emissão de bonds.

Para 2006, a empresa destaca que a tendência de crescimento do consumo mundial de açúcar e álcool é bastante favorável. "Misturar álcool na gasolina tem sido uma tendência mundial. No Brasil já é uma realidade, com o consumo superaquecido, em razão das vendas dos carros bicombustíveis, em franco crescimento", esclarece.

"O fato de as pessoas passarem a consumir mais produtos industrializados leva ao crescimento da demanda por açúcar, e a oferta deste produto, em termos mundiais, depende do Brasil".

Cyrela: atendimento a todos os tipos de investidores
De acordo com Luis Largman, Diretor Financeiro e de Relações com Mercado da Cyrela, o volume da oferta publica de ações, bem como o atendimento da demanda de todos os tipos de investidores (locais e estrangeiros) foi bastante adequado. "O free-float da empresa já é superior a 47% do seu valor de mercado", esclarece.

A reestruturação societária entre a Cyrela e a Brazil Realty, que resultou na Cyrela Brazil Realty, foi também fundamental para a preparação da oferta em moldes adequados para o mercado.

Largman destaca que esta foi a primeira grande oferta no setor imobiliário a nível nacional e internacional. Foi também a primeira oferta pública, que apresentou mudança de intervalo de precificação da ação devido à forte demanda.

Em relação às conquistas de 2005, o executivo define que, para os investidores, se referem à entrada da empresa no Novo Mercado, que implicou em um regime de governança corporativa muito forte. Já para a empresa, estão relacionadas à conquista de novos acionistas, a quem "esperam corresponder a todas as expectativas. Para 2006, a estratégia da empresa é dar continuidade ao planejamento de longo prazo.

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