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quarta-feira, abril 24, 2013

Publicis Groupe deve gastar US$ 4 bi em aquisições nos próximos cinco anos

Publicis Groupe deve gastar US$ 4 bi em aquisições nos próximos cinco anos

Alvo do conglomerado serão agências digitais de pequeno e médio porte
Fonte: Propmark 


O CEO do Publicis Groupe, Maurice Levy, anunciou nesta terça-feira (23) que o conglomerado francês planeja investir US$ 4 bilhões em aquisições de outras empresas durante os próximos cinco anos, o que significa gastar aproximadamente US$ 800 milhões por ano. As informações são do AdAge.com.
Os acordos serão o pilar principal do plano de crescimento do Publicis pela próxima meia década. Levy planeja fazer com que 75% da receita da empresa sejam oriunda de mercados emergentes e de plataformas digitais.

O Publicis vem incorporando agências digitais - como Digitas, Razorfish e LBi - desde 2007 e deve continuar investindo nesse segmento. Os novos alvos, porém, serão agências de pequeno e médio porte atuantes em mercados emergentes, segundo o próprio Levy. "Há poucas agências grandes, se é que há. Será uma série de aquisições e é um trabalho difícil achar as certas. Essa é a razão pela qual é um plano de cinco anos, não de dois", disse o CEO.

"Nós mudamos o modelo do negócio e das agências. Não trabalhamos apenas com mídia e com histórias, mas também com marketing e vendas e também passamos a atuar com tecnologia e inovação. Esperamos esse crescimento porque mudamos o modelo. Não há nada mágico que altera o crescimento. Estamos fazendo um monte de coisas em áreas diferentes que nos dão a solução certa", concluiu Levy.
O anúncio de Levy aconteceu durante o encontro de investidores do Publicis Groupe em Londres. Também estiveram presentes no evento 25 líderes do conglomerado o COO e presidente da Publicis Worldwide, Jean-Yves Naouri, e os CEOs globais das agências Leo Burnett, DigitasLBi, Rosetta, Razorfish, ZenithOptimedia e Starcom MediaVest Group.

Twitter
Também nesta semana foi anunciado um acordo do Publicis Groupe com o Twitter. A parceria prevê que os clientes da Starcom MediaVest Group, um dos braços de operações digitais e compra de mídia da empresa, terão preferência em espaços publicitários na rede de microblogs, assim como acesso a dados e pesquisas e novos produtos oferecidos pela plataforma.

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terça-feira, abril 09, 2013

Publicis negocia com Espalhe e AD Dialeto

Publicis negocia com Espalhe e AD Dialeto

Aquisição vai fortalecer a rede de relações públicas MSL Worldwide

Espalhe e AD Dialeto na mira do Publicis

Espalhe e AD Dialeto na mira do Publicis

O Publicis Groupe, por meio de sua rede de relações públicas MSL Worldwide, está negociando a compra de mais uma agência brasileira, após ter adquirido em 2010 a Andreoli, de Paulo Andreoli. “A Andreoli tem mais experiência no setor corporativo e agora queremos algo com foco no consumidor”, diz Olivier Fleurot, CEO global da MSL, que esteve no Brasil no mês passado. Para essa expansão, a primeira opção da rede multinacional é a Espalhe, dos sócios Cleber Martins, Patrícia Albuquerque, Gustavo Fortes, Roberta Paixão e Wagner Martins, que, inclusive, tem um braço na área de relações públicas, a Fan. Entretanto, a MSL também negocia com a digital AD Dialeto, dos sócios Leonardo Cid Ferreira, Sérgio Lima e Philippe Jorge.

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sexta-feira, fevereiro 15, 2013

Receita do Publicis Groupe cresce 14% em 2012

Receita do Publicis Groupe cresce 14% em 2012

Executivos se dizem surpresos com o faturamento do ano passado

Fonte: Propmark
O Publicis Groupe anunciou nesta quinta-feira (14) um aumento de 13,7% em sua receita no ano passado, quando a empresa faturou US$ 8,8 bilhões. O faturamento líquido foi de US$ 983 milhões, o que corresponde a um crescimento de 22,8% em relação a 2011.
 
Ao site Adage.com, o presidente do grupo, Maurice Levy, se disse surpreso com a quantidade de dinheiro ganha durante o que chamou de "ano desapontador". "Os Jogos Olímpicos e as eleições americanas não motivaram o consumo que esperávamos, mas o Publicis teve uma performance memorável e registrou o melhor ano de sua história", disse o executivo.

A receita registrou crescimento durante todo o ano nos países do chamado grupo Bric — Brasil, Rússia, Índia e China — e em nações como México, Turquia e África do Sul, mostrando como os mercados emergentes foram importantes para as finanças da empresa. Em contrapartida, o aumento na América do Norte foi de apenas 3%, enquanto na Europa houve redução de 0,3%.

A previsão do ZenithOptimedia, divisão de mídia do Publicis Groupe, é de que os gastos com anúncios cresçam 4,1% mundialmente em 2013, mas Levy adota uma postura cautelosa quanto ao faturamento de sua empresa neste ano. Uma das razões para isso é a fraca situação econômica da Europa, onde a companhia perdeu dinheiro na Espanha e na Itália.

Entre as redes de agências que compõem o Publicis Groupe estão Leo Burnett, BBH, Publicis Worldwide, Saatchi & Saatchi, Razorfish, DigitasLBi, StarcomMediaVest e ZenithOptimedia.

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sábado, agosto 11, 2012

Publicis poderia comprar Interpublic

Publicis poderia comprar Interpublic

Financial Times sustenta que acordo pode sair, ao valor de US$ 6 bilhões

Publicis poderia pagar US$ 6 bilhões pelo Interpublic, sustentam fontes do Financial Times
+ Publicis poderia pagar US$ 6 bilhões pelo Interpublic, sustentam fontes do Financial Times Crédito: Reprodução
 
Um acordo de aquisição poderia unir o terceiro ao quarto maior grupo da publicidade mundial. O francês Publicis Groupe, dono das redes Publicis, Saatchi&Saatchi e Leo Burnett, estaria disposto a pagar um valor próximo a US$ 6 bilhões pelo rival Interpublic, dono de McCann Erickson, Lowe e DraftFCB.

A informação é do blog do Financial Times, que cita “fontes costumeiramente bem informadas”, que teriam dito ainda que o acordo tem sido preparado pelos últimos seis meses.

Caso o rumor se transforme em fato, estaria criado o segundo maior grupo da publicidade mundial, com receitas de US$ 15,1 bilhões, de acordo com dados do Advertising Age relativos a 2011. O WPP permaneceria como o maior, com US$ 16,1 bilhões, mas o “Publicis-Interpublic” ultrapassaria o Omnicom, que está com US$ 13,9 bilhões.

Em julho, a Dentsu, quinto maior do mundo, adquiriu por cerca de US$ 5 bilhões o grupo britânico Aegis, que era o oitavo no ranking. No jogo das holdings, os japoneses continuam na quinta colocação, mas muito mais próximos do Interpublic, que está em quarto, e Publicis, terceiro. Outra grande aquisição recente foi da digital AKQA pelo WPP, por cerca de US$ 540 milhões.

O Interpublic vem de resultados recentes ruins, com queda de lucratividade e mau desempenho na Europa. Já o Publicis enfrenta a possibilidade de perder o CEO Maurice Lévy, que havia confirmado ao Financial Times que o grupo começa a discutir sua sucessão. O CEO do Interpublic, Michael Roth, também deverá se aposentar, mas dentro de alguns anos.

O Publicis concentrou suas últimas grandes aquisições nas agências digitais: Digitas, Razorfish e Rosetta. Além disso, comprou diversas empresas nos mercados emergentes, especialmente no Brasil, com Talent, QG, GP7 e DPZ, entre outras. Em 2002, havia comprado a Bcom3, dona da Leo Burnett, por US$ 3 bilhões.

Com informações do AdAge.

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Começa processo de sucessão de Lévy

Começa processo de sucessão de Lévy

Publicis Groupe terá terceiro CEO em sua história de 86 anos. Saiba quem pode assumir cargo

Maurice Lévy está no cargo desde 1987, quando substitui o fundador Marcel Bleustein-Blanchet
+ Maurice Lévy está no cargo desde 1987, quando substitui o fundador Marcel Bleustein-Blanchet Crédito: Arthur Nobre
 
Maurice Lévy, chairman e CEO do Publicis Groupe, está mais próximo de encerrar sua carreira de mais de 40 anos. Ele revelou ao Financial Times que, em setembro, o grupo francês inicia o processo que irá, ao final, apontar seu sucessor

Alguns dias antes, ele havia declarado durante uma conferência de imprensa que “ficaria no Publicis o tempo que fosse necessário”, em declaração reproduzida por veículos como Advertising Age e Campaign.


Em 2011, o grupo estendeu a idade máxima para o cargo de CEO para 75 anos, permitindo que Lévy, hoje com 70, pudesse ficar por mais algum tempo liderando a holding até que se encontrasse seu substituto.

 
Para se ter uma noção do impacto que a saída de Lévy irá causar no terceiro maior grupo da publicidade mundial, ele é apenas o segundo CEO da história do Publicis. Assumiu o cargo em 1987, substituindo ao mítico fundador Marcel Bleustein-Blanchet, que criou a empresa em 1926. Lévy comandou o grupo durante um período de ouro, que marcou sua expansão global, e compras de agências como Digitas, Saatchi&Saatchi e Bcom3, esta, holding dona da Leo Burnett. Seu último negócio de grande porte, no começo de julho, foi a compra das ações restantes na BBH.

O Brasil foi um dos principais focos de aquisições de Lévy nos últimos três anos. A compra da Neogama/BBH foi o ápice do aumento da presença do Publicis Groupe no Brasil, onde, há dez anos a holding era somente a 7ª colocada no ranking de compra de mídia do Agências & Anunciantes, do Meio & Mensagem. Com as aquisições dos controles acionários de Talent, QG, GP7, DPZ, Taterka e, agora, Neogama/BBH, a holding francesa assumiu a vice-liderança, somando R$ 3,4 bilhões em valores de 2011, e aproximou-se da líder WPP, que fechou o ano passado com R$ 4,5 bilhões.

Sucessor de casa?

Não há informações sobre o nome que deverá ser oficializado como terceiro CEO dos 86 anos de história do Publicis, mas o executivo mais próximo disso, sem dúvida, é Jean-Yves Naouri, atual COO e CEO da rede Publicis Worldwide, uma das quatro do grupo ao lado de S&S,BBH e Leo Burnett . “Naouri está claramente liderando essa corrida”, afirmou Lévy, há cerca de quatro meses, ao próprio Financial Times. Naouri é o homem por trás da reforma nos custos com back-office e do projeto Horizon, que ampliou a participação do grupo em mercados emergentes, como Brasil, e no digital, que já representa um terço das receitas da holding.

Outros nomes menos cotados sugeridos pelo Financial Times são Arthur Sadoun, diretor administrativo da Publicis Worldwide, e Simon Badinter, neto do fundador do Publicis e Chairman do bureau Media & Regies Europa, que pertence ao grupo. Este último tem como trunfo ser filho de Élisabeth Badinter, filha do fundador e maior acionista do Publicis. Pode caber a ela a decisão final sobre o novo CEO. Não há previsão de quando o nome será anunciado.

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Publicis Groupe cresce 12,5% no Brasil

Publicis Groupe cresce 12,5% no Brasil

Por outro lado, grupo patina na Europa, com queda de receitas em alguns mercados

Felipe Turlão | M&M
O Publicis Groupe, terceiro maior da publicidade mundial atrás de WPP e Omnicom, divulga seu balanço financeiro relativo ao primeiro semestre de 2012 e aponta um crescimento de 12,5% nas receitas no Brasil. Outros países do grupo de emergentes também se destacaram, como Índia (15,1%), China (7,8%), México (8,9%) e África do Sul (20,8%). O mercado dos Estados Unidos, por sua vez, teve alta de 2,6%, resultado considerado positivo pelos franceses, ainda impactados pela perda da conta de compra de mídia da General Motors. As más notícias se concentram na Europa, onde as operações de Alemanha, Itália e Espanha tiveram queda nas receitas. As exceções foram França (0,8%) e, principalmente, Reino Unido (4,1%). Com esses números, o grupo praticamente estagnou na Europa, com 0,6% de crescimento. No total, o Publicis atingiu receitas de US$ 3,8 bilhões, alta de 2,8% em relação ao ano anterior.

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Publicis se aproxima da WPP no Brasil

Publicis se aproxima da WPP no Brasil

Após compra da Neogama, pouco mais de R$ 1 bilhão em compra de mídia separa a holding francesa da líder britânica

Mesmo como CCO da BBH, Gama continuará à frente da Neogama/BBH, que responde por pouco mais de 27% de toda a receita da rede
+ Mesmo como CCO da BBH, Gama continuará à frente da Neogama/BBH, que responde por pouco mais de 27% de toda a receita da rede Crédito: Divulgação/Sergio Zacchi
 
Com a compra pelo Publicis Groupe de 100% da agência brasileira Neogama/BBH e da rede de origem inglesa BBH (leia mais aqui), ocorrem mudanças nas disputas entre as maiores holdings globais, tanto no cenário mundial quanto no brasileiro. A BBH passa a ser a quarta rede global controlada pela holding francesa na área da chamada publicidade clássica. Em termos de receita, seus US$ 164 milhões apurados em 2011, segundo o AdAge, a coloca atrás de Publicis Worldwide (US$ 1,4 bilhão), Leo Burnett (US$ 1,3 bilhão) e Saatchi & Saatchi (US$ 860 milhões). A Neogama/BBH responde por pouco mais de 27% de toda a receita da BBH, mas o resultado da agência brasileira não era totalmente consolidado nos números globais da rede porque ela não detinha o seu controle acionário.

No Brasil, a venda de uma agência controlada pelo capital nacional enquanto ocupa um lugar entre as 10 maiores do País é rara. Antes da Neogama/BBH, 8º lugar no ranking nacional de 2011, as últimas ocorrências são as da Lew’Lara, vendida para a TBWA em 2007, quando era a sétima maior do País, e da DM9, comprada pela rede DDB em 1997, no momento em que ocupava a quarta posição no ranking brasileiro. Com a Neogama/BBH 100% controlada pelo Publicis Groupe, a maior agência atuante no Brasil e controlada por brasileiros passa a ser a Africa, do Grupo ABC, que está em 11º lugar no ranking Agências & Anunciantes, referente a 2011.

A compra da Neogama/BBH é o ápice do aumento da presença do Publicis Groupe no Brasil, onde, há dez anos a holding era somente a 7ª colocada no ranking de compra de mídia do Agências & Anunciantes, do Meio & Mensagem. Com as aquisições dos controles acionários de Talent, QG, GP7, DPZ, Taterka e, agora, Neogama/BBH, a holding francesa assumiu a vice-liderança, somando R$ 3,4 bilhões em valores de 2011, e aproximou-se da líder WPP, que fechou o ano passado com R$ 4,5 bilhões. Interpublic (R$ 1,9 bilhão), Omnicom (R$1,8 bilhão) e Havas (R$ 1,1 bilhão) estão bem atrás.

As negociações de compra pelo Publicis Groupe da BBH e da Neogama/BBH alçaram o brasileiro Alexandre Gama, até então sócio majoritário da Neogama/BBH, a posição de Worldwide Chief Creative Officer (WCCO), em substituição a John Hegarty, um dos fundadores e maiores acionistas individuais da BBH até então, que, agora, se retira da gestão executiva da rede (leia mais aqui). Uma das mudanças que Gama já adianta é a realização de quatro board meetings de criação por ano, em diferentes locais – e não mais apenas um encontro anual em Londres, como ocorria antes. O primeiro da era Gama será, logicamente, no Brasil.

Ele não esconde que em um primeiro momento seu foco principal continuará sendo a Neogama/BBH, que continua dirigindo ao lado dos ex-sócios, agora executivos, Roberto Mesquita e Geraldo Rocha Azevedo. Os principais problemas atuais do trio são mudanças em algumas das principais contas da casa. Há alguns meses a agência perdeu para a WMcCann uma concorrência pelo projeto olímpico do Bradesco, embora mantenha a conta institucional dao banco. Agora, se vê obrigada a participar da concorrência da Renault, seu cliente desde 2006 e com o qual tem contrato até o fim do ano. O anunciante também promove neste momento revisão em sua conta global, atualmente na Publicis, mas, teoricamente, o comando da montadora no Brasil tem autonomia para fazer sua própria escolha.

Os valores pagos pelo Publicis Groupe pelas ações da BBH e da Neogama/BBH não foram revelados. Veja, a seguir, quadro com os números da transação:
 

 

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quinta-feira, agosto 02, 2012

Quadros impressionistas do Museé d'Orsay são expostos no CCBB

Exposição-SP 2: Museu d'Orsay são expostas no CCBB

Por Silas Martí
SÃO PAULO, SP, 1 de agosto (Folhapress) - Nas décadas que vieram depois da invenção da fotografia em 1840, artistas libertaram a pintura do peso do real e fizeram da Paris da virada para o século 20 o centro do mundo da arte com um movimento de vanguarda que fundou o olhar moderno.

Impressionistas, que pintavam a partir de sensações do contato direto com a paisagem, sem se preocuparem com a fidelidade à retina, enquadraram o mundo em cores vibrantes e contornos fugidios --o movimento da vida moderna capturado nas duas dimensões da pintura.

Mestres dessa escola, como Pierre-Auguste Renoir, Claude Monet e Vincent van Gogh, serão todos reunidos agora na maior mostra do movimento já realizada no país.

São obras-primas do Museu d'Orsay, em Paris, que chegam neste sábado ao Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, espaço que teve um andar inteiro esvaziado para receber a exposição.

"Esse foi o primeiro momento em que a França teve uma arte de vanguarda", resume Guy Cogeval, diretor do Museu d'Orsay, em entrevista à Folha. "Agora que o mundo enxerga o Brasil como superpotência também na cultura, é hora de essas peças chegarem a uma cidade global como São Paulo."

Obras atmosféricas, pintadas sob a luz solar ou céus estrelados, essas peças escandalizaram uma Paris ainda viciada nos fru-frus dos românticos e na crueza do realismo de artistas como Gustave Courbet, que tentaram retratar a vida como ela era.

Mas Monet, Renoir, Cézanne e a trupe impressionista estavam mais interessados na vida como ela era sentida.

Uma das peças mais importantes da coleção do d'Orsay e obra central da mostra, "La Gare Saint-Lazare", vista da estação ferroviária de Paris que Monet fez em 1877, resumia a velocidade e o espírito industrial da época em locomotivas que se perdiam em nuvens de fumaça violeta.

Noutra vertente do movimento, Edouard Manet, que causara escândalo com sua Olympia e "O Almoço na Relva", foi recusado no Salão de Paris em 1866 com o singelo retrato de um garoto em uniforme militar tocando pífaro, uma espécie de flauta.

Jurados do salão consideraram o quadro "vulgar" e "ridículo", embora estivessem ali os primeiros acenos ao japonismo que informou os impressionistas, figuras arquetípicas contra planos de cor sólida e uma verticalidade fluida, além de uma luminosidade ampla e expressiva.

"É um menino anônimo, num quadro sem qualquer traço decorativo, muito moderno", diz Cogeval, que assina a curadoria com Caroline Mathieu. "Ele foi o ponto de partida de questões-chave do movimento."
Mais impressionista de todos eles, Monet tem na mostra, além da estação de trem, também uma das vistas de seu famoso jardim japonês, de plantas que quase afogam um lago sob uma ponte.

Renoir, outro nome potente do impressionismo, faz de sua representação da pele dos personagens quase um manifesto da escola. São colorações entre o branco e o rosado, figuras que parecem feitas de luz, a sensação de movimento fugaz em cada rosto ou expressão em cena.

Embrião da vanguarda

Mas a mostra não fica presa ao apogeu do movimento e destaca também a transição dos primórdios do impressionismo para obras que serviram de embrião para as vanguardas que chacoalharam Paris no início do século 20.

Van Gogh e Paul Gauguin, que conviveram em Arles, no Sul da França, deram feições mais rudes aos traços e transformaram seus personagens em quase caricaturas, sem medo de subverter o retrato.

Paul Cézanne fez a ponte das impressões fugidias de Renoir e Monet para a geometria das figuras do cubismo de Pablo Picasso. Estão na mostra seu autorretrato contra fundo rosa, uma das obras mais célebres do artista, além de paisagens e naturezas-mortas que já demonstram como ele decupou o que via em cubos, esferas e cilindros.

IMPRESSIONISMO
Quando: abre em 4/8; de ter. a dom., das 10h às 22h; até 12/10
Onde: CCBB (r. Álvares Penteado, 112, tel. 0/xx/11/3113-3651)
Quanto: grátis

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BRAZIL—INFLATION | ECONOMICS August 2, 2012

ECONOMICS August 2, 2012

BRAZIL—INFLATION

FX weakness matters


- FX weakness matters: This time pass-through to IPCA should be higher than in 2008/2009, as the economy is stronger, initial inflation is higher, and a significant monetary stimulus is under way.
- We estimate that recent BRL depreciation will have an impact on IPCA inflation of 0.5 p.p. this year and 0.38 p.p. next year.
- We maintain our IPCA forecasts at 5.0% and 6.0% in 2012 and 2013, on the reduction of taxes on durable goods and on tax redemption expectations for 2013.
- We are raising our forecast for 2012 and 2013 IGP-M to 7.0% and 6.5%, respectively.

Introduction

The pass-through coefficient is defined as the response of accumulated inflation to exchange rate nominal depreciation. Although other economic variables also influence the relationship between inflation and currency weakening, this note presents our estimate of the effects of the pass-through of the exchange rate to the consumer price index (IPCA) and to the industrial wholesale price index (IPA industrial) outcomes.

In IPCA’s pass-through exercise, we considered the following as economic variables that also influence the relationship between the consumer price index and currency weakening: (1) the price level: a high inflation backdrop tends to produce higher exchange rate pass-through; (2) output gap: the business cycle also matters in the pass-through to inflation, as above-trend growth tends to increase the pass-through coefficient; (3) real effective exchange rate: REER overvaluation or undervaluation can limit or amplify the pass-through effect; and (4) trade openness: the correlation between inflation and openness is negative; however, the more open the economy, the higher the degree of pass-through; in other words, the more open the economy, the greater the sensitivity of domestic inflation to inflation abroad.

Our wholesale price index pass-through exercise focuses on the industrial wholesale price index (IPA industrial) instead of on the total wholesale price index (IPA) because the former is composed entirely of tradable goods, while the latter includes the agricultural price index, which includes some nontradable goods. Moreover, IPA agricultural is mainly driven by harvest and domestic weather problems, and these factors affect the final pass-through coefficient estimate.

For our IPA industrial’s pass-through exercise, we included the following as economic variables that also influence the relationship between the industrial wholesale price index and currency weakening: (1) the price level; (2) output gap; (3) trade openness; and (4) commodity prices: raw material goods prices affect industrial goods prices.

Historical correlation

In the last eight years, several periods of fast exchange rate depreciation exerted pressure on inflation. Nevertheless, the final impact of BRL depreciation on market prices inflation (IPCA) or IPA industrial was different in each period, as can be seen in the table below. For example, comparing the accumulated depreciation in 2004 with that in 2008, the importance of the business cycle and the initial inflation rate on the final FX pass-through to market prices inflation is clear. The BRL weakening between January and May 2004 (around 11%) had a higher impact on market prices inflation than the effect of BRL depreciation between August and October 2008, despite the FX rate having jumped much more in the latter period (around 60%). Regarding the FX pass-through to industrial wholesale prices, the GDP performance and commodity prices seem to be more important than the initial inflation rate.

It is worth noting that in 2004, GDP growth was 5.7%, and inflation in the prior year was 9.3%, while in 2008/2009, GDP growth ran at -0.3% while inflation in the prior year was 5.9%.

Focus on market prices inflation: we expect a higher pass-through of the current BRL weakening (18%) than observed in 2008/2009, ceteris paribus. This is based on the economy growing faster (1.9%), the initial inflation being higher (6.5%), and a significant monetary stimulus (the real interest rate is below 2%) being under way in order to further stimulate domestic demand.

The model

We define the pass-through as the relationship between accumulated market prices inflation (market prices inflation and industrial wholesale prices inflation) in n periods and the exchange rate depreciation also accumulated in n-th period, but lagged by one month in order to allow inflation’s response to a change in the exchange rate.

Our IPCA pass-through exercise focused on measuring the pass-through to market prices inflation, which represents 76% of IPCA. To control the effects of the business cycle, real exchange rate, initial inflation, and trade openness on the exchange rate pass-through to market prices inflation, the model also considered as explanatory variables the GDP deviation from trend, which was constructed using the Hodrik-Prescott (HP) filter; the REER deviation from trend, that was also constructed using the HP filter; the initial inflation (market prices inflation) lagged by one month; and trade openness, measured as the sum of exports and imports as a percentage of GDP (accumulated in 12 months). In this approach, we ran a Generalized Method of Moments (GMM) model to measure the pass-through coefficient, controlling for “endogeneity” problems, which occur when the economic variables are mutually dependent, as is the case here. The estimates for the pass-through to inflation in 3, 6, 9, 12, and 15 months are presented in the table below.
As expected, according to our exercise, in the very short run the effect of BRL depreciation on inflation does not seem statistically significant and the sign was different than expected. Moreover, REER, output gap, and openness are not significantly different than zero. Only initial inflation is statistically significant, in-line with macroeconomic theory. Looking six months ahead, the pass-through coefficient reached 3.5%, and the business cycle, initial inflation, and openness variables are significantly different than zero and with the expected signs. For 9 and 12 months ahead, the pass-through coefficient reaches its limit between 4.5% and 11.0%, where most of the other relevant variables appear with the expected signs and are significantly different than zero. After 12 months, the pass-through coefficient decreases and becomes statistically not significant.
In our wholesale price index’s pass-through exercise, to control the effects of the business cycle, initial inflation, trade openness, and commodity prices on the exchange rate pass-through to industrial wholesale prices inflation, the model considered as explanatory variables the same variables used in the IPCA’s pass-through exercise except REER, and included the commodity prices variation, which was constructed using the same method of the exchange rate depreciation—accumulated in n-th period, but lagged by one month in order to allow inflation’s response to a change in commodity prices. We also ran a Generalized Method of Moments (GMM) model to measure the pass-through coefficient, controlling for “endogeneity” problems, which occur when the economic variables are mutually dependent, as is the case here. The estimates for the pass-through to inflation in 1, 6, 9, 12, and 15 months are presented in the table below.

As expected, according to our exercise, in the very short run, the effect of BRL depreciation on inflation is relevant and does seem statistically significant, with the expected sign. Moreover, the output gap, initial inflation, and openness are significantly different than zero. Only the commodity prices are not statistically significant. In the model looking six months ahead, the pass-through coefficient climbs to 18.8%, and the business cycle and openness variables are significantly different than zero and with the expected signs. For 12 months ahead, the pass-through coefficient reaches its limit at 44.5%, where most of the other variables considered appear with the expected signs and are significantly different than zero. After 12 months, the pass-through coefficient decreases and becomes statistically not significant.

Effects on IPCA

According to our baseline scenario that considers no economic disruption in the advanced economies, we believe that the pass-through coefficient to market prices inflation is between 4.5% and 11.0% of the cumulative BRL depreciation in a 12-month horizon. This means that the recent BRL weakening of 18% would have a total impact of 1.1 p.p. on the IPCA, of which 0.62 p.p. would occur this year and 0.48 p.p. in 2013.
Nonetheless, we expect some BRL strengthening in 4Q12, which would reduce the total BRL depreciation in the year (15%); therefore, we estimate that the total impact of BRL depreciation on IPCA will be 0.88 p.p., of which 0.5 p.p. should occur this year and 0.38 p.p. in 2013. Even so, we maintain our forecast for IPCA at 5.0% in 2012, basically considering the reduction of taxes on durable goods (cars, household appliances, and furniture). We also maintain our forecast for 2013 IPCA at 6%, expecting some tax redemption for some regulated prices (tariffs) in the next year.

Effects on IGP

Our exercise indicates that the pass-through coefficient to industrial wholesale price inflation is around 44.5% of cumulative BRL depreciation in a 12-month horizon. Thus, taking into account the recent BRL depreciation of 18%, the impact on IPA industrial should be 7.8 p.p., which means a final impact on IPA (that includes agricultural prices) of 5.5 p.p., and 3.3 p.p. on IGP-M. Likely, 1.9 p.p. would occur this year and 1.4 p.p. next year. In this exercise, we did not consider the impact of BRL depreciation on CPI—that also composes the IGP-M, weighting 30% of total. If we consider the same pass-through coefficient found for IPCA’s market prices inflation, we can add 0.3 p.p. on IGP-M, of which 0.2 p.p. would occur this year and 0.1 p.p. next year.

According to our baseline scenario, some BRL strengthening should happen in 4Q12; therefore, considering BRL depreciation in the year of 15%, the impact on IPA is 4.6 p.p., and on IGP-M it is 2.8 p.p. Accounting for the CPI’s effect, the impact on IGP-M is 3.0 p.p., of which 1.8 p.p. would occur this year and 1.2 p.p. in 2013. Consequently, we are revising our forecast for 2012 IGP-M to 7.0% from 4.9% and for 2013 IGP-M to 6.5% from 5.0%.

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Introductory statement to the press conference - Mario Draghi, President of the ECB

Introductory statement to the press conference
Mario Draghi, President of the ECB,
Vítor Constâncio, Vice-President of the ECB,
Frankfurt am Main, 2 August 2012
Ladies and gentlemen, the Vice-President and I are very pleased to welcome you to our press conference. We will now report on the outcome of today’s meeting of the Governing Council, which was also attended by the Commission Vice-President, Mr Rehn.
Based on our regular economic and monetary analyses, we decided to keep the key ECB interest rates unchanged, following the decrease of 25 basis points in July. As we said a month ago, inflation should decline further in the course of 2012 and be below 2% again in 2013. Consistent with this picture, the underlying pace of monetary expansion remains subdued. Inflation expectations for the euro area economy continue to be firmly anchored in line with our aim of maintaining inflation rates below, but close to, 2% over the medium term. At the same time, economic growth in the euro area remains weak, with the ongoing tensions in financial markets and heightened uncertainty weighing on confidence and sentiment. A further intensification of financial market tensions has the potential to affect the balance of risks for both growth and inflation on the downside.
The Governing Council extensively discussed the policy options to address the severe malfunctioning in the price formation process in the bond markets of euro area countries. Exceptionally high risk premia are observed in government bond prices in several countries and financial fragmentation hinders the effective working of monetary policy. Risk premia that are related to fears of the reversibility of the euro are unacceptable, and they need to be addressed in a fundamental manner. The euro is irreversible.
In order to create the fundamental conditions for such risk premia to disappear, policy-makers in the euro area need to push ahead with fiscal consolidation, structural reform and European institution-building with great determination. As implementation takes time and financial markets often only adjust once success becomes clearly visible, governments must stand ready to activate the EFSF/ESM in the bond market when exceptional financial market circumstances and risks to financial stability exist – with strict and effective conditionality in line with the established guidelines.
The adherence of governments to their commitments and the fulfilment by the EFSF/ESM of their role are necessary conditions. The Governing Council, within its mandate to maintain price stability over the medium term and in observance of its independence in determining monetary policy, may undertake outright open market operations of a size adequate to reach its objective. In this context, the concerns of private investors about seniority will be addressed. Furthermore, the Governing Council may consider undertaking further non-standard monetary policy measures according to what is required to repair monetary policy transmission. Over the coming weeks, we will design the appropriate modalities for such policy measures.
Let me now explain our assessment in greater detail, starting with the economic analysis. On a quarterly basis, euro area real GDP growth was flat in the first quarter of 2012, following a decline of 0.3% in the previous quarter. Economic indicators point to weak economic activity in the second quarter of 2012 and at the beginning of the third quarter, in an environment of heightened uncertainty. Looking beyond the short term, we expect the euro area economy to recover only very gradually, with growth momentum being further dampened by a number of factors. In particular, tensions in some euro area sovereign debt markets and their impact on financing conditions, the process of balance sheet adjustment in the financial and non-financial sectors and high unemployment are expected to weigh on the underlying growth momentum, which is also affected by the ongoing global slowdown.
The risks surrounding the economic outlook for the euro area continue to be on the downside. They relate, in particular, to the tensions in several euro area financial markets and their potential spillover to the euro area real economy. Downside risks also relate to possible renewed increases in energy prices over the medium term.
Euro area annual HICP inflation was 2.4% in July 2012, according to Eurostat’s flash estimate, unchanged from the previous month. On the basis of current futures prices for oil, inflation rates should decline further in the course of 2012 and be below 2% again in 2013. Over the policy‑relevant horizon, in an environment of modest growth in the euro area and well‑anchored long-term inflation expectations, underlying price pressures should remain moderate.
Risks to the outlook for price developments continue to be broadly balanced over the medium term. Upside risks pertain to further increases in indirect taxes, owing to the need for fiscal consolidation, and higher than expected energy prices over the medium term. The main downside risks relate to the impact of weaker than expected growth in the euro area, in particular resulting from a further intensification of financial market tensions. Such intensification has the potential to affect the balance of risks on the downside.
Turning to the monetary analysis, the underlying pace of monetary expansion remained subdued. The annual growth rate of M3 stood at 3.2% in June 2012, slightly higher than the 3.1% observed in the previous month and close to the rate observed at the end of the first quarter. Overall, inflows into broad money in the second quarter were weak. Annual growth in M1 increased further to 3.5% in June, in line with the increased preference of investors for liquid instruments in an environment of low interest rates and high uncertainty.
The annual growth rate of loans to the private sector (adjusted for loan sales and securitisation) declined to 0.3% in June (from 0.5% in May). As net redemptions of loans to non-financial corporations and households (both adjusted for loan sales and securitisation) were observed in June, the annual growth rates for loans to both non‑financial corporations and households (adjusted for loan sales and securitisation) decreased further in June, to -0.3% and 1.1% respectively. To a large extent, subdued loan growth reflects the current cyclical situation, heightened risk aversion and the ongoing adjustment in the balance sheets of households and enterprises, all of which weigh on credit demand. A considerable contribution of demand factors to weak MFI loan growth is confirmed by the euro area bank lending survey for the second quarter of 2012. This survey also shows that the net tightening of banks’ credit standards at the euro area level was broadly stable in the second quarter of 2012, as compared with the previous quarter, for loans to both enterprises and households.
Looking ahead, it is essential for banks to continue to strengthen their resilience where this is needed. The soundness of banks’ balance sheets will be a key factor in facilitating both an appropriate provision of credit to the economy and the normalisation of all funding channels.
To sum up, the economic analysis indicates that price developments should remain in line with price stability over the medium term. A cross-check with the signals from the monetary analysis confirms this picture.
While significant progress has been achieved with fiscal consolidation over recent years, further decisive and urgent steps need to be taken to improve competitiveness. From 2009 to 2011, euro area countries, on average, reduced the deficit-to-GDP ratio by 2.3 percentage points, and the primary deficit improved by about 2½ percentage points. Fiscal adjustment in the euro area is continuing in 2012, and it is indeed crucial that efforts are maintained to restore sound fiscal positions. At the same time, structural reforms are as essential as fiscal consolidation efforts and the measures to repair the financial sector. Some progress has also been made in this area. For example, unit labour costs and current account developments have started to undergo a correction process in most of the countries strongly affected by the crisis. However, further reform measures need to be implemented swiftly and decisively. Product market reforms to foster competitiveness and the creation of efficient and flexible labour markets are preconditions for the unwinding of existing imbalances and the achievement of robust, sustainable growth. It is now crucial that Member States implement their country-specific recommendations with determination.

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quarta-feira, agosto 01, 2012

BRAZIL: Industrial production disappoints AGAIN - part II

Industrial Production Jun/12: +0.2%m/m (Santander: +1.0%m/m, consensus: +0.8%m/m, previous: -1.0%m/m)

First thoughts: The industrial production performance disappointed once again. Our positive expectation was due basically to the recovery of the durable goods production, which indeed increased 4.8%m/m. Actually, the worse than expected result was motivated by the intermediary industry, the only use category that registered negative result at the margin in June (-0.9%m/m), but which represents almost 60% of the total industry – it is important to bear in mind that there are no relevant leading indicators for intermediary industry, which makes it more difficult to anticipate movements from this category.
But, the main point is that this disappointing outcome led the second quarter/12 result to become even more negative than we forecasted (-1.1%q/q versus -0.8%q/q estimated) – it was the fifth consecutive negative quarter result – which likely suggests a GDP growth more close to 0%q/q than 0.5%q/q.
Additionally, this result brought the accumulated in 12 months to -2.3%, with all use categories in a negative path. 

• Bottom line: We still expect that the industrial sector may show some upturn from the second semester due to a combination of government incentives and monetary policy. However, our current forecast for the indsutrial production of 0.5% in 2012 gains negative bias.

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terça-feira, julho 31, 2012

Brazil: Fiscal target is farthest

Primary Surplus Jun: R$ 2.8billion (consensus: R$ 3.6 billion, previous: R$ 2.6billion)

• First thoughts: The result added only to R$ 2.8 billion, totaling R$ 65.7 billion in the first half of this year, or 3.1% of GDP, well below of the 3.9% obtained in the same period in 2011. In the last 12 months, the primary surplus result was R$ 116.2 billion, or 2.7% of GDP, also well below the observed in the year-end 2011 and below the target stipulated for 2012 (3.1% of GDP).

Additionally, the net public sector debt (DLSP) of GDP rose from 35% in May to 35.1% in June. In December 2011 this indicator was 36.4% of GDP.

• Bottom line: In our view, the weak results of recent months due to a combination of (1) the deceleration on rate growth of the tax collections as a result of the current expansionary fiscal policy and the economic activity slowdown and (2) the non-achievement of the budget cut of $ 55 billion announced earlier this year given that personnel expenses and charges continue growing, even at slower pace than last year.
Thus, we believe that it is increasingly difficult for the government to achieve the "full" fiscal target of 3.1% of GDP (primary surplus) this year.

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segunda-feira, julho 30, 2012

Com paciência, Publicis triplica de tamanho no país

Com paciência, Publicis triplica de tamanho no país

Por Adriana Mattos | De São Paulo
Fabio Nascimento/Valor / Fabio Nascimento/Valor 
Maurice Lévy, presidente do grupo Publicis, colocou o seu braço direito na área de aquisições para tratar das negociações no país.

Quando negociava no ano passado a venda de sua agência de propaganda para o grupo Publicis, terceiro maior conglomerado de comunicação do mundo, um publicitário brasileiro conta que precisou enviar e-mail para um dos principais executivos do grupo, que acompanhava de perto as conversas - o francês Stephane Estryn, braço direito do presidente do Publicis, Maurice Lévy. Era madrugada na Ásia, onde Estryn estava, e em cerca de meia hora, veio a resposta à mensagem, com comentários ponto a ponto. "Eles dão a sensação de estar abertos, ouvem muito e falam pouco. Agem como se estivessem do seu lado e não do outro lado da mesa", conta o dono da agência, que acabou vendida aos franceses. "As conversas podem durar meses e meses, porque são pacientes, e você não sente que estão te atropelando."

Nos últimos dias, o Valor esteve em contato com publicitários brasileiros, assessores financeiros e advogados de alguns dos contratos fechados pelos franceses no Brasil. O recente avanço do grupo no país - com a aquisição do controle de algumas das operações mais tradicionais do mercado local - levanta duas questões principais. Como se dão essas conversas (do convencimento dos vendedores à forma de definir os delicados contratos) e de que forma tem sido tratado o tema da integração das estruturas compradas, tão diferentes entre si e com culturas (que refletem a imagem de seus ex-donos) arraigadas nas empresas.

Desde julho de 2010, a holding Publicis adquiriu, nessa ordem, o controle de sete empresas locais: AG2, Talent, QG, GP7, DPZ, Taterka e Neogama/BBH. Negociou com empresários que são referência do setor, como Julio Ribeiro, da Talent, e Roberto Dualibi, Francesc Petit e José Zaragoza, da DPZ. De um negócio menor que tinha até 2010 (formado pelas agências Publicis, Leo Burnett e F/Nazca S&S), o grupo passou a uma operação com mais que o triplo do movimento em mídia de dois anos atrás.

Estima-se que o volume negociado em compra de espaço publicitário no país pelo grupo passou de R$ 990 milhões em 2009 (antes das sete aquisições, portanto) para R$ 3,1 bilhões no ano passado, segundo ranking do Ibope Monitor. Cresceu, mas ainda fica atrás de seu rival maior, o grupo inglês WPP, o maior do mundo. Sem nenhuma aquisição de expressão nos últimos meses, o WPP lidera pelo peso de suas antigas controladas (Y&R, JWT e Ogilvy & Mather). Em 2011, o WPP movimentou R$ 4,2 bilhões em compra de mídia. Eram R$ 3,4 bilhões em 2010.

"Para os grandes grupos globais, é a hora de reforçar a operação no Brasil, mercado que mantém tendência de crescimento a longo prazo", diz Pércio de Souza, sócio da Estáter Gestão e Finanças, que assessorou Talent e Neogama.

Uma questão que permanece em discussão no mercado é como ficará a integração das operações adquiridas pelos franceses. O fato é que não haverá união de agências, segundo fontes ligadas ao grupo. "Seria suicídio. Esse negócio é baseado no relacionamento entre publicitários e clientes. Se unificasse alguma operação, o grupo perderia contas e a identidade das agências", diz um sócio minoritário do Publicis.

Neste momento, avança a unificação de algumas áreas das empresas adquiridas no chamado "centro de serviços compartilhados" do grupo no país. O centro trata da compras de material e suporte administrativo, por exemplo. Além disso, o Valor apurou que as agências compradas devem passar a responder para uma empresa do grupo, a Re:Sources Brasil, que faz a administração financeira e contábil das empresas do Publicis.

Para entender o processo de negociação dos franceses com agências no país, o Valor ouviu empresários que contaram um pouco dos bastidores. Acordos flexíveis, baixas imposições iniciais, com grau de segurança e de autonomia para o lado do vendedor são as características principais. Cada contrato é um contrato. O Publicis não precisa, por exemplo, adquirir o controle do negócio logo de cara.

Ao juntar a Tailor Made com a Leo Burnett em 2011, o Publicis comprou só 5% da brasileira (em 2016, passa a ter 100%) e resolveu o problema na Leo Burnett, que encolhia e estava sem presidente. O grupo trouxe para a Leo Burnett o publicitário Paulo Giovanni, dono da Tailor Made e empresário amado por alguns anunciantes. Com a Talent, por sua vez, de 49% do controle adquirido em 2010, passou para 60% no ano seguinte.

O Publicis também não define data para tirar o controlador da empresa vendida. "Os acordos podem ter data para o grupo tornar-se majoritário, mas não define quando o dono pendura as chuteiras", conta um publicitário. "Fica muito mais fácil negociar assim."

Normalmente, nos últimos contratos, os fundadores venderam uma fatia inferior a 50% das agências e até três anos depois, o grupo vira majoritário. Mas os brasileiros se mantém à frente da gestão. E quem vende aqui, trata direto com um grupo de advogados, normalmente do escritório Mayer Brown, com unidade em São Paulo, e com Stephane Estryn, diretor de aquisições do Publicis, que fica em Paris. Estryn se reporta à Maurice Lévy. Não há gente demais palpitando. O grupo não tem um presidente no Brasil.

Em alguns casos, o Publicis oferece cargos estratégicos, já no início das negociações, em conselhos globais, para que o empresário sinta que faz parte de algo maior. "Nesse mercado tão pequeno, com tantos tão vaidosos, pode ser o canto da sereia", brinca um diretor de criação de uma empresa vendida. A negociação para a compra da Neogama/BBH, de Alexandre Gama, envolveu o convite para que Gama se tornasse chefe criativo da BBH no mundo.

"Com o Publicis, existia um projeto desde o começo. Mas com o WPP, não vinha nada nessa linha", disse Gama, ao anunciar o acordo. O Valor apurou que o WPP ofereceu soma maior do que o Publicis pelos 66% dos sócios da Neogama. Não foi, portanto, uma questão de dinheiro. E nem sempre é. Nesse jogo, sensibilidade pode fazer diferença. Quando ouvia sondagens de interessados na Talent, o Publicis nunca fez qualquer referência à necessidade de a empresa avançar em sua sucessão. Ribeiro tem 79 anos. Isso teria agradado o dono, dizem amigos próximos.

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sexta-feira, julho 20, 2012

Brazil (July IPCA-15) - Looking ahead, the inflation seems to be changing gears, with the “well behaved inflation” fading away

· IPCA-15 July/12: +0.33%m/m (Consensus: +0.17%m/m; Santander: +0.22%m/m, 12 months accumulated: 5.24%)

· First thoughts: Usually, the well behaved inflation between June and August is mainly due to the deflation of the foodstuff prices. However this year, the behavior of foodstuff inflation completely differs from the seasonal pattern: comparing with July/11 IPCA-15 (0.10%m/m), the foodstuff inflation contribution was -0.09 p.p., and comparing with July/10 IPCA-15(-0.09% m/m), the foodstuff contributed with -0.19 p.p.. The inflation acceleration in July would have been even higher were it not for the car prices deflation, which contributed with -0.12 p.p. mainly due to the IPI reduction in the new cars prices. Given that, the 12-month IPCA-15 rose to 5.24% from 5.0% registered in June.

· Bottom line: Actually, the inflation acceleration in July was a surprise for us. We were not expecting a counter seasonality behavior of foodstuff inflation. Going into details for the short run, we believe that foodstuff inflation should present some deceleration in the end of July and through August. Also, apparel prices should decline due to the season of winter sales between August and September. This backdrop combined with the high inflation during August – September of 2011 will still promote some downward trend in the IPCA accumulated in 12 months. But now we forecast IPCA at 4.8% in 3Q12, while before we expected 4.6% for IPCA in 3Q12. Looking ahead, the inflation seems to be changing gears, with the “well behaved inflation” fading away. The diffusion index that usually recedes between June and August remained unchanged at 62%. The services prices inflation picked up, pressured mainly by rents and housekeeper wages, and these sources of pressures likely will not disappear in a scenario of wholesale inflation acceleration.

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quinta-feira, junho 14, 2012

IOF sobre empréstimos / Intercompany loans

IOF sobre empréstimos / Intercompany loans

O Decreto 7.751, publicado na edição do Diário Oficial desta quinta-feira,
altera a legislação do IOF no que diz respeito às liquidações de câmbio
para ingresso de recursos no país referente a empréstimos externos. O prazo
médio mínimo cai de 1.800 dias (cinco anos) para 720 dias (dois anos). A
alíquota se mantém em 6%.

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terça-feira, junho 12, 2012

Brazil GDP and Selic Forecast Revisions

Brazil GDP and Selic Forecast Revisions
What Is 1Q12 GDP Really Telling Us about the Economy?


Source: Santander Maurício Molan and Fernanda Consorte

- Headline GDP disappointed—however, the recovery of the services and manufacturing sectors is already under way.
- Consumption is very strong, which does not corroborate the deleveraging thesis; however, weak investments (due to poor productivity and competitiveness) suggest lower potential growth.
- Demand/supply imbalance has increased and tends to be further inflated by government actions.
- We revised our 2012E GDP to 2.2% (from 3.5%), but we still expect a major recovery in 2013, when we expect GDP to grow 4.7%. Potential growth is currently much lower than we previously thought.
- Low inflation and disappointing headline GDP provide room for further monetary policy easing. We also revised our 2012E Selic to 7.75% (from 8.25%) and year-end 2013 forecast to 9.25% from 9.75%.

Introduction: Off to a Bad Start
No doubt Brazil's first quarter headline GDP figure disappointed, particularly as it defined a much lower-than-expected carry-over for 2012 statistics, triggering across-the-board forecast revisions. Growth measured by year-on-year quarterly averages (the most common figure followed in Brazil) is heavily dependent on output performance at the end of one year and the beginning of the following one, as this period sets the departure point for the numerator to be completed by following the quarter's releases. Even our economic forecast, which has recently been more optimistic than consensus regarding the performance of domestic demand, will have to be adjusted after results surprised us.
The following chart illustrates the carry-over effect. Maintaining our QoQ sa forecasts at 0.7%, 2% and 2% for 2Q12, 3Q12 and 4Q12, respectively, and adjusting 1Q12 from 0.7% (our expectation) to 0.2% (actual figure) resulted in declines in average forecast growth from 3.5% to 2.7%.

But beyond the headline and carry-over effects, a deeper analysis of the GDP report suggests that the current state of Brazil's economy is not as negative as originally thought, and the recent trend seems benign: (1) the industry and services sectors performed well (were it not for the negative 7.3% reading of the agriculture sector due to crop loss, QoQ sa GDP would have posted a 0.9% [3.7% annualized] increase); (2) household consumption remains strong; and (3) domestic demand is accelerating (actually, increasing supply/demand imbalances).

In terms of monetary policy, figures suggest domestic absorption is accelerating, while supply and potential growth seem to be converging toward a much slower pace. Further stimulus measures (including interest rate reductions) will probably be adopted, as uncertainties and downside risks for headline GDP remain. However, we see increasing risks for inflation after 3Q12 (when most of the benign effects of lower public tariffs will favor a lower IPCA).

Decent and Improving Performance of Industry and Services
Surprising figures came in from the agricultural sector due to soybean crop losses, which reduced the 1Q12 QoQ sa GDP figure by some 0.5 p.p. Although a permanent loss for average 2012 GDP, this event will not likely be repeated in future readings. On the contrary, given that the performance of agriculture in the second quarter is relatively independent from what took place in the first quarter, we should expect an important positive contribution in the upcoming period.

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segunda-feira, junho 11, 2012

Brazil Economics & Strategy : That sinking feeling; downgrading our GDP growth forecasts

 Brazil Economics & Strategy : That sinking feeling; downgrading our GDP  
 growth forecasts    
                                                     
                                                                                                                                                       
  * In light of weaker data, we lower our 2012 and 2013 GDP forecasts to  
  2.5% and 3.8%, respectively                                             
                                                                          
  * We believe that the BCB will cut the Selic rate to 7.5% (-50 bps in   
  July and -25 bps in August and October) and then hold through the end of
  2013                                                                    
                                                                          
  * We see value in receiving rates under our lowered SELIC forecast; on  
  FX, we believe the BCB will continue to manage a range for USD-BRL of   
  1.95-2.10                                                               
                                                                          
  On the back of evidence of weak investment and signs that the services  
  sector may be faltering, we downgrade our growth forecast for 2012      
  further, to 2.5% (that is, below last year's growth rate of 2.7%). For  
  2013, we lower our forecast to 3.8% (from 4%). We also lower our IPCA   
  inflation forecasts for 2012 (from 5.2% to 5%) and 2013 (from 5.8% to   
  5.5%).                                                                  
                                                                          
  Regarding monetary policy, concerns with misfiring growth will, in our  
  view, lead the Central Bank to cut rates more aggressively this year. We
  now forecast that the Central Bank will continue to ease monetary policy
  by applying a 50 bps cut at the July meeting, followed by two subsequent
  25bps cuts in the August and October Copom meetings, bringing the Selic 
  policy rate to a year-end level of 7.5%. For 2013, we still expect the  
  Central Bank to keep rates unchanged, at 7.5%.                          
                                                                          
  Sharply increased volatility has become a mainstay of local rates in    
  Brazil, but we see value in receiving the front end of the curve. Under 
  our new SELIC forecast, fair value of the Jan'14 DI contract is about   
  70bp below current trading levels. We recommend staying away from the   
  long end of the curve. On FX policy, for now, the BCB has been selling  
  USD via swaps supporting a stable BRL as the costs of a weak BRL policy 
  become more apparent. We think this strategy will prevail with the BRL  
  trading in a wide range between 1.95-2.10/USD. However, we recognize that
  economic conditions are shifting quickly making it more difficult to    
  predict policy changes.

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sábado, junho 09, 2012

Após ata do Copom, BTG Pactual projeta Selic em 7,5% ao ano para final 2012

Após ata do Copom, BTG Pactual projeta Selic em 7,5% ao ano para final 2012

08 de junho de 2012 • 15h54 Por: Marcel Teixeira do Infomoney
 
SÃO PAULO – A equipe de economia do BTG Pactual revisou suas projeções para a Selic e agora espera que a taxa básica de juro da economia brasileira termine 2012 em 7,5% ao ano. Segundo o banco, a redução praticamente certa para 8,0% ao ano na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) em julho e as melhores perspectivas de inflação doméstica colaboram para essa revisão.
O BTG acredita que essa redução será realizada em duas etapas, com cortes de 50 pontos-base nos próximos dois encontros do comitê - um em 11 de julho e outro em 29 de agosto.

Outros dois cenáriosO banco também trabalha com dois outros cenários, dependendo das condições da economia nos próximos meses. Em um deles, o BTG estima corte um corte de 50 pb na reunião de julho seguido de outros dois cortes de 25 p.b. cada nos encontros do comitê em agosto e outubro.
O outro cenário é ainda mais arrojado, com previsão de cortes de 50 p.b. nos próximos dois encontros, somados a um corte de 25 p.b. em outubro, jogando a Selic para 7,25% a.a.
Vale lembrar que em seu último encontro, o Copom reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual, indo para 8,5% ao ano - seu menor patamar histórico.

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sexta-feira, junho 08, 2012

BRAZIL: Copom Minutes: No big news

· Minutes from the May 29-30 Copom meeting

· First thoughts: Very little changing in wording. Using current data (market expectations for inflation and current exchange rate and Selic), inflation forecasted by the Central Bank remains around the target for this year (a reduction in the market scenario, that takes into account the market forecasts for those variables) but higher than 4.5% in 2013. However, the fact that they added that the economic recovery has been very gradual following the stronger than anticipated slowdown last year. But, more importantly, the infamous paragraph 35 (now 34), which had been key for signaling the next decision by the monetary authority, remained unchanged, keeping the “any movement of further monetary loosening shall be conducted with parsimony” bit. In the April meeting, the addition of the word “parsimony” led the market to price in lower cuts in the next meetings (two 50 bps and on 25 bps cuts, whilst we changed our view to one 50 bps and one 25 bps cut) and foresee the end of the loosening cycle soon. This minute seems to have done little, if nothing, to change those expectations.

· Bottom line: This minutes contributed very little to change everyone’s expectations concerning the next decisions by Copom. We maintain our expectation that the next meeting may bring a 25 bps cut, bringing the Selic rate to 8.25% p.a., the last one in the cycle. However, we admit that the minutes left the door open for another 50 bps cut, as expected by the market that is still thinking about the basic rate at 7.75% p.a. by Jan. 2013.

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quinta-feira, junho 07, 2012

Brazil (May IPCA): heading to the year's low

· May IPCA: +0.36%m/m (Consensus: +0.43%m/m; Santander: +0.46%m/m, 12 months accumulated: 4.99%)

· First thoughts: Comparing with the May/11 IPCA-15 (0.47%m/m), the main contributions for inflation deceleration were transport deflation ( -0.58% m/m ) that contributed with -0.12 p.p. to the headline, mainly due to the fuel deflation (contribution of -0.03 p.p.) and car prices deflation (contribution of -0.04 p.p.), communication deflation (-0.19% m/m) thanks to the deflation in the tariff of fixed-to-mobile calls for several cities that compose the IPCA, lower inflation in apparel and housing. Comparing with our forecast for IPCA May/12, surprises were lower housing inflation, and higher deflation in gas price. 

· Bottom line: The inflation deceleration between April IPCA (0.64% m/m) and May IPCA is in line with the expectation for this month: the pressure came from the readjustment of medicine prices and the hike in the cigarette prices should diminished through May , additionally deflation car prices deflation helped to boost the deceleration trend. Looking ahead, we expect more inflation deceleration in June; our forecast for IPCA June is 0.20% (versus a consensus forecast of 0.25% m/m), as a result of some deceleration in foodstuff inflation, and further deflation in transport (thanks to the effect of sugar cane harvest and the effect of tax reduction on the car prices) and communication. We believe that the deceleration inflation might have been higher if it were not for the acceleration of regulated prices ( hike in the taxi (+5.3%) and piped gas (+10.3%) tariffs in São Paulo). Our forecast for cumulative inflation in 2Q12 is 1.20%, while consensus stands at 1.25%. Additionally, it is worth noting that the tradable disinflation seems to have lost steam, likely as a consequence of weaker BRL. Actually, tradable inflation accumulated +1% between April and May versus the deflation of 0.2% in 1Q12.

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BRAZIL: weak auto vehicle´s production

· Anfavea Mai/12: -7.7%y/y (previous: -7.5%y/y)

· First thoughts: The auto vehicles production remains weak, as expected. Considering the seasonal adjusted data (using the same industrial production method) the vehicles production decreased 2.2%m/m for the second month in a row. In others words, if the second quarter would have finished in May, the second quarter would have decreased 1%q/q. We already expected a poor performance of the auto production due to the rise in the inventories registered in the 1Q. This will affect the performance of the total industrial production in May - it is worth noting that the auto sector is a relevant segment in the Brazilian industry, weighting 10% but probably affecting 20% of the total production through its impact into the whole industrial chain.
Indeed the May´s auto result is suggesting that the industrial production is going to register another decline at margin (probably close to -1%m/m). 

· Bottom line: This result added to the still weak global demand and competitiveness barriers suggests that the industrial production remains weak and, differently to the 1Q, it will likely to not contribute positively in the 2Q GDP accounts. On the other hand, we understand that the recently government measures can help the auto industry from June onward; additionally, we do not expect the industry to contribute negatively (despite still poor) to GDP from 3Q12 due to: (1) the conclusion of the inventory adjustment, (2) the still strong consumption performance and (3) the lagged and cumulative effects of monetary policy.

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segunda-feira, maio 21, 2012

RELATÓRIO DIÁRIO DE ECONOMIA E MERCADOS

RELATÓRIO DIÁRIO DE ECONOMIA E MERCADOS
São Paulo, 21 de maio de 2012

Hoje: FGV - IGP-M (2ªprév.- mai) • BCB - Boletim Focus • EUA – CFNAI (abr) • Japão - Indicadores Antecedentes (mar)

Nesta edição:

BRASIL:
•Focus: Piora a expectativa de crescimento econômico em 2012

MERCADOS:
•Ibovespa segue clima de pessimismo internacional


BRASIL


FOCUS: PIORA A EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO ECONÔMICO EM 2012
Segundo o relatório Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, os analistas revisaram para baixo a perspectiva de crescimento do PIB em 2012. Assim, pela segunda semana seguida, ela sofreu alteração, passando de 3,20% para 3,09%. Para 2013, no entanto, o movimento foi oposto. A expectativa de evolução do PIB passou para 4,50%, ante 4,30% na semana anterior. No cenário inflacionário, as projeções para o IPCA deste ano apresentaram leve melhora, de 5,22% para 5,21%, enquanto que para o ano que vem, a expectativa piorou aumentando de 5,53% para 5,60%. Para os juros, as expectativas para 2012 permaneceram estáveis em 8,00%. Já para 2013, houve queda de 25 bps, estabelecendo-se em um patamar de 9,50%. Por fim, para o câmbio, mesmo após vários picos alcançados na semana passada, os analistas não chegaram a revisar suas expectativas, mantendo suas projeções em R$ 1,85/US$, tanto para 2012 como para 2013.

MERCADOS


IBOVESPA SEGUE CLIMA DE PESSIMISMO INTERNACIONAL

As preocupações relativas à Grécia e Espanha continuam a influenciar negativamente os mercados europeus. Os índices da região obtiveram mais um resultado negativo no pregão de sexta-feira. Já nos EUA, nem um esperado IPO para esta semana impediu que as bolsas fechassem no vermelho. Motivados pelo cenário internacional, o S&P 500 e Dow Jones obtiveram variação negativa de 0,74% e 0,59%, respectivamente. No Brasil, após uma sequência de resultados negativos, a bolsa teve finalmente um dia de alta, impulsionada por ações com grande peso no Ibovespa. Este, por sua vez, obteve alta de 0,88%, fechando aos 54.038 pontos. No mercado de câmbio, o dólar teve variação de + 0,61%, cotado a R$2,0095/US$. Já no mercado de DI, os contratos com vencimento para janeiro de 2013 obtiveram queda e encerraram a sessão em 7,79%.

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